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Iapen reúne parceiros para apresentar trabalho da Central de Alternativas Penais de Rio Branco

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Isabelle Nascimento

Com o intuito de apresentar as boas práticas da Central de Alternativas Penais de Rio Branco (Ciap/RB), o Instituto de Administração Penitenciária do Acre (Iapen), juntamente com o Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF) e Ministério Público do Acre (MPAC), reuniram parceiros, como a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (SASDH) e Secretaria Municipal de Agropecuária (Seagro), nesta quarta-feira, 26.

Iapen apresentou o trabalho realizado pela Central de Alternativas Penais de Rio Branco para parceiros. Foto: Antonio Moura/Iapen

Durante a reunião, foi apresentado um vídeo, mostrando como funciona o trabalho realizado pela Central, acompanhando as diversas formas de alternativas penais que são realizadas pelas pessoas em alternativa penal, mostrando o êxito nas ações de prestação de serviço comunitário, grupos reflexivos, cursos, entre outras ações coordenadas pela Ciap, e como essa é uma saída para crimes de menor potencial ofensivo, diminuindo a demanda de vagas dentro do sistema prisional.

Em apresentação, durante o encontro, a juíza da Vara de Execuções Penais, Andréia Brito, falou sobre a importância de todos estarem unidos para que o sistema funcione da melhor forma: “A gente busca mostrar os casos de maior impacto e que refletem mais essa nossa vivência e o quanto é importante a sociedade, os entes federativos, os sistemas de alternativas penais, as entidades parceiras, o sistema de justiça e a participação social estarem em coesão”.

Durante a reunião, foram apresentados exemplos de sucesso do trabalho que a Ciap/RB conduz com as pessoas em alternativas penais. Foto: Antonio Moura/Iapen

A chefe da Divisão de Alternativas Penais e Atenção à Pessoa Egressa, Jandira Bandeira, enfatizou o impacto social que o cumprimento da alternativa penal tem: “Esse trabalho é de suma importância. Com essa reunião, a gente busca junto à rede a colaboração, a oportunização para as pessoas em alternativas penais, cumprirem suas medidas. Também é retorno para toda a sociedade, uma vez que o indivíduo passa por uma conscientização, uma autorresponsabilidade”.

O secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, João Luz, explica que a SASDH, que já contribui e é parceira da Ciap/RB, quer contribuir ainda mais: “Eu fico muito feliz quando eu vejo a sociedade acreditando no ser humano”. Ao falar de projetos futuros da prefeitura, o secretário acrescentou que vão precisar de pessoas. “Nós vamos vir aqui. Se a gente pegar 15, 20 ou 30 pessoas, já é uma situação boa. Nós temos várias secretarias que precisam dessas pessoas”.

Instituições parceiras visitam Iapen para conhecer mais sobre as ações da Ciap/RB. Foto: Antonio Moura/Iapen

O presidente do Iapen, Marcos Frank Costa, agradeceu a parceria com as instituições que se disponibilizam para receber as pessoas em alternativas penais: “O Iapen agradece os parceiros, que são receptivos para este trabalho realizado pela Ciap. Estamos abertos para outros entes, instituições, que queiram fazer parte dessa ação que contribui para que essas pessoas possam mudar de vida”.

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre

O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.

O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.

A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.

O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.

 



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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre

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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose-interna.jpg

A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.

Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.

A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.

“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).

A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.

“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”

A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.

Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.

 



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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre

 

A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.

A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.

O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.

O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.

Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.

 



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