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Idoso de 93 com idade biológica de 30 anos é estudado pela ciência

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Richard Morgan é um idoso de 93 anos, mas o corpo dele tem idade biológica de um homem de 30 anos, com muitos músculos e pouca gordura. – Foto: Row2k

O irlandês Richard Morgan está desafiando tudo o que se sabe sobre o envelhecimento. Com 93 anos, o idoso tem idade biológica de 30! Ele possui 80% de massa muscular e apenas 15% de gordura corporal. Incrível, não é?

Conhecido como o “atleta centenário”, Morgan já conquistou quatro campeonatos mundiais de remo e se tornou objeto de estudo na Universidade de Limerick. O segredo? Uma rotina de exercícios que inclui remar 30 quilômetros por dia, treino com pesos e uma dieta rica em proteínas.

Ele só começou a praticar atividades físicas aos 70 anos, mas isso não o impediu de atingir níveis de resistência e força que surpreendem cientistas e inspiram pessoas de todas as idades. Essa história viralizou em 2024, quando o mundo conheceu o exemplo de saúde e determinação de Morgan. Agora, o Só Notícia Boa relembra o caso! Saiba mais sobre esse homem incrível!

idoso de 93, corpo de 30 anos. Qual o segredo?

Morgan diz que seu segredo para a longevidade é simples: uma rotina de exercícios físicos e uma alimentação saudável.

Conhecido como o “atleta centenário”, ele rema cerca de 30 quilômetros por dia e também treina com pesos para melhorar sua força.

O irlandês ainda segue uma dieta rica em proteínas para manter seu metabolismo acelerado e construir os  músculos.

E olha isso: ele já remou o equivalente a 10 voltas ao redor do mundo.

Coração mais que saudável

Os pesquisadores registraram a atividade cardíaca, pulmonar e muscular de Morgan enquanto remava.

Durante os testes, Morgan atingiu um pico de 153 batimentos por minuto, ultrapassando a frequência cardíaca máxima esperada para sua idade.

Isso indica que o coração dele é extremamente forte e saudável, mesmo aos 93 anos.

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“Muito prazer em fazer isso”

Morgan era fabricante de baterias e padeiro. Até os 70 anos ele nunca tinha praticado atividade física regularmente.

“Comecei do nada e de repente percebi que havia muito prazer em fazer isso”, disse Morgan ao Washington Post.

Hoje, ele virou estudo de caso como exemplo de envelhecimento saudável e em boa forma.

Efeito atividade física na velhice

Praticar apenas 20 minutos de atividade física por dia pode reduzir em cerca de um terço o risco de câncer, demência e doenças cardíacas, sendo mais eficaz do que alguns medicamentos.

Um estudo de 2004 mostrou que pessoas com 65 anos ou mais que se exercitavam tinham 28% menos risco de morrer por qualquer causa.

Atividade física moderada por 150 a 299 minutos por semana também diminui a mortalidade em 20 a 21%.

Morgan deixou o exemplo de que nunca é tarde demais para começar a cuidar da saúde e nos dedicarmos ao exercício físico!

 Morgan fazendo testes para o estudo. - Foto: reprodução/Arquivo pessoal

Richard Morgan fazendo testes para o estudo. – Foto: reprodução/Arquivo pessoal

Uma rotina de exercícios físicos e uma alimentação saudável são os pilares da longevidade do "atleta centenário". - Foto: reprodução/Arquivo pessoal

Uma rotina de exercícios físicos e uma alimentação saudável são os pilares da longevidade do “atleta centenário”. – Foto: reprodução/Arquivo pessoal

Com informações de Mail Online.



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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre

A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.

Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.

O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.

O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.” 

Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)



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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre

 Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.

Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.

“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.

Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”

Mostra em 4 atos

A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).

O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.

No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.

No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."

09 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC

Mais informações

 



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