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Governo de Maduro oferece recompensa pela localização de candidato da oposição exilado | Notícias de Nicolás Maduro

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Painel de direitos humanos apela ao governo venezuelano para respeitar as liberdades civis à medida que o início do mandato presidencial se aproxima.

O governo do presidente venezuelano Nicolás Maduro anunciou uma recompensa de US$ 100 mil por informações sobre o paradeiro do exilado candidato da oposição Edmundo Gonzalez.

O anúncio de quinta-feira ocorre oito dias antes de Maduro tomar posse para um terceiro mandato, após uma eleição presidencial contestada em julho.

Nos meses que se seguiram à votação, o governo de Maduro emitiu um mandado de prisão para Gonzalez, seu rival na corrida.

“Uma recompensa de US$ 100 mil é oferecida a qualquer pessoa que forneça informações sobre sua localização”, disse a Agência de Investigações Científicas, Criminais e Forenses do país em um post no Instagram na quinta-feira.

A postagem emoldurava uma foto de Gonzalez no estilo de um pôster de “procurado”.

O governo de Maduro afirmou que o presidente prevaleceu na sua candidatura à reeleição, mas recusou-se a divulgar a habitual repartição dos registos eleitorais que acompanham as eleições.

A oposição, entretanto, acusou Maduro de fraude eleitoral e disse que González foi o legítimo vencedor. Divulgou o que pareciam ser planilhas eleitorais mostrando Gonzalez derrotando Maduro por uma margem de dois para um.

Os líderes regionais também lançaram dúvidas sobre as reivindicações de vitória de Maduro, pedindo que o governo divulgasse dados eleitorais que pudessem validar os resultados.

O governo ainda não o fez e Gonzalez deixou o país para Espanha na sequência do mandado de detenção de Setembro.

Ele já havia dito que retornaria no início do novo mandato presidencial e, na quinta-feira, o governo argentino indicou que ele estava a caminho de Buenos Aires.

Grupos de direitos humanos e organizações internacionais como as Nações Unidas criticaram o governo Maduro por atividades repressivas tanto antes como depois das eleições contestadas, incluindo prisões arbitrárias e tortura. Quase 2.000 pessoas foram presas após as eleições e 23 foram mortas.

Com a terceira cerimônia de posse de Maduro se aproximando, em 10 de janeiro, um grupo de especialistas em direitos humanos da ONU apelou às autoridades venezuelanas na quinta-feira para que respeitem as liberdades civis, incluindo o direito de protestar.

“Fazemos um forte apelo às autoridades para que o direito de manifestar-se e expressar-se livremente possa ser exercido sem medo de possíveis represálias”, disse a presidente do grupo, Marta Valinas, num comunicado.

Maduro ficou cada vez mais isolado após as eleições contestadas e a dura repressão policial aos protestos liderados pela oposição. Até mesmo aliados de esquerda no Brasil e na Colômbia pressionaram para que o seu governo divulgasse resultados transparentes.

A controvérsia em curso sobre as eleições também prejudicou as relações com a Argentina, que desde então cortou relações diplomáticas com a Venezuela.

Sem relações diplomáticas formais, o Brasil concordou em servir como guardião da embaixada da Argentina na capital venezuelana, Caracas, onde vários líderes da oposição procuraram abrigo. A Argentina acusou repetidamente a Venezuela de assediar as pessoas dentro dos muros da embaixada.

Na quinta-feira, o governo do presidente argentino de extrema-direita Javier Miley apresentou uma queixa ao Tribunal Penal Internacional (TPI) acusando o governo venezuelano do crime de “desaparecimento forçado” pela prisão de um membro dos serviços de segurança argentinos em dezembro.

O governo argentino afirma que Nahuel Gallo, membro da sua gendarmaria, atravessou a fronteira para a Venezuela para ver familiares.

Os promotores venezuelanos, porém, afirmam que ele está sendo investigado por possíveis ligações com grupos que buscam realizar ações “terroristas” no país.



Leia Mais: Aljazeera

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VÍDEO: Veja o que disse Ministra em julgamento do ex-governador Gladson Cameli

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No julgamento desta quarta-feira, dia 15/04/2026, a Corte Especial do STJ, por unanimidade, determinou o imediato desentranhamento dos Relatórios de Inteligência Financeira de n°s 50157.2.8600.10853, 50285.2.8600.10853 e 50613.2.8600.10853, a fim de que fosse viabilizada a continuidade do julgamento de mérito da ação penal. A própria Ministra Relatora Nancy Andrighi foi quem suscitou referida questão de ordem, visando regularizar e atualizar o processo. 

O jornalista Luis Carlos Moreira Jorge descreveu o contexto com as seguintes palavras:

SITUAÇÃO REAL
Para situar o que está havendo no STJ: o STF não determinou nulidade, suspensão de julgamento e retirada de pauta do processo do governador Gladson. O STF apenas pediu para desentranhar provas que foram consideradas ilegais pela segunda turma da Corte maior. E que não foram usadas nem na denúncia da PGR. O Gladson não foi julgado ontem em razão da extensão da pauta do STJ. O julgamento acontecerá no dia 6 de maio na Corte Especial do STJ, onde pode ser absolvido ou condenado. Este é o quadro real.

A posição descrita acima reflete corretamente o quadro jurídico do momento.

Veja o vídeo:

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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