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Hamas confirma líder Yahya Sinwar morto em combate em Gaza pelo exército israelense | Notícias do conflito Israel-Palestina

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O líder do Hamas, Yahya Sinwar, foi morto em combate em Gaza com os militares israelenses, confirmou o grupo palestino.

Khalil Hayya, chefe do Hamas em Gaza, disse num discurso televisionado na sexta-feira que o líder de 62 anos foi “firme, corajoso e intrépido” e “sacrificou a sua vida pela causa da nossa libertação”.

“Ele encontrou o fim permanecendo corajoso, com a cabeça erguida, segurando sua arma de fogo, atirando até o último suspiro, até o último momento de sua vida”, disse ele à TV Al-Aqsa, afiliada ao Hamas.

“Desde os primeiros dias ele se envolveu em sua luta como um lutador resistente. Ele permaneceu desafiador atrás das grades israelenses e após sua libertação em um acordo trocado, ele continuou com sua luta e sua dedicação à causa.”

Hayya acrescentou que o “martírio” de Sinwar e os líderes que o precederam “só aumentarão a força e a resiliência do nosso movimento”.

Ele disse, no entanto, que os cativos mantidos em Gaza não retornarão até que Israel pare os seus ataques a Gaza e retire as suas forças do enclave sitiado.

“O Hamas continuará até ao estabelecimento do Estado palestiniano em todo o solo palestiniano, com Jerusalém como capital.”

Na quinta-feira, os militares israelitas anunciaram que Sinwar foi morto num tiroteio surpresa em Rafah, no sul de Gaza.

“As forças identificaram três terroristas que iam de casa em casa em fuga”, disse o porta-voz do exército israelita, Daniel Hagari, num briefing. “Sinwar fugiu sozinho para um dos edifícios e as nossas forças escanearam a área com um drone.”

Imagens de drone divulgadas pelos militares mostraram Sinwar coberto de poeira, sentado em uma poltrona com uma das mãos gravemente ferida e a cabeça coberta por um lenço tradicional.

“Nós o encontramos com uma arma e 40 mil shekels (US$ 10.750)”, disse Hagari.

As imagens mostraram Sinwar jogando um pedaço de pau no drone que se aproximava antes de levar um tiro na cabeça.

Os militares realizaram testes de DNA, exames dentários e outras investigações forenses que confirmaram sua identidade.

Os militares e os meios de comunicação israelitas afirmaram regularmente que o líder do Hamas estava escondido nas profundezas dos túneis sob Gaza, ao lado de reféns capturados pelos seus combatentes durante a guerra. Ataque de 7 de outubro.

“No edifício onde os terroristas foram eliminados, não havia sinais da presença de reféns na área”, afirmou um comunicado militar na quinta-feira.

A morte de Sinwar segue-se aos assassinatos israelenses de outros líderes e comandantes do Hamas.

Ele foi nomeado líder do grupo em 6 de agosto, como sucessor do ex-chefe político Ismail Haniyehque foi assassinado na capital iraniana, Teerã, em 31 de julho.

Israel considerou Sinwar o arquitecto do ataque liderado pelo Hamas em 7 de Outubro no sul de Israel, que desencadeou o actual conflito em Gaza, no qual as forças israelitas mataram pelo menos 42.500 pessoas, segundo o Ministério da Saúde de Gaza.

Nascido num campo de refugiados na cidade de Khan Younis, no sul de Gaza, Sinwar passou metade da sua vida adulta em prisões israelitas.

Ele foi libertado por Israel em 2011, numa troca de prisioneiros pelo soldado israelense Gilad Shalit com mais de 1.000 outros palestinos e foi considerado o mais antigo e proeminente de todos os libertados.

A sua morte representa um duro golpe para o movimento palestiniano que está envolvido em batalhas com as forças israelitas na Faixa de Gaza há mais de um ano.

O Hezbollah do Líbano prometeu intensificar os combates contra Israel, enquanto o Irão disse que “o espírito de resistência” seria fortalecido pela morte do seu aliado palestiniano.

Muitos os líderes mundiais esperavam a sua morte abriria caminho a um cessar-fogo em Gaza e ao regresso dos cativos.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, classificou o assassinato de Sinwar como um marco, mas prometeu continuar a guerra. “Temos diante de nós uma grande oportunidade de parar o eixo do mal e criar um futuro diferente”, disse ele.



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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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