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Harris e Trump, em disputa acirrada, buscam vantagem entre eleitores indecisos | Eleições nos EUA 2024
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2 anos atrásem
Edward Helmore
Kamala Harris e Donald Trump passaram o domingo tentando reforçar o apoio político entre o que consideravam blocos eleitorais obrigatórios, com pesquisas mostrando-os presos em uma disputa presidencial acirrada em 5 de novembro.
Faltando menos de um mês para o dia das eleições, a vice-presidente democrata compareceu a uma igreja negra em Greenville, Carolina do Norte, como parte do esforço da sua campanha de “almas às urnas”. Ela então realizou um comício na East Carolina University, exaltando a forma como as comunidades – especialmente na parte oeste do estado – estavam se unindo após os danos causados pelo furacão Helene no final de setembro, especialmente a forma como “as pessoas que têm menos dão mais”.
Enquanto isso, seu oponente republicano estava no Arizona – em busca de apoio negro e latino enquanto busca uma segunda presidência, após um comício na Califórnia um dia antes.
Ambos os candidatos tentam obter uma vantagem decisiva entre os eleitores que ainda não decidiram quem apoiar. As pesquisas mostram que o voto antecipado, que tende a favorecer os democratas, caiu 45% em relação aos anos eleitorais anteriores – um sinal de que pode haver milhões de eleitores indecisos.
Trump agora deixou de condenar o voto antecipado como uma conspiração democrata para arquitetar sua derrota para Joe Biden em 2020 e passou a exortar as pessoas a votarem antecipadamente e pelo correio.
Um recente ABC News-Ipsos enquete mostrou que o apoio foi dividido por gênero, com as mulheres votando 60-40 em Harris e os homens votando em Trump por uma margem semelhante.
Trump precisa de mulheres brancas, que o apoiaram em maior número em 2020 do que em 2016 – mas também de homens negros. No domingo, ele argumentou que o apelo do seu colega ex-presidente Barack Obama na semana passada para que os homens negros apoiassem Harris se baseasse “apenas na cor da sua pele, e não nas suas políticas” como “profundamente insultuoso”.
O senador democrata da Geórgia, Ralph Warnock, disse no domingo à CNN: “Os homens negros não vão votar Donald Trump em qualquer número significativo.” Mas o seu colega democrata negro Jim Clyburn, congressista da Carolina do Sul, disse à CNN: “Sim, estou preocupado” com o facto de os homens negros votarem em Trump.
Uma pesquisa do New York Times publicada Domingo descobriu que Harris está tendo desempenho inferior aos três últimos candidatos democratas à Casa Branca entre os eleitores latinos.
A eleição pode se resumir a aumentos fracionários no apoio a cada um. Uma pesquisa da NBC News divulgado no domingo mostrou os candidatos em um “empate” nacionalmente com 48% de apoio. A sondagem concluiu que os eleitores estão a reavaliar o primeiro mandato de Trump de forma mais favorável – mas também que os eleitores vêem os direitos reprodutivos como uma questão motivadora de topo, o que poderá prejudicar o antigo presidente depois de três dos seus nomeados para o Supremo Tribunal dos EUA terem eliminado o direito federal ao aborto.
Uma pesquisa da CBS Newstambém divulgado no domingo, descobriu que a corrida presidencial é mais do que apenas duas ideologias conflitantes – mas uma desconexão fundamental.
Por exemplo, a maioria dos apoiantes de Trump disseram que a ajuda às vítimas dos furacões Helene e Milton não estava a chegar às pessoas afectadas – enquanto os apoiantes de Harris indicaram que sim. Os apoiadores de Trump disseram que a economia estava ruim; Os apoiadores de Harris disseram que era bom. Os eleitores de Trump disseram que as passagens na fronteira EUA-México estavam a aumentar; Os eleitores de Harris disseram que estavam em baixa.
Os eleitores de Trump, especialmente os homens, disseram que os esforços para a igualdade de género tinham ido longe demais; Os eleitores de Harris disseram que não era o suficiente. Mas ambos concordaram que as redes sociais não eram confiáveis e tornaram mais difícil encontrar pontos de acordo e distinguir os factos da ficção.
Mas a resposta aos dois furacões que o sudeste dos EUA continuou recentemente a dominar a campanha dos Democratas. No domingo, Biden estava programado para avaliar os danos infligidos na costa do Golfo da Flórida por Milton, onde anunciaria US$ 600 milhões em financiamento para redes elétricas danificadas.
A resposta aos furacões continua a ser a preocupação política dos democratas. O comício de Harris no domingo ocorreu em meio à intensa politização da velocidade da resposta federal ao desastre para Helene.
