NOSSAS REDES

ACRE

Homem vai matar rival na Transacreana, leva tiro no braço e comparsas são presos pela PM

Contilnet, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Por volta do meio-dia desta segunda-feira (28), um homem identificado pelo nome de Gleyson Miranda teria se dirigido à estrada Transacreana, no km 60 do Ramal Liberdade, onde tencionava assassinar um desafeto. Ocorre que este já o aguardava, e assim que avistou o oponente, efetuou contra ele um tiro de espingarda que lhe acertou o braço direito. Ferido, Gleyson correu cerca de 2 km dentro do ramal, pedindo ajuda.

Levado para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da Sobral, a vítima recebia socorro médico, enquanto os policias militares do 3º batalhão recebiam a informação de que quatro homens, supostos comparsas de Gleyson em uma facção criminosa, estavam indo para o Ramal Liberdade a fim de tentar vingar o amigo.

Uma equipe do 3º batalhão e outra do Pelotão Ambiental ser deslocaram para a localidade. Já na entrada do ramal avistaram três motocicletas paradas, que não conseguiram entrar na estrada devido à lama.

A equipes da Polícia Militar entraram a pé no ramal e cerca de 2 km adentro encontram o quarteto voltando. Cercados, eles foram presos pelos militares.

Railson Silva de Souza, de 18 anos, Sebastião Lima Nunes, 29, Gelsimar Fernandes do Nascimento, 30, e Jarderson Aguiar, 24 (conhecido como ‘Brizola’), foram presos

Os quatro foram presos e encaminhados para Delegacia Central de Fragrantes (Defla).

Terror da Transacreana

Segundo a polícia, Jarderson Aguiar, o ‘Brizola’, já tinha sido preso no último sábado (26) com uma arma de fogo, e liberado após pagamento de fiança. Ele é considerado o ‘terror’ da Transacreana.

Em sua casa, militares encontraram uma espingarda calibre 28, cerca de 900 reais em dinheiro, 30 trouxinhas de pasta-base de cocaína e um caderno com o nome de supostos devedores da boca de fumo.

Advertisement
Comentários

Comente aqui

ACRE

PAPO DE ACADEMIA

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Mesmo considerando as academias como serviço essencial, “não é o momento de reabri-las” diz empresários de Feijó e Tarauacá. (mais…)

Continue lendo

ACRE

Mantida condenação de consumidor por litigância de má-fé

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

PUBLICADO

em

Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização.

A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre negou provimento ao recurso de apelação, interposto por um consumidor, em desfavor da empresa de telefonia do qual ele tinha contrato de serviço e teve o nome no cadastro de inadimplentes por falta de pagamento.

Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização e mantiveram a condenação por litigância de má-fé.

O autor do processo interpôs recurso de apelação contra sentença de primeiro grau por ter negado indenização por danos morais a ele em um ação declaratória de inexistência de débito.

Nos autos, o consumidor alegou não ter sido informado da mudança da conta pré-paga para a modalidade pós-pago. Mesmo com algumas faturas pagas, o consumidor esclareceu que jamais pagou fatura da conta e que desconhece quem tenha efetuado o pagamento. Ele relatou ainda que a inscrição do seu nome, por outras contas sem pagamento, em cadastro de inadimplentes, se mostra ilegal e indevida.

Por outro lado, a empresa apresentou que o contrato foi efetivamente celebrado em de março de 2016 e resultou da migração do usuário de um plano para outro, que houve pagamento de algumas faturas e que as contratações ocorrem por meio virtual, tendo o recorrente fornecido todos os seus dados.

Ao decidir pela manutenção da sentença de primeiro grau, a relatora do processo, desembargadora Regina Ferrari, entendeu que os conteúdos de telas de sistema interno da operadora servem como indicativo de que o contrato foi efetivamente celebrado entre as partes e que o relatório pormenorizado de chamadas originadas da linha telefônica é elemento de prova.

“A ausência de impugnação específica na réplica – sobre os fatos impeditivos apresentados e provados pela parte ré autoriza a conclusão de que o negócio realmente foi celebrado entre as partes, cuja falta de pagamento de algumas contas mensais justifica a existência da dívida e a inserção do nome do devedor no cadastro de inadimplentes”, diz trecho do voto.

Continue lendo

TOP MAIS LIDAS

Grupos de notícias