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Homem cria casas móveis para aquecer moradores em situação de rua no frio

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Inconformado com as vulnerabilidades às quais muitas pessoas são submetidas por estarem sem um teto, um homem resolveu agir de forma eficiente. Ele cria pequenas casas móveis acopladas a bicicletas para que moradores em situação de rua escapem do frio e das adversidades.

Ryan Donais é de Toronto, no Canadá, e começou a construir as pequenas casas modulares este ano, também a partir da contribuição coletiva via vaquinha virtual.

Segundo Ryan, não suportava a ideia de estar bem e ver na rua tantos moradores em situação de vulnerabilidade. “Já faz muitos anos que há pessoas do lado de fora, e isso não está mudando. Eu não consigo imaginar ficar do lado de fora por anos, sabe?”

Mãos à obra

Ryan já construiu três casas a um custo de cerca de US$ 10.000 cada (cerca de R$ 65 mil). Ele disse ter se inspirado no carpinteiro Khaleel Seivwright, que construiu abrigos de madeira durante a pandemia da Covid-19.

As casas têm eletricidade, aquecimento, água corrente e uma cama, além de recursos de segurança, como detectores de fumaça e monóxido de carbono, e um extintor de incêndio.

Ryan projeta as unidades com os regulamentos de e-bike de Ontário, província do Canadá, para que possam viajar legalmente nas ciclovias da cidade, caso precisem ser movidas.

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Plano Habitacional

Desde que construiu sua primeira pequena casa este ano, Ryan registrou sua própria organização sem fins lucrativos, a Tiny Tiny Homes, para ajudar a criar mais residências.

As casas não são feitas para serem permanentes, mas para a proteção das pessoas em situação de rua.

“É terrível que estejamos deixando as pessoas dormirem ao relento. Moradia é a resposta”, afirmou Ryan à CBC News.

Terra Sawlers pertencia a um grande número de moradores em situação de rua, sobretudo o frio, ganhou uma casa móvel para levar para onde quiser. Foto: Saeed Dehghani/CBC Terra Sawlers pertencia a um grande número de moradores em situação de rua, sobretudo o frio, ganhou uma casa móvel para levar para onde quiser. Foto: Saeed Dehghani/CBC



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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