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Gabão se prepara para eleições presidenciais em 12 de abril numa tentativa de acabar com o regime militar | Notícias de política

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O líder interino Brice Oligui Nguema, que liderou um golpe militar em Agosto de 2023, deverá concorrer à presidência.

O Conselho de Ministros do Gabão anunciou que as eleições presidenciais seriam realizadas em 12 de Abril, pondo fim ao regime militar que começou com um golpe em 2023.

A ata da reunião do gabinete ministerial confirmou o agendamento da eleição presidencial.

“Nos termos deste decreto, o colégio eleitoral está convocado para sábado, 12 de abril de 2025”, lê-se na ata da reunião de quarta-feira à noite.

O presidente interino do Gabão, Brice Oligui Nguema, tomou o poder num golpe de Estado, o oitavo na África Ocidental e Central entre 2020 e 2023, que pôs fim ao governo de longa data do seu antecessor Ali Bongo e da sua família sobre a nação rica em petróleo, mas empobrecida.

Em novembro, Gabão votou sim em referendo sobre uma nova constituiçãocumprindo a promessa dos líderes do golpe militar de tomar medidas no sentido de restaurar o Estado constitucional.

A nova constituição prevê um máximo de dois mandatos presidenciais de sete anos, nenhum primeiro-ministro e nenhuma transferência dinástica de poder.

Contudo, alguns observadores temem que o governo militar no poder possa utilizar o processo para permanecer no poder.

Na segunda-feira, uma nova lei permitiu que oficiais militares concorressem às eleições, sujeito a certas condições.

Isso significa que Nguema, o líder de transição que não escondeu as suas ambições de ser eleito presidente, tem uma exceção para concorrer.

O país centro-africano rico em petróleo esteve sob o domínio da família Bongo durante 55 anos, até ao golpe de agosto de 2023.

Ali Bongo governou durante 14 anos até ser deposto momentos depois de ser proclamado vencedor numa eleição presidencial que os militares e a oposição declararam fraudulentas.

Ele assumiu o cargo após a morte de seu pai, Omar, que governou por mais de 41 anos.

A oposição e os líderes do golpe militar acusaram o regime de Bongo de corrupção generalizada e má governação.



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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