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Governo do Acre qualifica servidores para situações de emergência e calamidades
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2 anos atrásem
Jairo Carioca
O governo do Acre, por meio da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH) e da Defesa Civil estadual, qualificam servidores públicos para situações de emergência e calamidades. O plano de ação foi aberto na manhã desta quarta-feira, 29, no auditório da Fecomércio, em Rio Branco, com o objetivo de assegurar apoio aos municípios e proteção social às populações afetadas, especialmente as mais vulneráveis socialmente. A vice-governadora e titular da SEASDH, Mailza Assis, realizou a abertura do evento.

“Diante das mudanças climáticas extremas, o Acre tem sofrido com enchentes e secas cada vez mais frequentes e severas. Nesse sentido, estamos aqui, com apoio da Defesa Civil estadual para qualificar a atuação de cada servidor em situações especiais que exigem esforço, participação coletiva e voluntariado, para saber onde agir, como agir e quando atuar na defesa de vidas”, disse Mailza.
A Defesa Civil do Estado atua como órgão articulador das instituições, prioritariamente na prevenção, na mitigação e na preparação do plano de contingência. O coordenador do órgão no Acre, coronel Carlos Batista, afirmou que o gerenciamento de desastres visando restabelecer a normalidade social é fundamental para ações de resposta e assistência humanitária.
“Esse curso específico vai mostrar como cada cidadão deve se comportar em situações extremas. Vale ressaltar que trabalhamos com base no plano de contingência do Estado, visando sempre à segurança do cidadão, como determina o governador Gladson Cameli”, acrescentou Batista.

Ainda de acordo a instituição, não há previsão de inundações para este ano. “Como órgão de defesa, precisamos nos antecipar às emergências. Em 2024 não havia previsão de cheias e tivemos os maiores eventos climáticos da história, portanto, essa ação desenvolvida pela vice-governadora Mailza é relevante, para estarmos sempre prevenidos e preparados”, analisou Batista.
O governo do Estado empenhou-se em desenvolver um plano abrangente e eficiente, com foco na promoção da segurança hídrica e na melhoria da infraestrutura urbana e rural, que alcance desde medidas preventivas até ações de resposta imediata, em caso de desastres naturais.
O plano de contingência enfatiza ações como mitigação e adequação às mudanças climáticas, recuperação das matas ciliares, política de desenvolvimento municipal, drenagem e macrodrenagem urbana e educação ambiental, entre outras.
Durante três dias, os servidores serão qualificados para o gerenciamento de equipes, conceitos e práticas para gerenciamento de desastres e estratégias, logística em situações emergenciais, desastres e acolhimentos.
A solenidade de abertura foi prestigiada pelos titulares da Segov, Luiz Calixto; da Procuradoria-Geral do Estado, Janete Melo; do Turismo e Empreendedorismo, Marcelo Messias; da Casa Civil, Cristovão Messias; da Junta Comercial, Nayara Honorato; do Serviço de Água e Esgoto do Estado do Acre, José Bestene; Empresas Públicas, Ana Paula Lima; e Companhia de Armazens Gerais e Entrepostos do Acre, Pádua Bruzugu.
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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6 horas atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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7 horas atrásem
14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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10 horas atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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