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Incidência de raios UV chega  a nível “extremo” no Acre

Ac24horas, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Por mais que  o tempo permaneça fechado parte do dia, a incidência de raios ultravioleta tem sido muito alta na maioria das regiões do Acre, fenômeno que neste verão tem sido comum no País todo.

Numa escala que vai de 1 (baixo, em cor verde) a 16 (extremo, em cor azul claro), o Índice de Radiação Solar no Acre é de 12, levando-se em conta uma média diária porque os níveis variam ao longo do dia.   Nessa escala, qualquer índice acima de 11 é  considerado pelos especialistas como extremo.

“Risco extremo de queimadura. A exposição ao Sol sem proteção se torna extremamente perigosa. Tome todas as precauções incluindo utilizar óculos de Sol e camisa Extreme UV de manga longa.  Evite o Sol principalmente perto do meio dia. Tempo para a pele começar a queimar: 10 minutos”, informa o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

Os especialistas orientam seguir a Regra da Sombra para a pessoa definir como está a incidência de UV: Quando a  sombra da pessoa  for menor que ela, é hora de procurar abrigo do Sol. Isso ocorre geralmente entre as 10h até às 14h.

Todas as cidades do país vêm registrando níveis de radiação solar extremos, acima dos 12. As regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste têm os índices mais altos, inclusive cidades do interior.  No caso das crianças, é preciso redobrar a atenção, evitar o Sol em determinados horários e usar protetor solar.

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PAPO DE ACADEMIA

Assessoria, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Mesmo considerando as academias como serviço essencial, “não é o momento de reabri-las” diz empresários de Feijó e Tarauacá. (mais…)

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Mantida condenação de consumidor por litigância de má-fé

Gecom TJAC, via Acre.com.br - Da Amazônia para o Mundo!

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Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização.

A Segunda Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Acre negou provimento ao recurso de apelação, interposto por um consumidor, em desfavor da empresa de telefonia do qual ele tinha contrato de serviço e teve o nome no cadastro de inadimplentes por falta de pagamento.

Para os membros do órgão colegiado, ficou evidenciado que o consumidor alterou a verdade dos fatos no desígnio de receber indenização e mantiveram a condenação por litigância de má-fé.

O autor do processo interpôs recurso de apelação contra sentença de primeiro grau por ter negado indenização por danos morais a ele em um ação declaratória de inexistência de débito.

Nos autos, o consumidor alegou não ter sido informado da mudança da conta pré-paga para a modalidade pós-pago. Mesmo com algumas faturas pagas, o consumidor esclareceu que jamais pagou fatura da conta e que desconhece quem tenha efetuado o pagamento. Ele relatou ainda que a inscrição do seu nome, por outras contas sem pagamento, em cadastro de inadimplentes, se mostra ilegal e indevida.

Por outro lado, a empresa apresentou que o contrato foi efetivamente celebrado em de março de 2016 e resultou da migração do usuário de um plano para outro, que houve pagamento de algumas faturas e que as contratações ocorrem por meio virtual, tendo o recorrente fornecido todos os seus dados.

Ao decidir pela manutenção da sentença de primeiro grau, a relatora do processo, desembargadora Regina Ferrari, entendeu que os conteúdos de telas de sistema interno da operadora servem como indicativo de que o contrato foi efetivamente celebrado entre as partes e que o relatório pormenorizado de chamadas originadas da linha telefônica é elemento de prova.

“A ausência de impugnação específica na réplica – sobre os fatos impeditivos apresentados e provados pela parte ré autoriza a conclusão de que o negócio realmente foi celebrado entre as partes, cuja falta de pagamento de algumas contas mensais justifica a existência da dívida e a inserção do nome do devedor no cadastro de inadimplentes”, diz trecho do voto.

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