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Hugo Calderano é campeão mundial de tênis de mesa! O primeiro fora do circuito Ásia-Europa desde 2017; vídeo
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Aos 28 anos, esse carioca, com eterno sorriso no rosto, conquista uma das maiores vitórias para o Brasil e já faz história no esporte internacional. Hugo Calderano é campeão mundial da Copa de Tênis de Mesa, em Macau. Ele simplesmente venceu o número 1 do ranking do planeta!
Calderano é o primeiro não-asiático campeão desde 2017. Ele também é o primeiro atleta das Américas a ficar com o título da Copa do Mundo. Felicíssimo, ele deitou no chão e chorou! Foi abraçado pelo técnico, que também ficou deitou no chão.
O brasileiro venceu na final o chinês Lin Shidong, número 1 do mundo, por 4 sets a 1 (6/11, 11/7, 11/9, 11/4 e 11/5). Simplesmente incrível! O brasileiro bateu os números 3, 2 e 1 do mundo nas três rodadas finais.
Vitória extraordinária
Calderano é pura alegria. Nas redes sociais dele, o carioca foi mais do que objetivo ao postar as imagens da disputa.
“Sem palavras! Na final da Copa do Mundo!” , resumiu o grande campeão.
O brasileiro se tornou o primeiro atleta de fora da Ásia e da Europa a disputar a final da competição. “Estou muito feliz”, disse ele antes da disputa final em que se consagrou vitorioso, segundo a CBTM.
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Treino e saúde mental
Após perder por 3 a 1 lá atrás numa disputa importante, Calderano disse ter redobrado os treinos, preparando-se também psicologicamente.
“Foi muito importante a parte mental, não me deixar abalar”, ressaltou.
Com essa determinação e garra, o brasileiro já vinha fazendo história. Foi o primeiro sul-americano a ficar entre os 10 melhores atletas de tênis de mesa. Também foi o único do Brasil a atingir os TOP 10.
A torcida organizada vibrou muito com a conquista história de Hugo Calderano. Foto: @CBTM
Hugo Calderano superou os números 3, 2 e 1 do ranking mundo. É o primeiro sul-americano entre os TOP 10. Foto: CBTM
Assista à disputa que levou à grande vitória:
A vibração da torcida também foi incrível!
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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre
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2 horas atrásem
25 de setembro de 2026O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.
A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.
“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”
Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”
Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre
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24 de setembro de 2026X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC
A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano
Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026
Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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