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Homem reencontra desconhecido que salvou sua vida há 56 anos; jornal ajudou!
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2 anos atrásem
Esse homem, depois de ler um artigo de jornal, conseguiu reencontrar um desconhecido que salvou sua vida há 56 anos. A gratidão dele é imensa!
Durante o inverno de 1968, no Canadá, Michael Pickup, que na época tinha 2 anos, se afogou em uma gelada praia. A sorte é que, o então jovem, Brian Lavery, passava pela região e viu tudo. O adolescente, de 18 anos, correu para a água e resgatou Brian. Depois, eles nunca mais se viram. Até agora…
A vida dos dois seguiu. Um foi morar na Colûmbia Britânica, enquanto o outro fez de Nova Escócia seu lar. Tudo mudou quando Michael viu no jornal um artigo sobre o incidente. Ele resolveu tentar achar o seu herói e o reencontro, que parecia impossível, saiu!
Resgate inesquecível
Segundo Brian, ele jamais esqueceu daquele dia. O rapaz passava de carro próximo a praia, quando avistou o que inicialmente pensou ser um cachorro em meio às ondas.
Ao olhar mais de perto, percebeu que era uma criança flutuando de bruços. Sem pensar, correu até o mar e pegou Brian. De início, achou que o pequeno tinha perdido a vida.
“Ele estava vermelho como uma beterraba e então soltou uma rajada de ar. Você sabe que foi um presente, fiquei muito grato”, explicou o homem em entrevista ao CTV News.
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56 anos depois
Michael cresceu sem saber quem o tinha salvado, mas o gesto também nunca saiu da sua mente.
Anos depois, ele viu um artigo em um jornal que contava uma história de afogamento, era sua própria história. Imediatamente, começou uma busca na internet para localizar Brian.
O esforço valeu a pena e, depois do primeiro contato online, decidiram se encontrar!
“Se não fosse por esse cara, eu estaria morto. Eu não estaria aqui hoje”, disse Michael.
Reencontro emocionante
E durante o reencontro, a vítima agradeceu seu herói pessoalmente.
“Foi como se tivéssemos nos conhecido sem nos conhecermos. Foi realmente muito adorável”, declarou.
Depois de um longo abraço, Michael chamou Brian de “corajoso”, que disse que naquele dia ele viveu um milagre.
História inspirou os dois
O verão de 68 foi inspirado para os dois homens.
Segundo Michael, desde então ele passou a enxergar a vida de uma forma diferente ao ganhar uma segunda chance.
“Eu vou fazer o melhor em cada coisa que eu fizer”, disse. Recentemente, ele foi agraciado com a Medalha da Coroação do Rei, por seu ótimo trabalho prestado como servidor público.
Já Brian, ao longo dos anos, salvou outras duas pessoas de se afogarem. Para ele, é importante valorizar cada momento e sempre ajudar os outros.
“Você não pode viver no passado, você não pode viver no futuro. Você só tem o presente”, finalizou.
Já adulto, Michael viu um artigo de jornal que contava sobre o afogamento. Ele decidiu procurar Brian. – Foto: CTV News
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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2 dias atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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