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IAPEN transfere 5 presos de Sena Madureira para o RDD em Rio Branco

Acrenoticias.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Cinco presos que cumpriam pena no presídio Evaristo de Moraes, em Sena Madureira, foram transferidos para o chamado Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), em Rio Branco, no último dia 18 de abril. Segundo investigações, eles são considerados como líderes da facção criminosa PCC, e estariam planejando, por meio de uma carta apreendida na casa da esposa de um dos envolvidos, ações contra membros da segurança pública.

De acordo com a lista de transferência, os presos são os seguintes: Aldenir Ferreira da Silva, vulgo Fofão; Willian Kenedy Sampaio Marinho, o Dicó; José Nailton de Souza Fernandes, o Nai; Jerfesson Lino de Lima, o R15; e Gerlian Lima Rocha.

Os cinco já respondem a crimes diversos, notadamente, tráfico, assassinatos e organização criminosa. No RRD, eles são submetidos a um rigoroso sistema de segurança e tendem a perder contato com comparsas em liberdade. A medida vale por pelo menos dois anos e, posteriormente, deverão permanecer no presídio de segurança máxima da capital. A transferência foi coordenada pelo Grupo de Operações Especiais do IAPEN (GPOE).

Assessoria de Imprensa da UPEM

Via Aldejane Pinto

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Após caso de meningite na Bolívia, Vigilância do Acre manda equipe para fronteira

G1AC, via Acrenoticias.com - Da Amazônia para o Mundo!

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Profissionais de saúde da cidade de Plácido de Castro, interior do Acre, recebem capacitação e orientações sobre o atendimento em casos de meningite. O treinamento ocorre após um soldado da Bolívia, que faz fronteira com o Acre, ser diagnosticado com meningite bacteriana.
O paciente está internado em um hospital de La Paz, capital da Bolívia. Além disso, outros 70 soldados, que tiveram contato com esse paciente, foram isolados e recebem tratamento em um hospital da Vila Evo Morales.
Ao G1, a chefe da Vigilância em Saúde do Acre, Glória Nascimento, falou que foi enviada uma equipe na terça-feira (18) e nesta quarta (19) para conversar com os profissionais da cidade brasileira.
“Os procedimentos que tomaram foram os certos, tanto o município de Plácido de Castro como a Vila [Evo Morales] também. Fomos no hospital e o diretor pediu pra gente fazer umas orientações e capacitação como protocolo de atendimento da população”, disse.
As equipes brasileiras também visitaram o hospital da Vila Evo Morales para conversar e saber dos procedimentos adotados. Segundo Glória, os 70 soldados estão em observação e não há confirmação de novos casos da doença.
“Todos foram isolados, recebem tratamento e fizeram a profilaxia deles, e o soldado com a doença foi levado para La Paz onde recebe tratamento. Ele já está muito bem”, reforçou.

Mobilização

A chefe reforçou também que as equipes de saúde do Acre e da Bolívia estão mobilizadas em uma ação na fronteira para orientar as pessoas. De acordo com ela, a situação está sob controle e os profissionais atentos sobre possíveis novos casos.
“Fizemos visitas aos médicos e estão em uma organização muito boa. Estão todos sensibilizados com isso, foi só um caso desse paciente, mas estão mobilizados com equipes do Brasil. Hoje [quarta,19] foi uma equipe de lá [Bolívia] para fazer uma capacitação também. Mas, está tudo tranquilo”, confirmou.

Meningite bacteriana

A meningococcemia pode ser transmitida pelas vias respiratórias e por gotículas e secreções do paciente, contato íntimo (residente da mesma casa, pessoas que compartilham o mesmo dormitório ou alojamento). A propagação também é facilitada em ambientes fechados e/ou sem ventilação.

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Pesquisa aponta quase 29% dos jovens no Acre não trabalham e nem estudam

G1, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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De acordo com a Pnad divulgada na manhã desta quarta-feira (19), mais da metade dos acreanos de 25 anos ou mais ainda não concluiu a educação básica.

Quase 29% dos jovens do Acre, entre 15 a 29 anos, não trabalham e nem estudam, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) de 2018, divulgados nesta quarta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No Brasil, a média de pessoas nesta condição é de 23%. Nos dois casos, o índice se manteve estável em relação à pesquisa anterior, de 2017.

O problema é maior entre as mulheres. De acordo com a pesquisa, 36,8% das mulheres jovens do estado não têm emprego e não estão estudando. Entre os homens, a proporção é de 21,1%.

Educação básica

A pesquisa aponta que 58,8% dos acreanos de 25 anos ou mais ainda não concluiu a educação básica. O ciclo básico de aprendizagem termina quando o estudante se forma no ensino médio.

Em 2017, o percentual de acreanos nessa faixa etária sem educação básica era de 59,4%. Com isso, a pesquisa de 2018 aponta uma queda de 0,6 pontos percentuais (p.p.) neste índice.

Ainda de acordo com o IBGE, as pessoas com mais de 25 anos no Acre estudaram, em média, ao longo de 8,2 anos. Só 11,7% da população acreana na mesma faixa etária concluíram o ensino superior.

O número de acreanos de 15 anos ou mais que não sabem ler ou escrever se manteve em 2018, comparado ao ano anterior e registrou uma taxa de 12,1%.

Crianças na escola

Em relação aos públicos ainda em fase escolar, a Pnad aponta que 34,2% das crianças de 0 a 3 anos do estado estavam na escola em 2018 e que 92,4% das crianças de 4 a 5 anos estavam matriculadas no ano passado.

Entre o público de 6 a 14 anos, o índice de matriculados era de 98,2%. Dos adolescentes de 15 a 17 anos, 82,6% estavam na escola em 2018.

Taxa de escolarização por faixa de idade no Acre (%)
20,120,178,678,698,298,282,682,633330 a 3 anos4 e 5 anos6 a 14 anos15 a 17 anos18 a 24 anos0100255075125

4 e 5 anos
78,6
Fonte: IBGE, Diretoria de Pesquisas, Coordenação de Trabalho e Rendimento, Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2016/2018

Dados nacionais

A pesquisa mostra que 52,6% dos brasileiros de 25 anos ou mais não concluíram o mínimo de estudo esperado. A maior parte, 33,1%, não terminou nem o ensino fundamental. Outros 6,9% não têm instrução alguma, 8,1% têm o fundamental completo e 4,5% têm o ensino médio incompleto.

Na outra ponta, a da escolaridade completa, só 16,5% da população acima de 25 anos concluiu o ensino superior.

Os dados do IBGE apontam que a taxa de escolarização está acima de 90% entre a população de 4 a 14 anos, mas começa a cair entre aqueles que tem 15 anos ou mais.

O número de brasileiros de 15 anos ou mais que não sabem ler ou escrever um bilhete simples caiu 1,73% em 2018, comparado ao ano anterior, mas ainda soma 11,3 milhões de brasileiros analfabetos ou 6,8% da população.

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