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Hamas confirma a morte de seu líder, Yahya Sinouar

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Na Faixa de Gaza, “inferno na terra” para o seu milhão de crianças, denuncia Unicef

Gaza é uma verdadeira “inferno na terra” para o milhão de crianças que vivem lá, enquanto cerca de quarenta delas morreram todos os dias durante um ano, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) na sexta-feira.

Mais de um ano após o início da guerra em Gaza, “as crianças continuam a sofrer um sofrimento diário indescritível”declarou o porta-voz da Unicef, James Elder, durante uma coletiva de imprensa em Genebra, relata a Agence France-Presse. “Gaza é a verdadeira personificação do inferno na terra para os seus milhões de crianças. A situação piora dia após dia, à medida que vemos o terrível impacto dos ataques aéreos e das operações militares.”ele observou.

“Se este nível de horror não despertar a nossa humanidade e não nos levar à ação, então o que o fará? » ele perguntou.

Desde o ataque mortal de 7 de outubro de 2023 perpetrado pelo Hamas em Israel, que desencadeou a guerra na Faixa de Gaza, estima « prudentes » estimam o número de crianças mortas em Gaza em mais de 14.100, segundo o Sr. Elder. Isso significa que“Aproximadamente 35 a 40 meninas e meninos foram mortos todos os dias em Gaza desde 7 de outubro.”

Quanto aos sobreviventes, eles não têm para onde ir em segurança enquanto “privações afetam toda a Faixa de Gaza”. “Para onde poderiam ir as crianças e suas famílias? Eles não estão seguros em escolas e abrigos. Eles não estão seguros em hospitais. E certamente não estão seguros nos campos superlotados.”observou o Sr. Elder.

Porta-voz da UNICEF descreve como é a vida de uma criança em Gaza através do caso de uma menina de sete anos, Qamar, que foi baleada no pé durante um ataque ao acampamento Jabaliya.

O único hospital para onde ela pôde ser levada – uma maternidade – ficou sitiado durante vinte dias. Como ela não podia ser movida e o hospital não tinha recursos para tratar a infecção no pé, os médicos amputaram sua perna. Ela, sua mãe e sua irmã também ferida foram forçadas a seguir para o sul a pé. “Eles agora vivem em uma tenda rasgada, cercada por água estagnada”disse o Sr. Elder.



Leia Mais: Le Monde

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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