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‘Inconveniente’: Trump pretende acabar com o horário de verão ‘caro’ nos EUA | Notícias de Donald Trump
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Presidente eleito dos Estados Unidos Donald Trump anunciou que se esforçará para acabar com o horário de verão, a prática de adiantar os relógios durante o verão para aproveitar as horas diurnas mais longas.
Em um postagem nas redes sociais na sexta-feira, Trump disse que o conservador Partido Republicano “faria seus melhores esforços” para acabar com a prática, que ele criticou como ineficiente.
“O Partido Republicano envidará todos os seus esforços para eliminar o horário de verão, que tem um eleitorado pequeno, mas forte, mas não deveria!” ele escreveu. “O horário de verão é inconveniente e muito caro para a nossa nação.”
Trump deverá tomar posse em 20 de janeiro, e sua próxima administração inclui vários membros que se opõem veementemente ao horário de verão.
O senador Marco Rubio, da Flórida, por exemplo, fez vários esforços no Congresso para acabar com a prática de mudança de relógio, incluindo um recentemente como este ano. Em 2022, seu projeto de lei, a Lei de Proteção ao Sol, foi aprovado no Senado antes de finalmente não conseguir ganhar força na Câmara dos Representantes.
Rubio, que foi escolhido para servir como secretário de Estado de Trump, classificou o horário de verão como uma “prática estúpida”.
Enquanto isso, dois aliados próximos de Trump – os empresários Elon Musk e Vivek Ramaswamy – ponderaram abertamente a proibição do horário de verão na plataforma de mídia social X no início deste ano.
Respondendo à reclamação de um usuário sobre o horário de verão em novembro, Musk escreveu“Parece que as pessoas querem abolir as irritantes mudanças de horário!” Ramaswamy rapidamente entrou na conversa: “É ineficiente (e) fácil de mudar.”
Sob Trump, os dois empresários foram encarregados de liderar um grupo ainda a ser estabelecido, organismo não governamental chamado Departamento de Eficiência Governamental, que fornecerá conselhos sobre como simplificar as regulamentações, gastos e burocracia federais.
Mas os esforços anteriores para eliminar o horário de verão fracassaram.
A prática foi instituída pela primeira vez nos EUA em 1918, como forma de preservar energia durante a Primeira Guerra Mundial. A lei que obrigava o horário de verão foi posteriormente revogada em 1919, logo após o fim da guerra.
Mas em 1942, após o início da Segunda Guerra Mundial, a prática ressurgiu “para promover a segurança e a defesa nacionais”.
Desde então, os méritos do horário de verão têm sido debatidos consistentemente na política dos EUA, em ambos os lados do corredor.
Alguns argumentam que a prática de alternar os relógios afeta negativamente os padrões de sono humanos, resultando em riscos aumentados de problemas de saúde, como ataques cardíacos. Mas um 2024 estudar da Clínica Mayo diz que a ameaça à saúde cardíaca é “provavelmente mínima”.
Hoje em dia, a maioria dos americanos atrasa o relógio uma hora no início de novembro e avança uma hora em meados de março.
O que é conhecido como “horário de verão”, portanto, vai de março a novembro, durante os meses mais quentes do verão nos EUA. O “horário padrão”, por outro lado, ocorre durante o inverno, de novembro a março.
Apenas dois estados optam por não aderir a esta prática: Arizona e Havaí.
Ainda assim, muitos americanos apoiam que não seja mais necessário mudar os prazos duas vezes por ano. Mais do que 60 por cento das pessoas afirmam que gostariam de ver a mudança dos relógios eliminada, de acordo com um inquérito de 2023 realizado pela empresa de investigação YouGov.
Cerca de 50 por cento das pessoas apoiam que o horário de verão – e os amanheceres e entardeceres posteriores que o acompanham – sejam permanentes. Cerca de 32 por cento, por outro lado, apoiam que o horário padrão, que acompanha o nascer e o pôr do sol mais cedo, seja permanente.
A maioria dos países não têm essa prática, e algumas associações médicas disseram que tornar o horário padrão permanente se alinharia mais estreitamente com o ciclo natural do sol e com as necessidades de sono das pessoas.
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Projeto de extensão seleciona resumos expandidos para publicação — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026O projeto de extensão ComunicAÇÃO, da Ufac, realiza processo seletivo para submissão de trabalhos extensionistas, na modalidade de resumo expandido. Os selecionados comporão a Coleção de Cadernos de Extensão “Ufac e Comunidade”. As inscrições estão abertas até 30 de junho, por meio de formulário online.
O trabalho inscrito deve estar contemplado em uma das áreas temáticas: comunicação, cultura, direitos humanos e justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia e produção, trabalho. Cada resumo deverá estar vinculado a uma ação de extensão (projeto, curso, evento ou programa) institucionalizada na Ufac.
“O resumo expandido deverá evidenciar, de forma clara e consistente, as experiências adquiridas e/ou vivenciadas junto à comunidade externa ao longo do desenvolvimento da ação de extensão, destacando as interações estabelecidas, os impactos gerados, os aprendizados construídos e as contribuições mútuas decorrentes da execução das atividades”, detalha o item 3.1 do edital.
