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Gentileza: zagueiro compra chuteira para garoto que pedia no semáforo; vídeo

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Gentileza gera gentileza é o princípio de vida do Marcos Victor. O zagueiro, do Athletico Paranaense, encontrou com o Natan, um garoto vendedor de balas no semáforo, em Curitiba, Paraná, e soube que ele jogava bola e queria uma chuteira. O atleta foi com ele até o shopping e comprou um par para o menino.

Nas redes sociais, o vídeo caiu no gosto dos internautas. Marcos Victor, de 22 anos, disse que sentiu vontade de ajudar o Natan porque muitos garotos sonham com a carreira de futebol e nem sempre têm oportunidade.

“Hoje Deus me colocou no caminho do Natan, quando eu vi a placa Deus tocou no meu coração pra ajudar ele porque tem várias crianças querendo ser jogador e muitos precisam somente de uma chuteira para começar”, disse o zagueiro. “Que ele consiga realizar esse sonho de ser jogador.”

Gentileza e contribuição

O zagueiro estava parado no semáforo quando viu de longe o garoto com a placa. Nela, estava escrito: “Me ajudem para eu comprar uma chuteira para eu jogar futebol”. O menino estava com uma caixinha de balas para serem vendidas.

Marcos Victor perguntou: “Mano, tu joga futebol?”. Natan acenou que “sim”. Aí, ele chamou o garoto para ir até o shopping para comprar a chuteira. Lá, o menino escolheu e levou a chuteira que tanto queria. Depois, os dois posaram para foto.

“Faça o bem sem ver a quem, que o bem sempre será mostrado”, escreveu atleta, que é guiado pela gentileza. “Eu sei o quanto isso é difícil [começar a jogar futebol] e necessário, hoje fico muito feliz por estar contribuindo para alguém ir em busca dos seus sonhos.”

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Elogios e carinho

Nas redes sociais, a atitude do zagueiro mereceu muitos elogios. Ele, definitivamente, derreteu os corações dos fãs e admiradores. Mas foi a mãe dele, Dona Andréa que fez a declaração mais comovente.

“Tenho muito orgulho de você, meu filho. Filho, neste oceano de vida, você foi e sempre será a minha âncora mais segura. Nunca se esqueça que a sua vida deu razão para a minha continuar, meu filho. Eu te amo hoje e para toda a eternidade.”

Os fãs não ficaram atrás. “Cena linda. Como Deus faz tudo perfeito, né? Cruzou o caminho de vocês para fazer uma obra perfeita”, reagiu uma seguidora. “Você sempre foi esse cara com coração enorme irmão, que Deus abençoe muito mais sua vida, mano.”

Gentileza gera gentileza é o princípio do zagueiro Marcos Victor, do Athletico Paranaense, que comprou uma chuteira para o Natan, um garoto, que vendia balas no semáforo para comprar um par. Foto: @marcosvictor44 Gentileza é o princípio do zagueiro Marcos Victor, do Athletico Paranaense, que comprou uma chuteira para o Natan, um garoto, que vendia balas no semáforo para comprar um par. – Foto: @marcosvictor44

A gentileza do zagueiro que comprou a chuteira para o garoto do semáforo:



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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre

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1º Evento Cultural Entresentidos-2026 (2).jpg

O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.

A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.

“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”

Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”

Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre

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X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC

A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano

Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026

Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026

Chamada de trabalhos



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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