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Guerra Rússia-Ucrânia: Lista dos principais eventos, dia 1.055 | Notícias da guerra Rússia-Ucrânia
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Aqui estão os principais desenvolvimentos no 1.055º dia da invasão em grande escala da Rússia na Ucrânia.
Esta é a situação na terça-feira, 14 de janeiro:
Combate
- Drones ucranianos atacaram uma estação de compressão de gás para o gasoduto TurkStream, que bombeia gás russo para a Europa via Turkiye, disse o Ministério da Defesa em Moscou.
- O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, falou de “terrorismo energético” sob o controle do que chamou de “amigos transoceânicos” da Ucrânia, após o ataque à estação de bombeamento Russkaya, na região de Krasnodar, no sul da Rússia, a cerca de 320 km (198 milhas) das linhas de frente russo-ucranianas. .
- As forças russas estão a contornar o principal reduto e centro logístico vital de Pokrovsk em leste da Ucrânia que lutaram durante meses para capturar. Em vez disso, eles estão concentrados em cortar as linhas de abastecimento para a cidade, visando uma rodovia que vai de lá até a cidade de Dnipro, no centro da Ucrânia, disseram os militares ucranianos.
- A Ucrânia interrompeu a produção na sua mina de carvão coqueificável em Pokrovsk, que alimenta a indústria siderúrgica do país, devido à proximidade do avanço das forças russas, informa a agência de notícias Reuters.
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskyy, disse que conversou com o seu homólogo francês, Emmanuel Macron, e discutiu a ideia de “contingentes” ocidentais serem enviados para a Ucrânia. Zelenskyy não disse se estava falando sobre o envio de tropas de combate ou de forças de manutenção da paz pelo Ocidente.
- A Ucrânia não está atualmente numa posição suficientemente forte para negociações de paz com a Rússia, disse o chefe da NATO, Mark Rutte. “Neste momento, claramente a Ucrânia não está lá, porque não pode neste momento negociar a partir de uma posição de força”, disse Rutte aos legisladores da União Europeia.
Ajuda militar
- O chanceler alemão, Olaf Scholz, disse que se opõe a qualquer aumento nas entregas de armas à Ucrânia se isso exigir cortes no orçamento alemão.
Petróleo e gás russo
- Dez países da UE apelaram ao bloco de 27 nações para proibir as importações de gás gasoduto e gás natural liquefeito (GNL) da Rússia, segundo a Reuters. Os 10 países incluem a República Checa, a Dinamarca, a Estónia e a Finlândia.
- A UE está a preparar o seu 16.º pacote de sanções contra a economia da Rússia, antes do terceiro aniversário da invasão em grande escala da Ucrânia por Moscovo, em Fevereiro de 2022.
- O primeiro-ministro da região separatista da Moldávia, a Transnístria, disse que a redução abrupta do fornecimento de gás russo – resultante da interrupção do trânsito de gás através de gasodutos na Ucrânia – não só mergulhou a sua região numa crise energética, mas também destruiu tanto as suas exportações como as suas importações.
- O trânsito de petróleo da Rússia através da Ucrânia em 2024 caiu 16 por cento, para o nível mais baixo desde que Kiev conquistou a independência em 1991, disse a consultoria ucraniana ExPro.
- O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, acredita que os preços do petróleo se estabilizarão depois que Washington impôs o mais amplo pacote de sanções já visando as receitas de petróleo e gás da Rússia, disse o conselheiro de Segurança Nacional dos EUA, Jake Sullivan.
- Pelo menos 65 petroleiros ancoraram em vários locais ao redor do mundo, incluindo nas costas da China e da Rússia, desde que os EUA anunciaram um novo pacote de sanções contra a Rússia em 10 de janeiro, mostraram dados de rastreamento de navios.
Segurança regional
- A tripulação a bordo de um petroleiro acusado de sabotar cabos submarinos de energia e comunicações no Mar Báltico estava prestes a cortar outros cabos e oleodutos quando as autoridades finlandesas abordaram o navio no mês passado, disse o chefe da investigação finlandesa.
- Identificar navios suspeitos de sabotagem e limitar as suas atividades é a forma mais eficiente de proteger infraestruturas submarinas críticas, afirmou a vice-presidente da Comissão Europeia, Henna Virkkunen.
- Os países da OTAN no Mar Báltico procurarão aumentar a segurança quando se reunirem hoje em Helsínquia, na sequência da suspeita de sabotagem de cabos submarinos amplamente atribuída à Rússia.
- Os ministros da Defesa da Polónia, Alemanha, França, Itália e Reino Unido reuniram-se em Varsóvia e acordaram nos esforços para impulsionar a indústria de armamento da Ucrânia na sua batalha contra a invasão russa.
- Os líderes da UE reunir-se-ão na Bélgica no dia 3 de Fevereiro para um “retiro” excepcional de defesa envolvendo o primeiro-ministro do Reino Unido e o secretário-geral da NATO.
Política
- O presidente russo, Vladimir Putin, receberá esta semana o seu homólogo iraniano para a assinatura de um amplo pacto de parceria entre Moscovo e Teerão, disse o Kremlin.
- Biden disse que a sua gestão da política externa dos EUA deixou o seu país mais seguro e economicamente mais protegido, argumentando que o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, herdará uma nação considerada mais forte e mais confiável do que era há quatro anos.
- Trump disse que se reunirá com Putin “muito rapidamente” depois que ele assumir o cargo na próxima semana.
- O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, convidou o presidente Zelenskyy a visitar a Eslováquia para conversações, após semanas de acusações e ameaças mútuas. Fico disse que a Eslováquia sempre apoiou o país vizinho e sugeriu que Zelenskyy poderia usar a recém-inaugurada ligação ferroviária direta de Kiev à Eslováquia para a sua visita. Zelenskyy respondeu a Fico com um contra-convite na plataforma X, dizendo: “OK. Venha para Kyiv na sexta-feira.”
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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