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IA ajudando o Tesouro dos EUA a prender fraudadores, economizando bilhões | Notícias sobre crimes

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A tecnologia ajudou a recuperar US$ 1,3 bilhão em fraudes fiscais no ano fiscal de 2024, afirma o Tesouro.

O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos está se voltando mais para inteligência artificial (IA) para combater a fraude, utilizando a tecnologia para impedir 4 mil milhões de dólares em pagamentos indevidos no ano passado.

A agência divulgou a estimativa em um comunicado à imprensa na quinta-feira, anunciando o sucesso de sua “abordagem baseada em tecnologia e dados”.

No ano fiscal de 2024, que decorreu de outubro de 2023 a setembro de 2024, o Tesouro utilizou IA de aprendizagem automática para impedir mil milhões de dólares em fraudes em cheques, afirmou.

Ao mesmo tempo, os seus processos de IA ajudaram a eliminar 3 mil milhões de dólares noutros pagamentos indevidos, nomeadamente através da identificação de transações em risco e da melhoria da triagem, acrescentou.

O total anual de prevenção de fraudes, no valor de 4 mil milhões de dólares, foi seis vezes superior ao captado no ano anterior, de acordo com a agência.

Encontrando ‘padrões ocultos’

A funcionária do Tesouro, Renata Miskell, disse à CNN que o uso da tecnologia de IA tem sido “transformador” para a agência, que ainda requer um ser humano para fazer a última chamada sobre fraude de rotulagem.

“Os fraudadores são realmente bons em se esconder. Eles estão tentando manipular secretamente o sistema”, disse Miskell. “A IA e o aproveitamento de dados nos ajudam a encontrar esses padrões e anomalias ocultos e a trabalhar para evitá-los.”

Todos os anos, o Tesouro dos EUA, o departamento financeiro dos EUA, distribui cerca de 1,4 mil milhões de pagamentos, totalizando mais de 6,9 ​​biliões de dólares, segundo a agência.

Na sua declaração sobre a prevenção da fraude, a agência afirmou que “leva a sério a nossa responsabilidade de servir como administradores eficazes do dinheiro dos contribuintes”.

“Ajudar a garantir que as agências paguem à pessoa certa, na quantia certa, no momento certo é fundamental para os nossos esforços”, acrescentou.

O Tesouro não é a única agência dos EUA recorrendo à IA para reprimir o crime financeiro. O Internal Revenue Service (IRS), que recolhe impostos federais, também está a aproveitar a ferramenta para combater a fraude fiscal, com planos de a utilizar para intensificar as auditorias nos próximos anos.

O IRS disse no mês passado que recuperou 1,3 mil milhões de dólares de contribuintes ricos desde o final de 2023, como parte dos esforços que visam os rendimentos de indivíduos com rendimentos elevados.

A estimativa mais recente do IRS sobre o montante devido e não pago é de cerca de 496 mil milhões de dólares por ano (para 2014-2016). Esperava-se que essa lacuna fiscal aumentasse para 688 mil milhões de dólares em 2021, de acordo com o Gabinete de Responsabilidade do Governo dos EUA (GAO).

À medida que a IA ganha mais destaque na indústria, reguladores alertaram que aumenta riscos de segurança e solidez.

A secretária do Tesouro dos EUA, Janet Yellen, que preside o Conselho de Supervisão da Estabilidade Financeira, disse que apoiar a inovação responsável da IA ​​pode permitir que “o sistema financeiro colha benefícios como o aumento da eficiência, mas também existem princípios e regras para a gestão de riscos que devem ser aplicados”.



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Egressa de mestrado em CZS obtém prêmio de pós-graduação — Universidade Federal do Acre

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Mirian Soares de Amorim.jpeg

A engenheira agrônoma Mirian Soares de Amorim, aluna egressa do curso de Agronomia e do mestrado em Ciências Ambientais, do campus Floresta da Ufac, em Cruzeiro do Sul, obteve o 2º lugar na categoria Pós-Graduação do 5º Prêmio Margarida Alves de Estudos sobre Ruralidades e Feminismos, cujo resultado final foi divulgado em 17 de março. O evento foi promovido pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

O estudo destaca a articulação entre a transição agroecológica e a igualdade de gênero, enfatizando o papel central das mulheres rurais, ribeirinhas e agricultoras na preservação da agrobiodiversidade e na soberania alimentar na Amazônia. No mestrado, sob orientação do professor Kleber Andolfato de Oliveira, Mirian também aprofundou investigações sobre o desenvolvimento sustentável e o papel das populações rurais no manejo dos ecossistemas amazônicos.