No comício, ela parecia estar tentando neutralizar a política dos furacões. As crises, disse ela, “têm uma forma de revelar os heróis entre nós, os anjos entre nós, e de nos mostrar o melhor de quem somos… heróis que não perguntam aos feridos ou abandonados se são republicanos ou um democrata, mas que simplesmente pergunta: ‘Você está bem?’”
após a promoção do boletim informativo
Isso veio como o Wall Street Journal informou que parte da resposta anterior a Helene veio na forma da Patriot Front, uma organização que a Liga Anti-Difamação concluiu ser um grupo de supremacia branca – e que estava a usar a desinformação como ferramenta de recrutamento.
Com Arizona, Nevada e Geórgia potencialmente inclinados para Trump, e Pensilvânia, Michigan e Wisconsin potencialmente inclinados para Harris, a perda da Carolina do Norte custaria a Trump 16 votos do colégio eleitoral necessários para atingir o limite de vitórias de 270. O estado votou por pouco em Trump em 2020.
O presidente republicano da Câmara, Mike Johnson, disse ao Face the Nation da CBS no domingo que negaria o apelo de Harris e Biden para trazer o Congresso de volta a Washington para aprovar mais financiamento de ajuda humanitária após o furacão.
“Isso pode esperar”, disse Johnson, apontando para 20 mil milhões de dólares em financiamento adicional para catástrofes que tinha sido aprovado recentemente. Ele alegou que apenas 2% desse financiamento havia sido distribuído. Assim que os estados avaliarem e calcularem as suas “necessidades reais” e as apresentarem, “o Congresso reunir-se-á e, de forma bipartidária, iremos abordar essas necessidades”.
Johnson acusou a Agência Federal de Gestão de Emergências (Fema) de ser “lenta na resposta”. Ele disse: “Eles não fizeram o trabalho que todos esperamos e esperamos que façam, e haverá muitas avaliações sobre isso também nos próximos dias”.
Mas com o apoio de Harris parecendo diminuir nas últimas semanas, inclusive após uma série de aparições na TV, há relatos de tensões crescentes entre sua campanha e a Casa Branca de Biden. O presidente cancelou uma viagem à Alemanha para se concentrar na resposta ao furacão. Mas ele está agora relatado ter remarcado a viagem para sexta-feira.
De acordo com AxiosOs assessores de Biden continuam feridos pelo fato de o presidente ter sido afastado de sua candidatura à reeleição em meio a dúvidas sobre sua idade. Ele tem 81 anos – apenas três anos mais velho que Trump.
A equipe de Harris acreditava que Biden a ofuscou ao realizar uma coletiva de imprensa improvisada enquanto ela realizava um comício em Michigan.
Esperava-se que Biden se reunisse no domingo com o governador da Flórida, Ron DeSantis, com quem Harris estava brigando no início da semana. Um assessor para Harrisde 59 anos, disse ao veículo que a equipe do presidente está “muito preocupada”.
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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.
As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.
Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva.
- Foto: Beatriz Guedes
A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.
A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares.

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Demanda da comunidade
A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.
A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.
“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.
Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets.

- Foto: Beatriz Guedes
A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.
Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.
Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.
“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.
Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.
Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.
“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.
Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.
A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.
Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.

- Foto: Beatriz Guedes
Troca de experiências
Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.
“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.
A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.
Tecendo Teias de Aprendizagem
A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.
Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.
Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.
“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.
A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

- Foto: Beatriz Guedes
Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura.

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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