A seleção consiste em avaliação por uma comissão que indicará 50 trabalhos aptos para publicação na 1ª Edição da Coleção de Cadernos de Extensão, considerando a formatação e os aspectos científicos, além do envolvimento da comunidade externa, dos resultados obtidos e da efetividade da metodologia proposta. O resultado final do processo seletivo está previsto para 21 de agosto.
Para mais informações sobre o certame, leia o edital Proex n.º 9.1/2026.
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Reitora da Ufac participa de fórum Brasil-África em Brasília — Universidade Federal do Acre
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26 de maio de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou, nessa segunda-feira, 25, em Brasília, do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. A convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do Ministério da Educação (MEC), ela representou a Ufac no encontro, acompanhada da pró-reitora de Inovação e Tecnologia, Almecina Balbino Ferreira. O evento segue até quarta-feira, 27, e tem como foco o fortalecimento da cooperação internacional em educação superior entre universidades brasileiras e instituições africanas.
Guida destacou a importância da presença da Ufac em um espaço voltado ao diálogo internacional e à construção de parcerias acadêmicas. Segundo a reitora, a aproximação entre Brasil e África por meio da educação, da pesquisa, da inovação e da troca de experiências permite avançar em soluções conjuntas para desafios comuns. “Temos histórias, identidades e desafios que nos aproximam, e a universidade tem um papel fundamental nessa conexão”, afirmou.
O fórum é uma iniciativa liderada pelo MEC, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior. A programação reúne reitores, pró-reitores e assessores de cooperação internacional de universidades federais, estaduais e privadas do Brasil, além de representantes de universidades africanas mobilizadas pela Associação de Universidades Africanas.

A proposta do encontro é ampliar as relações acadêmicas entre Brasil e África, com a construção de novos acordos institucionais, programas de mobilidade estudantil, intercâmbio científico e cooperação em áreas estratégicas como agricultura, energias renováveis, mineração, petróleo e gás, setor aeroespacial, inteligência artificial e ciências humanas.
A programação inclui painéis temáticos, reuniões bilaterais, workshops e sessões voltadas à construção de novas parcerias universitárias. Ao final do evento, os resultados e compromissos construídos serão formalizados na Carta de Brasília do 1º Fórum de Reitores Brasil-África, documento que deve orientar os próximos passos da cooperação entre universidades brasileiras e africanas.
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Ufac conquista 3º lugar em hackathon internacional promovido por laboratório de Harvard — Universidade Federal do Acre
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22 de maio de 2026Estudantes da Universidade Federal do Acre (Ufac) participaram, nos dias 10 e 11 de abril, do HSIL Hackathon 2026, promovido pelo Health Systems Innovation Lab da Harvard T.H. Chan School of Public Health. A participação da equipe ocorreu no Hub de Inovação do Hospital das Clínicas de São Paulo, o InovaHC, em uma edição realizada simultaneamente em mais de 30 países. O grupo conquistou o 3º lugar geral entre mais de 30 equipes com o projeto Viginutri, solução voltada à prevenção da desnutrição hospitalar.
A equipe foi liderada pela acadêmica de Medicina da Ufac Maria Júlia Bonelli Pedralino e contou com a participação de Guilherme Félix, do curso de Sistemas de Informação, Bruno Eduardo e Wesly, do curso de Medicina. Segundo Maria Júlia, representar o Acre e a Ufac em um evento dessa dimensão foi uma experiência marcante para sua trajetória acadêmica e pessoal. “O Acre tem muito a dizer nos espaços onde o futuro da saúde está sendo construído”, afirmou.
O projeto premiado, Viginutri, foi desenvolvido durante o hackathon em São Paulo e propõe uma solução para auxiliar no enfrentamento da desnutrição hospitalar, problema que pode afetar o prognóstico de pacientes internados e gerar impactos para a gestão hospitalar. A proposta une medicina e nutrição e será aperfeiçoada a partir da premiação recebida pela equipe.
Com a classificação, o grupo garantiu uma aceleração de um ano pela Associação Brasileira de Startups de Saúde, com mentoria especializada e a perspectiva de validar a solução em um hospital real. De acordo com Maria Júlia, a conquista abre a possibilidade de levar uma ideia desenvolvida por estudantes da Ufac para uma etapa de aplicação prática.
A estudante também ressaltou o apoio recebido da Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia da Universidade Federal do Acre (Proint) e da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proex). Segundo ela, a conquista só foi possível porque a universidade acreditou no projeto e ofereceu as condições necessárias para que o grupo representasse a instituição fora do Acre. “Essa conquista não teria sido possível sem o apoio da Proint e Proex”, disse.
A trajetória do grupo teve início em um hackathon realizado anteriormente no Acre, onde surgiu o projeto Sentinelas da Amazônia, experiência que contribuiu para a formação da equipe e para o interesse dos estudantes em iniciativas de inovação.
Como desdobramento da participação no evento, a equipe deve promover, no dia 12 de junho, às 10h30, no Sebrae Lab, no Centro de Convivência, uma roda de conversa sobre a experiência no hackathon, com o objetivo de incentivar outros acadêmicos a buscarem pesquisa, inovação e desenvolvimento de ideias no ambiente universitário.
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