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Ufac consolida criação do curso de Farmácia com 50 vagas — Universidade Federal do Acre

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Curso de Farmácia-entrega de Menção Honrosa (2).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, reuniu-se com membros da comissão responsável pela proposta de criação do curso de Farmácia. O encontro ocorreu nesta segunda-feira, 31, na sala de reuniões da Reitoria, visando consolidar o Projeto Político-Pedagógico da nova graduação, além de homenagear, com a entrega, pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar), de Menção Honrosa ao reitor e a pessoas cujo empenho culminou na abertura do curso.

A iniciativa faz parte do programa Universidades Transformadoras, pactuada com o Ministério da Educação (MEC). O curso prevê a oferta de 50 vagas para estudantes e liberação de 11 códigos de vagas para professores. A aula inaugural e início das atividades acadêmicas estão previstos entre 2028 e 2029.

“Esse é um curso que se assenta fortemente na demanda de conhecer os bioativos da floresta amazônica e transformar esse conhecimento em riqueza, patentes, inovação e qualidade de vida para a sociedade”, disse Josimar Ferreira. Além disso, ele ressaltou a necessidade de conectar o novo curso às estruturas já consolidadas da Ufac, otimizando disciplinas e espaços curriculares em conjunto com as áreas de saúde e química.

A presidente da comissão de criação do curso, Andréia Andrade, lembrou que o projeto começou em 2011. “Hoje nos reunimos com a perspectiva de viabilizar a abertura do curso diante do que já temos na instituição. Nosso objetivo é ofertar uma formação generalista, com investimento otimizado na estrutura existente e com forte inserção na pesquisa e extensão, aproveitando a nossa biodiversidade e criando caminho para futuros programas de pós-graduação.”

Também participaram da reunião representantes externos da categoria profissional, como a ex-conselheira federal, membro da comissão e diretora de Relações Institucionais da Fenafar, Isabela de Oliveira Sobrinho. “Acompanhei a busca por esse projeto pedagógico desde o início e ver essa etapa final é um avanço enorme”, pontuou. “É um trabalho a muitas mãos para trazer o melhor para a Ufac. Trata-se de um curso de grande magnitude, focado em tecnologias de medicamentos e em pesquisas com nossas plantas nativas para gerar qualidade de vida à população.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Seminário na Ufac debate formação em enfermagem obstétrica — Universidade Federal do Acre

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Seminário enfermagem obstétrica (2).jpg

A Ufac sediou o seminário Desafios Atuais na Formação para a Prática da Enfermagem Obstétrica, que ocorreu nesta sexta-feira, 28, na sala dos Colegiados, campus-sede. O encontro reuniu professores, pesquisadores, gestores e profissionais de saúde para debater a reestruturação do modelo de assistência ao parto e ao nascimento, o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) e a interiorização da qualificação profissional no Estado.

O evento integra um projeto nacional, composto por uma rede de 40 instituições de ensino superior articuladas para formar mais de 700 enfermeiras obstétricas pelo país, com foco prioritário nas regiões do interior. No Acre, o programa abrange turmas de especialização e residência voltadas para profissionais atuantes nas regionais do Alto Acre, Alto Purus, Baixo Acre, Tarauacá-Envira e Juruá.

“A Ufac cumpre o seu papel social ao ampliar a formação e capacitar profissionais que atuam em um momento tão ímpar quanto o nascimento de uma criança”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Contamos com alunos de todas as regionais. Isso gera um efeito multiplicador: o profissional capacitado coordena equipes locais e eleva diretamente a qualidade do atendimento prestado à população pelo SUS.”

A coordenadora das formações no Estado e professora da Ufac, Sheley Borges, destacou a necessidade de repensar a prática profissional para garantir um cuidado humanizado e seguro. “A intencionalidade da nossa formação é reduzir a mortalidade materna e neonatal e alcançar as mulheres em uma dimensão em que sejam respeitadas. Queremos garantir que as escolhas não ocorram por medo, como optar por uma cesariana sem compreender que é uma cirurgia de grande porte.”

A coordenadora nacional do curso de especialização em Enfermagem Obstétrica da Rede Alyne, vinculada à Universidade Federal de Minas Gerais, Kleyde Ventura, ressaltou a relevância estratégica da parceria com a Ufac. “No Acre, vivemos uma condição muito especial, pois, com exceção de uma aluna, todas as especializadas são do interior. Estamos interiorizando e descentralizando os modos de formar, abordando o trabalho multiprofissional e a articulação de redes para garantir assistência de qualidade e direitos assegurados.”

Também participaram do seminário o promotor de Justiça do MP-AC, Gláucio Oshiro; o coordenador do curso de Enfermagem da Ufac, João Francalino; e o epidemiologista Serafim Salgado, coordenador das metodologias aplicadas no programa de formação.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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