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Harris diz que a morte de Yahya Sinwar é uma chance de finalmente encerrar a guerra Israel-Gaza | Guerra Israel-Gaza

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Robert Tait in Washington

Kamala Harris saudou a morte de Yahya Sinwar como uma oportunidade para finalmente acabar com a guerra em Gaza e preparar-se para “o dia seguinte”, quando o Hamas deixar de dominar o território.

O vice-presidente dos EUA e candidato democrata disse que “a justiça foi feita” com a morte do líder do Hamas, acrescentando que os EUA, Israel e o resto do mundo estavam “em melhor situação como resultado”.

Preso em uma disputa eleitoral titânica com Donald Trump para vencer o estado de batalha de Michigan, lar de um grande bloco eleitoral árabe-americano simpatizante da causa palestina, Harris também pressionou pelo fim das hostilidades que duraram um ano e que mataram mais de 42 mil pessoas em Gaza e deixaram um rastro de destruição no território.

“O Hamas está dizimado e a sua liderança eliminada”, disse ela disse. “Este momento dá-nos a oportunidade de finalmente acabar com a guerra em Gaza.” O fim do conflito deve ser acompanhado pela segurança para Israel, pela libertação dos restantes reféns e pelo fim do sofrimento em Gaza, disse ela.

Ela também deu a entender o seu apoio à criação de um Estado palestiniano, dizendo que este deveria proclamar os direitos dos palestinianos à “dignidade, segurança, liberdade e autodeterminação”.

Seus comentários concordaram com os de Joe Bidenque tem sido criticado pelos progressistas pelo apoio irrestrito a Israel, mesmo quando Benjamin Netanyahu ignorou os seus apelos para evitar vítimas civis e aliviar o sofrimento humanitário no pequeno território costeiro.

“Israel tem todo o direito de eliminar a liderança e a estrutura militar do Hamas”, disse Biden em comentários que pareciam destinados a responder às críticas ao seu apoio.

Ele disse que Sinwar representou um “obstáculo intransponível” para um futuro melhor para israelenses e palestinos. “Esse obstáculo não existe mais. Mas ainda há muito trabalho pela frente”, disse ele.

Biden disse que conversaria com Netanyahu e outros líderes israelenses sobre “acabar com esta guerra de uma vez por todas”.

Depois de os dois líderes terem conversado na noite de quinta-feira, a Casa Branca disse que “discutiram como usar este momento para trazer os reféns para casa e encerrar a guerra com a segurança de Israel garantida e o Hamas nunca mais capaz de controlar Gaza”.

No entanto, Netanyahu – que foi acusado de atrasar um acordo de cessar-fogo – deu a entender que o conflito estava longe de terminar. “A guerra ainda está em curso”, disse ele num discurso televisionado na noite de quinta-feira.

Antony Blinken, secretário de Estado dos EUA, chamou Sinwar – o arquitecto do ataque de 7 de Outubro a Israel – de “terrorista cruel e impenitente” e disse que torpedeou repetidamente acordos que teriam encerrado o conflito.

“Em várias ocasiões nos últimos meses, Sinwar rejeitou os esforços dos Estados Unidos e dos seus parceiros para encerrar esta guerra através de um acordo que devolveria os reféns às suas famílias e aliviaria o sofrimento do povo palestino”, disse Blinken.

A notícia também foi bem recebida pelos líderes do Congresso dos EUA. O presidente republicano da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, disse que a vida de Sinwar foi “a personificação do mal e marcada pelo ódio por tudo o que há de bom no mundo”.

“Sua morte traz esperança para todos aqueles que buscam viver em liberdade e alívio para os israelenses que ele procurou oprimir”, disse Johnson.

Chuck Schumer, o líder da maioria democrata no Senado, disse esperar que o evento leve ao “fim das hostilidades que garanta a segurança do povo israelense e forneça ajuda humanitária total e um novo caminho a seguir para o povo de Gaza”.

O ex-diretor da CIA David Petraeus disse à BBC que a morte de Sinwar foi “maior que” o assassinato de Osama bin Laden pelas forças especiais dos EUA em 2011, sendo “ao mesmo tempo extremamente simbólico… mas também extremamente operacional” porque Sinwar era o líder geral do Hamas.

A notícia também foi saudada por líderes de todo o mundo e pela aliança da OTAN.

Keir Starmer, o primeiro-ministro britânico, chamou Sinwar de “o cérebro por trás do dia mais mortal da história judaica desde o Holocausto”, acrescentando: “Hoje os meus pensamentos estão com as famílias dessas vítimas. O Reino Unido não lamentará a sua morte.

“A libertação de todos os reféns, um cessar-fogo imediato e um aumento da ajuda humanitária são muito necessários para que possamos avançar em direcção a uma paz sustentável e de longo prazo no Médio Oriente.”

Sentimentos semelhantes foram expressos pelo secretário-geral da OTAN, Mark Rutte, que disse que “pessoalmente não sentirá falta de Sinwar”.

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, disse: “Hoje oferece uma medida de justiça para suas vítimas e suas famílias. A morte de Sinwar põe fim a um reinado de terror.”

Publicando no X, o presidente francês, Emmanuel Macron, escreveu: “Yahya Sinwar foi o principal responsável pelos ataques terroristas e atos bárbaros de 7 de outubro. A França exige a libertação de todos os reféns ainda detidos pelo Hamas”.

Giorgia Meloni, primeira-ministra da Itália, também pediu a libertação dos reféns. “Estou convencida de que uma nova fase deve ser lançada: é hora de todos os reféns serem libertados, de um cessar-fogo ser imediatamente proclamado e de começar a reconstrução de Gaza”, disse ela.

O sentimento foi partilhado por Annalena Baerbock, ministra dos Negócios Estrangeiros da Alemanha, que afirmou que “o Hamas deve agora libertar todos os reféns e depor as armas, o sofrimento do povo de Gaza deve finalmente acabar”.



Leia Mais: The Guardian

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre

A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.

A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.

A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.

Conscientização e prevenção

Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.

A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.

A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.

A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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