NOSSAS REDES

ACRE

How Canada soured on immigration

PUBLICADO

em

For decades, Canada has cast itself as a country open to newcomers, with immigration policies tailored to boost its population, fill labour gaps and settle refugees fleeing conflict from around the world.

But in recent months, Prime Minister Justin Trudeau has said he intends to significantly cut the number of immigrants allowed in Canada as public concern grows over inaccessible social services, high costs of living and unaffordable housing.

It is a major shift for both the country and Trudeau, who ran in 2015 on a platform of embracing multiculturalism as a key part of Canadian identity.

His government has relied on ambitious immigration targets to fuel economic growth.

In the face of criticism and plummeting approval ratings, the prime minister now says that his government miscalculated, and that Canada needs to “stabilise” its population growth so that public infrastructure can keep up.

On Thursday, Trudeau and Immigration Minister Marc Miller presented their most stringent immigration cutbacks yet – a 21% reduction of permanent residents accepted into the country in 2025.

The announcement follows other cuts to Canada’s temporary resident programmes, which include temporary foreign workers and international students.

Explaining his shift in policy, Trudeau maintained that “Canadians are justifiably proud” of their immigration system.

“It has made our economy the envy of the world,” he said. “It’s how we build strong, diverse communities.”

But Trudeau admitted that his government “didn’t get the balance quite right” when it admitted a record number of temporary residents after the Covid-19 pandemic to ease labour shortages, and that there is now a need to “stabilise” Canada’s immigration system.

His announcement comes at the heels of dwindling public support for immigration in Canada.

A September poll by Environics Institute, which has tracked Canadians’ attitudes towards immigration since 1977, revealed that for the first time in a quarter century, a majority now say there is too much immigration.

The institute said these shifting attitudes are primarily driven by concerns over limited housing. But the economy, over-population, and how the immigration system is being managed were also cited as big factors.

In an October newsletter, Abacus Data pollster David Coletto said that the idea that “consensus around immigration is cracking is an understatement”.

“I think that consensus is now broken and expect it to be one of the most salient issues in federal and provincial politics over the next year.”

Canada has been largely welcoming to immigrants. Data shows it is a global leader in refugee resettlement, and the country has built a reputation in the last 50 years as one that values newcomers.

The Canadian Multiculturalism Act, passed in 1988, recognises diversity as an integral part of Canada’s identity. Its multicultural heritage is also protected in the constitution.

“Since the late 1990s or so, Canadian attitudes have been broadly pro-immigration,” Michael Donnelly, a professor of political science at the University of Toronto, told the BBC.

In 2019, a Pew Research report indicated that of 10 top migrant destination countries, Canada had the most positive view of immigration.

Professor Donnelly said that immigrants make up a large part of Canada’s electorate, which deters major political parties from adopting an anti-immigration stance.

Canada has also rarely faced troubles experienced elsewhere with uncontrolled migration – a benefit of its geography, being surrounded by three oceans and the US to the south – and its immigration system was seen by the public as open and well-regulated.

But these positive sentiments have changed in the last few years, Professor Donnelly said.

One reason is the unprecedented spike in temporary residents coming to Canada.

The number of international students grew nearly 30% from 2022 to 2023, according to the Canadian Bureau for International Education. Meanwhile, government data shows that the number of temporary foreign workers in Canada has doubled in the last five years.

Another factor is a growing sense that Canada’s immigration system has lost its integrity, Professor Donnelly said, partly due to miscalculations by the Canadian government.

Asylum claims spiked after Canada removed visa requirements for tourists from Mexico in 2016, forcing Canada to reimpose visa restrictions earlier this year.

Canadian media has also reported that some international students were using their temporary visa to claim permanent asylum in the country – a trend that Minister Miller called “alarming”.

Professor Donnelly said these incidents and others “have made people think that the government has lost control of the flow of immigration”.

All of these concerns, he added, are underlined by a housing crisis that has affected Canadians across the country, where a shortage of available homes has driven both rent and home prices up for many.

“People are going to see large numbers of (newcomers) coming in and housing shortages, and conclude that’s directly causal,” he said.

Professor Donnelly noted that while Canada has seen some racist rhetoric around immigration, Canadians’ changing attitudes are not primarily driven by the sentiments seen in European countries or in the neighbouring United States.

Rather, it is fuelled by people’s desire to reign in Canada’s immigration system.

“The Trudeau government is clearly trying to give an image of ‘we have this under control’,” Prof Donnelly said.

Leia Mais

Advertisement
Comentários

Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48

You must be logged in to post a comment Login

Comente aqui

ACRE

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna.jpg

A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.

Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.

Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.

O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.

Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital-interna-2.jpg

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS