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Homem morre com a cabeça esmagada durante derrubada de árvore na zona rural de Rio Branco
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6 anos atrásem
O trabalhador rural José Maria do Nascimento, de 30 anos, morreu nessa sexta-feira (9) quando fazia uma derrubada de árvore em uma propriedade na zona rural de Rio Branco. O acidente ocorreu no quilômetro 100 da Estrada Transacreana, no Ramal da Capela.
O Centro Integrado de Operações em Segurança Pública (Ciosp) informou que foi acionado pelo dono da propriedade e uma viatura foi deslocada até o local do acidente. O dono relatou à polícia que a vítima fazia a derrubada de uma árvore quando um cipó que estava enrolado em outra árvore atingiu a cabeça de Nascimento, que morreu ainda no local do acidente.
Ainda de acordo com o Ciosp, o dono da propriedade chegou a tentar reanimar Nascimento, mas ele já estava morto. A perícia esteve no local para fazer os exames e o Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para pegar o corpo e depois liberar à família.
Pelo menos seis acidentes já ocorreram no AC este ano
Pelo menos seis acidente parecidos já ocorreram no Acre apenas este ano. A primeira vítima foi o trabalhador rural Wanderson dos Santos Araújo, de 30 anos. Ele morreu esmagado por uma árvore em uma fazenda da zona rural de Xapuri, interior do Acre. O acidente ocorreu quando a vítima cortava a árvore e ela caiu em cima dele, no dia 6 de março.
Dionei Cristino dos Santos, de 46 anos, morreu no dia 11 de junho, no seringal Venezuela, zona rural de Brasileia, no interior do Acre, ao ser atingido por uma árvore enquanto fazia uma derrubada.
Josemar Nascimento Silva, de 22 anos, morreu no dia 14 de julho, no quilômetro 33 do Ramal do Pelé, na zona rural do município de Acrelândia, interior do Acre, ao ser atingido por uma árvore enquanto fazia uma derrubada.
Mais um acidente envolvendo derrubada de árvore foi registrado no interior do Acre e vitimou Roseni Freitas de Oliveira, de 37 anos, que morreu no dia 17 de julho em uma propriedade no ramal Liberdade, em Sena Madureira. Oliveira sofreu o acidente enquanto fazia uma derrubada e foi atingido por uma árvore e teve o crânio parcialmente esmagado.
José Batista de Morais, de 58 anos, morreu no dia 17 de agosto ao ser atingido por um tronco de árvore, enquanto fazia uma derrubada, na zona rural do município de Capixaba, no interior do Acre. O homem fazia uma derrubada para roçado quando foi atingido.
O caso mais recente de acidentes com árvores foi o de quatro pessoas que morreram e três ficaram feridas após uma árvore, do tipo Tauari, cair em cima do grupo. O acidente ocorreu no dia 5 setembro no km 25 da BR-364, Ramal Cassirian, zona rural de Sena Madureira. O Corpo de Bombeiros do Acre informou que os amigos se divertiam quando aconteceu a tragédia.
Na época do acidente, os bombeiros informaram que o grupo fazia uma reunião de amigos e a árvore estava queimando no tronco quando caiu em cima das vítimas.
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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre
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1 de setembro de 2026A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.
O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.
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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
31 de agosto de 2026O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.
A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.
“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.
A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”
Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre
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28 de agosto de 2026A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.
O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.
“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”
A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”
A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”
Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)