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Hong Kong prende todos os 45 ativistas pró-democracia no maior caso de segurança | Notícias

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QUEBRA,

O académico Benny Tai é condenado a 10 anos, enquanto outros recebem penas entre quatro e sete anos.

Taipé, Taiwan – Um tribunal de Hong Kong condenou um importante defensor da democracia a 10 anos de prisão e condenou dezenas de outros ativistas a penas de prisão entre quatro e sete anos, no maior caso de segurança nacional do território chinês.

Benny Tai, um jurista que desempenhou um papel de liderança nos protestos antigovernamentais de Hong Kong em 2019, recebeu uma longa sentença na terça-feira, depois de os procuradores o terem classificado como o “organizador” de uma conspiração de activistas e políticos pró-democracia que remonta a Julho de 2020.

Tai e outras 44 pessoas foram anteriormente considerados culpados de crimes relacionados com a organização de eleições primárias oficiais para escolher candidatos pró-democracia para a legislatura da cidade.

Os aspirantes a legisladores esperavam derrubar o orçamento da cidade e forçar o líder da cidade a dissolver a legislatura.

Os promotores alegaram que o grupo conspirou para “derrubar” o governo.

Muitos dos detidos estão em prisão preventiva desde 2021, quando foram acusados ​​pela primeira vez, devido a numerosos atrasos legais e às perturbações causadas pela COVID-19.

Dos 47 réus, 31 se declararam culpados.

Em Maio, um tribunal considerou 14 dos restantes activistas culpados de subversão e absolveu outros dois, os antigos vereadores distritais Laurence Lau e Lee Yue-shu.

De acordo com as leis de segurança nacional de Hong Kong introduzidas em 2020, os arguidos acusados ​​de “criminosos primários” enfrentam uma pena máxima de prisão perpétua, enquanto os infratores de nível inferior e “outros participantes” enfrentam penas entre três e cinco anos e até três anos, respetivamente. .



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V SIMECO — Universidade Federal do Acre

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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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