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Gestão de aluguel no Carrefour antes da justiça

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Gestão de aluguel no Carrefour antes da justiça

Mobilizações, negociações ou prisões na Assembléia Geral de Acionistas até agora tiveram pouco efeito, é agora diante dos tribunais que a funda contra a encruzilhada de Carrefour para terceirizar a cada ano a administração de várias dezenas de grandes áreas. Em frente ao Tribunal de Evry, quase cem funcionários, Essonne, Northern, ou Isère, em caçadores de Flu Orange do CFDT, haviam apoiado assim apoiar a ação legal de sua união contra o gigante da distribuição em massa, sexta -feira, 7 de março. Uma audiência resumida perante o Tribunal Judicial, cujo objetivo era suspender urgentemente a transferência de 39 novas lojas para o gerenciamento de aluguel, anunciado pelo grupo de abril.

Como um procedimento sobre o mérito está em andamento: há um ano, o CFDT atribuiu a Carrefour em justiça pelo abuso de direito a realizar. O sindicato estima que a empresa detesta o sistema de gerenciamento de aluguel e reivindica 23 milhões de euros em danos e a cessação da transferência de lojas sob esse regime.

“É um processo planejado normalmente para a expansão de uma empresa, e o Carrefour o emprega de cabeça para baixo, para se separar de suas lojas menos lucrativas e de seus funcionários, denuncia Erwanig Le Roux, delegado da União Central CFDT Carrefour. Em vez de gastar 700 milhões de euros por ano em recompra de ações, é melhor investir em suas lojas, que morrem! »»

Leia também | Artigo reservado para nossos assinantes O CFDT ataca a política de terceirizar as lojas Carrefour

Com a gestão da gerência, a operação da loja e a maioria dos custos (incluindo o pagamento de salários) são assumidos pelo gerente do inquilino, e não pelo grupo de distribuição, que, em troca, percebe uma taxa pelo uso de sua marca. Desde a chegada de Alexandre Bompard à frente do grupo em 2017, 344 supermercados Hyper ou Carrefour não foram “integrados” à empresa. De acordo com a contagem de CFDT, que denuncia um plano social disfarçado, mais de 27.000 funcionários deixaram a força de trabalho em sete anos. Perdendo algumas realizações sociais de passagem – elas têm quinze meses para renegociar localmente um contrato da empresa – e vantagens em termos de remuneração, como compartilhamento de lucros e participação.

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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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