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Gabinete de Segurança de Israel discutirá acordo – DW – 17/01/2025
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17/01/202517 de janeiro de 2025
O que acontecerá se o acordo de cessar-fogo for bem sucedido?
Após a mediação do Qatar, do Egipto e dos EUA, o cessar-fogo o tratado foi finalizado e anunciado na quarta-feira. De acordo com suas disposições, um cessar-fogo de seis semanas deve entrar em vigor no domingo.
A primeira etapa verá a libertação de 33 reféns israelenses mantidos em Gaza desde os ataques terroristas liderados pelo Hamas em 7 de outubro de 2023, em troca de vários prisioneiros palestinos detidos em prisões israelenses. Israel também se retiraria das áreas densamente povoadas de Gaza e permitiria que os palestinianos regressassem às suas áreas de residência.
Os corredores de ajuda humanitária que estão actualmente bloqueados seriam abertos às organizações de ajuda que entram na Faixa de Gaza.
Contudo, um acordo sobre como proceder após a primeira fase de seis semanas permanece indefinido. Os dois lados ainda têm de negociar os termos para a continuação do cessar-fogo, a continuação da retirada das tropas israelitas de Gaza e trocas adicionais de reféns e prisioneiros.
O Hamas e outros grupos islâmicos atacaram o sul de Israel em 7 de outubro de 2023, matando 1.200 e fazendo mais 250 reféns. Acredita-se que quase 94 deles ainda estejam na agora devastada Faixa de Gaza, embora não esteja claro quantos ainda estão vivos, após mais de 15 meses de guerra.
A guerra matou mais de 46.700 palestinos, dizem as autoridades locais de saúde na Faixa de Gaza controlada pelo Hamas. A ONU considera os números confiáveis.
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17/01/202517 de janeiro de 2025
Ministro israelense de extrema direita ameaça renunciar por causa do acordo de cessar-fogo em Gaza
O ministro da segurança de extrema direita de Israel, Itamar Ben-Gvir, ameaçou renunciar ao cargo de gabinete ao lado dos seus colegas de partido caso o governo israelita aprovasse o acordo de cessar-fogo negociado com o Hamas.
“O acordo que está a tomar forma é um acordo imprudente”, disse ele numa declaração televisiva, acrescentando que a libertação de centenas de militantes palestinianos e a retirada das tropas israelitas de áreas estratégicas do Gaza Strip iria “apagar as conquistas da guerra” ao sair Hamas invicto.
Ele chamou o acordo de “irresponsável” e pediu que a ajuda humanitária e o fornecimento de água e eletricidade à Faixa de Gaza fossem completamente interrompidos até que todos os reféns israelenses fossem libertados.
Além de Ben-Gvir, o ministro das finanças de extrema direita, Bezalel Smotrich, também se opôs ao acordo, chamando-o de “acordo perigoso”.
Ministro israelense ameaça renunciar devido ao cessar-fogo em Gaza
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17/01/202517 de janeiro de 2025
Gabinete de Segurança de Israel deve votar acordo sobre reféns
O israelense O Gabinete de Segurança deve se reunir na sexta-feira para votar uma libertação de reféns e um acordo de cessar-fogo em Gaza, de acordo com o primeiro-ministro Benjamim Netanyahu escritório.
O gabinete de Netanyahu disse na sexta-feira que um “acordo para libertar os reféns” foi alcançado e que ele ordenou que o Gabinete de Segurança se reunisse no final do dia.
“O governo então se reunirá para aprovar o acordo”, acrescentou o gabinete, sem especificar se a reunião também ocorrerá na sexta-feira.
O anúncio foi feito depois que Netanyahu disse na quinta-feira que seu gabinete havia adiou a aprovação do cessar-fogo acordo, acusando o grupo militante palestino Hamas de renegar partes do acordo para conseguir concessões de última hora. O Hamas negou as acusações e sublinhou o seu compromisso com o acordo apresentado pelos mediadores.
Se aprovada, a primeira fase da trégua veria um cessar-fogo em Gaza e a libertação de 33 reféns israelitas em troca de vários prisioneiros palestinianos. As fases posteriores pretendem que ambos os lados cheguem a acordo sobre o fim permanente da guerra.
Os EUA disseram estar “confiantes” de que a trégua entrará em vigor no domingo, conforme planejado.
tg/rmt (AFP, AP, Reuters, dpa)
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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