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Idoso de 77 anos celebra início de curso de Biomedicia; nunca é tarde para sonhar
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2 anos atrásem
Seu Josué de Paula Siqueira, de Joinville, em SC, tinha um sonho: ter um curso superior, mas não era qualquer um. O idoso, de 77 anos, queria biomedicina. Assim, determinado, ele enfrentou todas as dificuldades e agora, em grande estilo, está na faculdade!
Filho de uma família modesta, o idoso teve de começar a trabalhar muito cedo e adiar o sonho. Mas jamais desistiu. Ele é a prova de que a garra supera qualquer obstáculo.
A universidade em que o idoso cursa o segundo semestre de Biomedicina fez uma homenagem para ele: “Nunca é tarde para sonhar, e o primeiro passo para realizar o seu sonho começa dentro de você. Cada fase da vida é uma oportunidade de recomeço”.
Trajetória de luta
Seu Josué, antes da faculdade, teve de se preparar muito, inclusive estudar no EJA (Ensino de Jovens e Adultos).
“Já passei por muitas coisas em minha vida e sempre prezei pela questão de saúde pois meus sogros tiveram várias complicações de saúde, que os adoeceram e fizeram vir a óbito. Por esse motivo, fui alimentando a esperança de tentar estudar nessa área”, disse.
Para o futuro, o idoso dá pistas do que quer atuar. Tem uma preocupação imensa com a queda da qualidade de vida causada também pelo uso abuso de agrotóxicos e biossegurança. Ele ama pesquisas.
“Estou fazendo uma plantação em casa pois minha saúde começa com o alimento”, alega.
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Vida rural
Com uma trajetória vivida na zona rural, onde plantava e colhia alimentos como tomate, arroz e feijão, o idoso ama tecnologia.
“É graças ao ensino a distância que consegui ter essa oportunidade de estar numa faculdade”, afirmou ele, que aprendeu a lidar com computador e internet para estar antenado no curso que escolheu.
Segundo ele, o apoio da família, sobretudo do filho, de 32 anos, que entrou com ele na cerimônia de formatura foi fundamental. “Na Igreja onde atuo, já estão começando a me chamar de doutor Josué”, brinca o simpático acadêmico, cheio de planos.
Dr. Josué Siqueira, de Joinville em SC, é um idoso, de 77 anos, mas que tinha um sonho: formar em Biomedicina. Agora quer mais: seguir na pesquisa em biossegurança. Foto: @Unisselvi
Veja o vídeo da formatura do mais novo biomédico “Dr. Josué”:
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PZ e Corpo de Bombeiros fazem curso de combate a incêndio florestal — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
14 de setembro de 2026O Parque Zoobotânico (PZ), da Ufac, e o Corpo de Bombeiros Militar do Acre (CBM-AC) realizaram o curso Brigada de Incêndio Florestal, ministrado pelo Sargento Filipe Lima. A capacitação ocorreu na quinta-feira, 10, e sexta-feira, 11, no PZ, campus-sede, reunindo 35 participantes de setores da universidade, dos cursos de Engenharia Florestal, Biologia e Geografia, do doutorado da Rede Bionorte e da comunidade externa, que receberão certificado emitido pelo CBM-AC.
O primeiro dia foi de aulas teóricas sobre conceitos fundamentais, como triângulo do fogo, diferentes tipos de incêndio e técnicas de prevenção. No segundo dia ocorreram atividades práticas, com manuseio e manutenção de equipamentos de combate a incêndio, além de exercícios de campo simulando situações reais de combate e prevenção a incêndios florestais.

O diretor do PZ, Harley Araújo da Silva, destacou que a iniciativa tem relação direta com os mais de 188 hectares de área florestal do campus-sede, tendo o PZ como o maior fragmento de floresta preservada. “Formar brigadistas preparados para atuar na prevenção e no combate a incêndios florestais é parte essencial do cuidado com esse patrimônio ambiental, tanto para a universidade quanto para as comunidades do entorno.”
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V Simpósio de Ciências Ambientais da Amazônia Sul Ocidental e o II Simpósio de Ciências Agrárias do Vale do Juruá
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3 dias atrásem
14 de setembro de 2026Notícias
publicado:
14/09/2026 09h34,
última modificação:
14/09/2026 09h34
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Livro reúne pesquisas da Ufac sobre teatro e saberes da floresta — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
14 de setembro de 2026O professor, pesquisador e artista Flavio da Conceição, da Ufac, organizou o livro “Teatro do Oprimido e as Pedagogias das Florestas” (Mundo Contemporâneo; Edufac, 452 p.), que foi lançado na sexta-feira, 11, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
A obra é resultado de cerca de dez anos de pesquisas desenvolvidas na universidade, reunindo experiências que relacionam a metodologia teatral aos conhecimentos tradicionais da Amazônia. “Apresentamos o Acre como produtor de conhecimento e como semente de um pensamento que pode inspirar outros professores e artistas no resto do Brasil e do mundo”, afirmou Flavio.
As pesquisas que deram origem ao livro começaram após a chegada do professor ao Acre e à Ufac, em 2017. O contato com experiências amazônicas, estudantes filhos de seringueiros e indígenas e conhecimentos tradicionais da floresta levou o pesquisador a rever sua prática com o método Teatro do Oprimido, idealizado por Augusto Boal. A partir dessas vivências, os projetos passaram a investigar como a metodologia poderia ser afetada por esses saberes.
Os estudos teóricos e práticos foram desenvolvidos pelo programa de pesquisa e extensão Gesto da Floresta, criado e coordenado por Flavio através de projetos de iniciação científica e extensão. As atividades envolveram comunidades periféricas de Rio Branco, como Calafate e Cidade do Povo, parcerias com comunidades tradicionais hunikuin e shanenawa e experiências relacionadas ao santo-daime, à Barquinha e à ayahuasca.
Estudantes de graduação e pós-graduação participaram dos projetos e das pesquisas e alguns assinam artigos na publicação. O trabalho também contou com a contribuição de parceiros de outras cidades, países e territórios. Para o organizador, os alunos são coautores das experiências que contribuíram para a construção da proposta das pedagogias das florestas.
Antes da programação em São Paulo, o livro foi apresentado em 3 de setembro, no Rio de Janeiro, durante a 12ª Jornada Internacional de Teatro do Oprimido e Universidade. As atividades integram o projeto Gesto Semeando Cidadania, que conta com apoio do Pulitzer Center.
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