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Imigrantes venezuelanos deportados para El Salvador, apesar da proibição do tribunal dos EUA | Notícias
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2 anos atrásem
Os Estados Unidos voaram mais de 200 imigrantes, supostos membros de uma gangue venezuelana, para serem presos em El Salvador, disse o presidente Nayib Bukele, depois que seu colega dos EUA Donald Trump invocou controversa legislação em tempos de guerra para expulsá -los.
As deportações no domingo ocorreram apesar de um juiz federal dos EUA conceder uma suspensão temporária da ordem de expulsões, aparentemente como aviões já estavam indo para El Salvador.
Em uma forte repreensão no domingo, o governo da Venezuela disse que Trump “criminalizou” os migrantes venezuelanos, a quem dizia estar “em sua imensa maioria … dignificados e honestos”, não terroristas. Acrescentou que a ação violou as leis americanas e internacionais.
“Oopsie … tarde demais”, postou Bukele nas mídias sociais em resposta a um artigo sobre a decisão do juiz, acrescentando um emoji de choro-com-aluno.
O governo Trump disse que estava apelando da ordem judicial.
A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, defendeu as deportações, dizendo que Trump estava “usando seus principais poderes como presidente e comandante em chefe para defender o povo americano de uma ameaça urgente”.
Bukele anunciou a ação no domingo em X, dizendo: “Hoje, os primeiros 238 membros da organização criminosa venezuelana, Tren de Aragua, chegaram ao nosso país”.
Hoje, os primeiros 238 membros da Organização Penal Venezuelana, Tren de Aragua, chegaram ao nosso país. Eles foram imediatamente transferidos para Cecot, o Centro de Confinamento do Terrorismo, por um período de um ano (renovável).
Os Estados Unidos pagarão uma taxa muito baixa por eles,… pic.twitter.com/tfsi8cgpd6
– Nayib Bukele (@Nayibbukele) 16 de março de 2025
Ele compartilhou um vídeo de vários homens algemados e grilhões sendo transferidos de um avião para um comboio fortemente guardado, enquanto a presidência compartilhou uma série de fotos mostrando a cabeça dos prisioneiros sendo raspada e depois entrega as costas, em sua chegada a El Salvador.
Bukele disse que os EUA “pagariam uma taxa muito baixa” pela custódia de El Salvador dos homens, mas nem ele nem as autoridades americanas especificaram o valor.
Trump na sexta -feira assinou uma ordem que invocava a Lei de Inimigos Alienígenas de 1798, mas não foi anunciado publicamente até sábado.
A autoridade controversa de guerra permite que um presidente dos EUA deter ou deporte cidadãos de uma nação inimiga e foi invocado apenas três vezes antes – durante grandes conflitos internacionais, incluindo a Primeira Guerra Mundial e II.
Bukele, em uma reunião no mês passado com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, ofereceu-se para abrigar prisioneiros dos EUA em seu país, incluindo membros da gangue MS-13 de Tren de Aragua e Salvador.
Mega-jail com células sem janelas
Bukele de punho de ferro é extremamente popular em seu país latino-americano para uma repressão bem-sucedida a gangues violentas, mas enfrentou críticas de grupos de direitos humanos.
Sua oferta para receber condenados estrangeiros por uma taxa dividiu os salvadoras, que temem que possa impedir a luta do país contra crimes violentos.
Leavitt disse ao Programa de Futuros da Morna da Fox News que Trump “está agindo dentro dos limites da lei”.
Bukele disse que os supostos membros de gangues foram enviados ao máximo Centro de Confinamento de Terrorismo de Segurança do país (CECOT), uma mega prisão à beira de uma selva a 75 km (47 milhas) a sudeste de San Salvador, com capacidade para 40.000 prisioneiros.
Os presos são embalados em células sem janelas, durmam em camas de metal sem colchões e são proibidas de ter visitantes.
Rubio disse em comunicado no domingo que, como parte da transferência dos migrantes da Venezuela, os EUA deportaram “os principais líderes” do MS-13, “mais 21 de seus mais procurados para enfrentar a justiça em sua terra natal”.
Legislação em tempos de guerra
Trump, em sua ordem, alegou que Tren de Aragua estava “conduzindo guerra irregular contra o território dos Estados Unidos, diretamente e na direção, clandestina ou não, do regime de Maduro”.
A declaração concede ao Procurador Geral de Trump Pam Bondi 60 dias para aprovar a decisão que faz com que todos os membros da gangue Tren de Aragua “sujeitas a apreensão, detenção e remoção imediatos”.
A ordem se aplicará a todos os membros venezuelanos de Tren de Araga que têm mais de 14 anos e não os cidadãos americanos naturalizados ou residentes permanentes legais.
A União Americana das Liberdades Civis (ACLU) e um grupo aliado, Democracy Forward, pediram ao Tribunal Distrital dos EUA em Washington que barrasse as deportações – argumentando que a Lei de 1798 não era destinada ao uso em tempos de paz.
O juiz James Boasberg emitiu no sábado uma parada de 14 dias para qualquer deportação sob a nova ordem.
Bondi criticou a decisão, dizendo em comunicado que “coloca em risco o público e a aplicação da lei”.
A prisão de El Salvador, onde os supostos membros de gangues foram enviados já abriga cerca de 15.000 membros do MS-13 e as gangues rivais do Salvadororan Barrio 18.
Eles foram arredondados sob um estado de emergência imposto por Bukele após um aumento na violência de gangues em 2022.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 horas atrásem
8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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6 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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