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Grupos que operam como bancos querem regras mais flexíveis – 06/03/2025 – Painel S.A.
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10 meses atrásem
A Associação Brasileira de Câmbio (Abracam), que reúne os principais bancos e corretoras do mercado de câmbio, pediu ao Banco Central que fintechs –público-alvo do serviço de Banking as a Service (BaaS) [banco como serviço, em tradução do inglês]– possam usar serviços de câmbio de instituições reguladas sem exclusividade, além de incorporar opções de criptativos.
O pleito surge diante da crescente digitalização do setor financeiro. De acordo com um estudo encomendado pela infratech Celcoin, o mercado de BaaS no Brasil deve ultrapassar US$ 5 bilhões até 2031, crescendo 12 vezes até lá.
Esse modelo permite que empresas não financeiras, como fintechs, ecommerces e grandes varejistas, incorporem serviços financeiros em suas plataformas por meio da infraestrutura de instituições financeiras licenciadas.
Hoje, esse modelo funciona por meio de contratos privados entre as partes. Não há controle do BC, mas a autarquia fez uma consulta pública mirando a possibilidade de regulamentá-lo.
Abertura
Na consulta pública, um dos pontos mais controversos foi a restrição para que uma mesma entidade de BaaS possa operar com mais de uma instituição financeira –pleito das instituições hoje reguladas.
De acordo com a Abracam, para o mercado de câmbio, essa limitação contraria o objetivo de ampliação da bancarização, uma vez que nem todas as instituições financeiras oferecem todos os serviços necessários.
Para a associação, a evolução tecnológica atual permite rastrear e identificar a instituição que realizou uma operação, minimizando riscos operacionais. A exigência de exclusividade, defende a Abracam, não se justifica do ponto de vista técnico ou regulatório.
Ela também quer a inclusão de operações de câmbio internacional (eFX) e serviços relacionados a criptoativos no modelo BaaS, criando um modelo de “Cripto as a Service”.
Na visão da entidade, a ausência desses serviços na regulamentação poderia limitar o potencial de inovação e crescimento do setor.
Outro ponto de destaque é a proposta do BC de proibir a atuação de tomadores de serviço de BaaS operando no Brasil a partir do exterior, prática que já ocorre atualmente.
O mercado de câmbio argumenta que essa medida pode colocar o Brasil em desvantagem competitiva em relação a outras economias que adotam abordagens mais abertas, reduzindo o fluxo de investimentos estrangeiros e dificultando a integração do país no sistema financeiro global.
A reivindicação é um dos pontos de maior resistência junto ao BC, que pretende manter o controle das atividades relacionadas aos criptoativos dentro do Brasil.
Com Stéfanie Rigamonti
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Nota da Andifes sobre os cortes no orçamento aprovado pelo Congresso Nacional para as Universidades Federais — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
23 de dezembro de 2025Notícias
publicado:
23/12/2025 07h31,
última modificação:
23/12/2025 07h32
Confira a nota na integra no link: Nota Andifes
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Ufac entrega equipamentos ao Centro de Referência Paralímpico — Universidade Federal do Acre
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2 semanas atrásem
18 de dezembro de 2025A Ufac, a Associação Paradesportiva Acreana (APA) e a Secretaria Extraordinária de Esporte e Lazer realizaram, nessa quarta-feira, 17, a entrega dos equipamentos de halterofilismo e musculação no Centro de Referência Paralímpico, localizado no bloco de Educação Física, campus-sede. A iniciativa fortalece as ações voltadas ao esporte paraolímpico e amplia as condições de treinamento e preparação dos atletas atendidos pelo centro, contribuindo para o desenvolvimento esportivo e a inclusão de pessoas com deficiência.
Os equipamentos foram adquiridos por meio de emenda parlamentar do deputado estadual Eduardo Ribeiro (PSD), em parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro, com o objetivo de fortalecer a preparação esportiva e garantir melhores condições de treino aos atletas do Centro de Referência Paralímpico da Ufac.
Durante a solenidade, a reitora da Ufac, Guida Aquino, destacou a importância da atuação conjunta entre as instituições. “Sozinho não fazemos nada, mas juntos somos mais fortes. É por isso que esse centro está dando certo.”
A presidente da APA, Rakel Thompson Abud, relembrou a trajetória de construção do projeto. “Estamos dentro da Ufac realizando esse trabalho há muitos anos e hoje vemos esse resultado, que é o Centro de Referência Paralímpico.”
O coordenador do centro e do curso de Educação Física, Jader Bezerra, ressaltou o compromisso das instituições envolvidas. “Este momento é de agradecimento. Tudo o que fizemos é em prol dessa comunidade. Agradeço a todas as instituições envolvidas e reforço que estaremos sempre aqui para receber os atletas com a melhor estrutura possível.”

O atleta paralímpico Mazinho Silva, representando os demais atletas, agradeceu o apoio recebido. “Hoje é um momento de gratidão a todos os envolvidos. Precisamos avançar cada vez mais e somos muito gratos por tudo o que está sendo feito.”
A vice-governadora do Estado do Acre, Mailza Assis da Silva, também destacou o trabalho desenvolvido no centro e o talento dos atletas. “Estou reconhecendo o excelente trabalho de toda a equipe, mas, acima de tudo, o talento de cada um de nossos atletas.”
Já o assessor do deputado estadual Eduardo Ribeiro, Jeferson Barroso, enfatizou a finalidade social da emenda. “O deputado Eduardo fica muito feliz em ver que o recurso está sendo bem gerenciado, garantindo direitos, igualdade e representatividade.”
Também compuseram o dispositivo de honra a pró-reitora de Inovação, Almecina Balbino, e um dos coordenadores do Centro de Referência Paralímpico, Antônio Clodoaldo Melo de Castro.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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Orquestra de Câmara da Ufac apresenta-se no campus-sede — Universidade Federal do Acre
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18 de dezembro de 2025A Orquestra de Câmara da Ufac realizou, nesta quarta-feira, 17, uma apresentação musical no auditório do E-Amazônia, no campus-sede. Sob a coordenação e regência do professor Romualdo Medeiros, o concerto integrou a programação cultural da instituição e evidenciou a importância da música instrumental na formação artística, cultural e acadêmica da comunidade universitária.
A reitora Guida Aquino ressaltou a relevância da iniciativa. “Fico encantada. A cultura e a arte são fundamentais para a nossa universidade.” Durante o evento, o pró-reitor de Extensão e Cultura, Carlos Paula de Moraes, destacou o papel social da arte. “Sem arte, sem cultura e sem música, a sociedade sofre mais. A arte, a cultura e a música são direitos humanos.”
Também compôs o dispositivo de honra a professora Lya Januária Vasconcelos.
(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)
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