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Hamas pode ter de abandonar a base política no Catar após ‘exigência’ dos EUA | Catar
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2 anos atrásem
Jason Burke in Jerusalem
O Hamas pode ser forçado a fechar os seus escritórios no Qatar, depois de os EUA terem dito ao pequeno estado do Golfo que não é mais aceitável permitir que o grupo militante islâmico tenha uma base lá.
O Qatar, um parceiro fundamental dos EUA no Médio Oriente, acolhe o gabinete político do Hamas há mais de uma década e permitiu que muitos líderes seniores da organização vivessem lá.
O pedido foi relatado pela Reuters na noite de sexta-feira, mas ainda não foi confirmado oficialmente.
“Depois de rejeitar repetidas propostas para libertar reféns, os líderes (do Hamas) não deveriam mais ser bem-vindos nas capitais de qualquer parceiro americano. Deixamos isso claro ao Catar após a rejeição pelo Hamas, semanas atrás, de outra proposta de libertação de reféns”, disse o alto funcionário à Reuters, falando sob condição de anonimato.
Os críticos do pedido dos EUA dizem que irá dificultar o envolvimento com elementos do Hamas potencialmente mais inclinados a compromissos, e poderá aumentar a influência de estados mais hostis, como o Irão, sobre o grupo.
O Hamas ainda mantém cerca de 100 reféns capturados durante o seu ataque surpresa a Israel em outubro passado. Várias rondas de negociações destinadas a garantir o fim da guerra de 13 meses em Gaza falharam.
O pequeno mas influente Estado do Golfo tem sido um intermediário importante nas negociações para mediar um cessar-fogo e é provável que cumpra o pedido dos EUA, disseram analistas. A autoridade dos EUA disse à Reuters que o Catar, que é designado como um importante aliado não pertencente à OTAN por Washington, repassou a exigência aos líderes do Hamas há cerca de 10 dias.
Os líderes do Hamas preparam-se há vários meses para deixar o Qatar, tendo a Turquia e o Iraque sido sugeridos como possíveis alternativas. O grupo abriu recentemente um escritório político em Bagdá.
Autoridades do Hamas negaram que o Catar tenha dito à organização para sair e não houve reação do Ministério das Relações Exteriores do Catar aos relatórios.
O pedido ao Catar surge em meio a uma enxurrada de atividades enquanto a administração do presidente dos EUA, Joe Biden, prepara um esforço final para acabar com os ataques israelenses em Gaza e no Líbano antes de entregar o poder a Donald Trump, que disse que também quer ver um fim do conflito.
No entanto, não há sinais imediatos de que qualquer avanço seja possível. Nas rondas anteriores de conversações, as divergências sobre se qualquer cessar-fogo seria definitivo e a retirada das tropas israelitas de Gaza bloquearam um acordo.
Os observadores culparam Yahya Sinwar, o líder do Hamas, e o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, pelo fracasso em acabar com o conflito, dizendo que Sinwar não queria parar os combates que estavam prejudicando a posição internacional de Israel e que Netanyahu torpedeou deliberadamente sucessivos acordos potenciais para razões políticas internas.
O Catar acolhe os líderes políticos do Hamas desde 2012, quando o grupo deixou Damasco após desentendimentos com o regime sírio. Os EUA apoiaram a medida na altura, acreditando que permitiria um canal de comunicação útil com o Hamas.
O Xeque Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, primeiro-ministro do Qatar, disse repetidamente durante o ano passado que o escritório do Hamas existe em Doha para permitir negociações com o grupo.
Mas depois do ataque do ano passado a partir de Gaza ao sul de Israel, no qual o Hamas matou 1.200 pessoas e raptou outras 250, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, disse aos líderes no Qatar e noutros locais da região que “não poderia haver mais negócios como sempre”. com o Hamas.
após a promoção do boletim informativo
Na sexta-feira, 14 senadores republicanos dos EUA escreveram uma carta ao departamento de estado pedindo a Washington que congelasse imediatamente os bens dos funcionários do Hamas que vivem no Qatar, extraditasse vários altos funcionários do Hamas que viviam lá e pedisse às autoridades que acabassem com a sua hospitalidade para com a liderança do grupo.
A ofensiva de Israel na Faixa de Gaza matou mais de 43 mil palestinianos, reduziu o território a um deserto e conduziu a uma catástrofe humanitária.
A agência de defesa civil de Gaza disse no sábado que os ataques aéreos israelenses mataram pelo menos 14 palestinos durante a noite, incluindo mulheres e crianças, enquanto os militares israelenses disseram ter matado dezenas de militantes do Hamas.
Um ataque aéreo atingiu tendas que abrigavam palestinos deslocados na área sul de Khan Younis, matando pelo menos nove pessoas, incluindo crianças e mulheres, disse Mahmud Bassal, porta-voz da defesa civil, à AFP.
Um segundo ataque aéreo matou cinco pessoas, incluindo crianças, e feriu cerca de 22 quando “aviões de guerra israelenses atingiram a escola Fahad Al-Sabah”, que havia sido transformada em abrigo para “milhares de pessoas deslocadas” no distrito de Al-Tuffah, na cidade de Gaza. Bassal disse.
Nos últimos meses, os militares israelitas atacaram várias escolas que foram transformadas em abrigos onde Israel afirma que militantes palestinianos operam.
Entretanto, os militares israelitas afirmaram que as suas tropas mataram “dezenas de terroristas” na área de Jabalia, no norte de Gaza, onde têm conduzido uma ampla operação aérea e terrestre.
Grande parte do norte de Gaza foi sob cerco por semanas. Os militares israelitas negam ter tentado sistematicamente forçar os palestinianos da área a fugir para a relativa segurança do sul da faixa.
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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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17 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
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14 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.
O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.
A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.
Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.
O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.
A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.
Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.
Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.
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