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Gaël Monfils se aposenta nas oitavas de final do Aberto da Austrália
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As pernas acabaram ficando pesadas, mas Gaël Monfils deixou Melbourne com honras. Segunda-feira, 20 de janeiro, pelas oitavas de final do Aberto da Austrália, o francês de 38 anos resistiu por três sets contra Ben Shelton, antes de jogar a toalha (6-7 (3/7), 7-6 ( 7/3), 6-7 (2/7), 0-1 ab.).
Foi aplaudido de pé pelo público australiano ao deixar a Rod Laver Arena, o «Veterano francês»como foi apelidado nos antípodas, segurou o americano (22 anos) no alto por quase três horas. Os dois atletas de 1,93 m tiveram que decidir no desempate em cada um dos três rounds.
Na sua primeira dupla falta na partida, Monfils deixou escapar o primeiro set, que poderia ter acontecido de qualquer maneira – nenhum dos jogadores sofreu break point. O 41e Mondial zerou os contadores no segundo set, onde voou no jogo decisivo ao vencer em todas as bolas. Vencedor de um rali de 18 chutes, o parisiense encantou as arquibancadas com sua defesa acirrada, uma de suas assinaturas.
O terceiro set parecia começar da mesma forma. Monfils conseguiu acertar o saque do adversário pela primeira vez na partida por 2 a 1, em um jogo em que mais uma vez acertou Shelton no forehand após uma jogada de 20 chutes. Mas o americano rapidamente se recuperou após um longo impasse desde a linha de base. O dia 20e Mondial então teve que salvar outro break point no game seguinte, mas desta vez foi sólido e assumiu o controle do terceiro set.
Shelton não será mais ameaçado pelo francês no final do set, perfeitamente controlado pelo americano, que concluiu no tie-break com dois forehands vencedores. O “Vamos Monfils, você ainda tem suco” não vai mudar nada. Apesar do incentivo do clã tricolor, o parisiense sofreu o golpe físico e teve dificuldades para se movimentar no início do quarto set, preferindo desistir.
Número um mundial provisório
Até então Monfils parecia em estado de graça nos antípodas galã de Taylor Fritz (nó 4) durante o 3e rodada, sábado, em quatro sets (3-6, 7-5, 7-6, 6-4)sua primeira vitória no Grand Slam contra um membro do top 5 desde 2008.
Desde 31 de dezembro, Monfils terá oito vitórias consecutivas, aquele que se tornou o tenista mais velho a vencer um torneio do circuito principal (desde 1990 e a criação do ATP Tour), com a sua coroação em Auckland (Nova Zelândia). ) no início de janeiro. Este início de temporada estrondoso o colocou em primeiro lugar no mundo no ranking ATP Race da temporada atual. Em onze partidas disputadas desde o início do ano, ele sofreu apenas uma derrota – contra Novak Djokovic, no dia 2 de janeiro, em Brisbane (Austrália).
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Questionado sobre suas chances de vitória em Melbourne, o francês esclareceu em entrevista coletiva após a vitória contra Fritz: ” Ganhar ? Não, eu nem sonho com isso. Meu sonho é envelhecer com muitos filhos e com boa saúde. Tênis é legal, claro que tem que ter objetivos e sonhos, mas meu sonho está fora disso”, disse. respondeu este pai de uma menina, cuja mãe é Elina Svitolina (27e). Depois de uma vitória sobre a número quatro Jasmine Paolini na terceira rodada e uma vitória sobre a russa Veronika Kudermetova nas oitavas de final, a ucraniana se classificou para as quartas de final, onde enfrentará na terça-feira a americana Madison Keys.
Apesar da derrota na segunda-feira, não fale com Gaël Monfils sobre a aposentadoria. Em um FAQ no início de dezembro de 2024 em seu canal no YouTubeo parisiense confidenciou que encara esta nova temporada com serenidade. “Não tenho um objetivo específico. O objetivo é acima de tudo dar-me prazer e dá-lo. Tente vencer o máximo de partidas possível, pegue as melhores.” ele insistiu. Apenas três semanas após o início da temporada, as palavras já foram traduzidas em ação.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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