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Índias Ocidentais x Inglaterra: primeiro internacional masculino de um dia – ao vivo | Inglaterra x Índias Ocidentais 2024
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2 anos atrásem
Tim de Lisle (now) and Rob Smyth (later)
Principais eventos
6º: Inglaterra 22-0 (Salt 9, Jacks 11) Seales continua, jogando boliche na costura cruzada. O único deslize agora desapareceu. Outra boa jogada de Seales (3-0-7-0), rendendo apenas um para cada rebatedor. Mark Butcher revela que, nos últimos cinco ODIs neste terreno, a equipa que rebateu primeiro fez (em média) 261, e nunca foi suficiente. A Inglaterra pode quebrar esse molde?
5º: Inglaterra 20-0 (Salt 8, Jacks 10) A maioria das corridas veio de Forde, mas Hope ainda acredita nele. Ele responde com um passe mais apertado e quase engana Jacks com uma bola mais lenta, atraindo-o para um ataque maluco que cai logo no meio do jogo.
Se este fosse o teste de críquete, a Inglaterra já teria 40.
4º: Inglaterra 19-0 (Salt 8, Jacks 9) Seales continua e Salt novamente acerta duas bolas para o midwicket, mas não consegue pegar as outras cinco bolas.
“Como seguidor de Warwickshire”, diz Phil Russell, “é ótimo ver Bethell e Mousley na equipe, e espero que Sam Hain também obtenha mais reconhecimento em breve. No geral, a formação lembra os dias de outro jogador versátil do Bears, Dermot Reeve. Muitos jogadores fracos para um jogo de 50 over. Um pouco preocupado com o fato de as rebatidas fracassarem e não irem longe. Isso seria muito de marca.
3º over: Inglaterra 17-0 (Salt 6, Jacks 9) Forde se perde nas almofadas, permitindo que Jacks se sirva de um quatro barato. Isso faz Jacks avançar e quando Forde se afasta, ele se lança em uma feroz cobertura, atingido para cima. O trompetista comemora com um toque de Go West dos Village People – ou, se preferir, dos Pet Shop Boys.
2º over: Inglaterra 8-0 (Salt 6, Jacks 1) A outra extremidade também tem o título de cavaleiro: a Sir Andy Roberts End. Jayden Seales abre o boliche e mantém Will Jacks quieto, restringindo-o a um olhar de perna. Salt adiciona um clipe para dois.
“Bom dia, Tim”, diz Guy Hornsby, “o críquete está acontecendo! Este é o XI da Inglaterra. Parece que um time T20 precisa jogar 50 saldos, embora eu ache que muitos jogadores não jogam mais esse formato. Admito que estou perplexo com Overton como um jogador versátil que não joga boliche (sei que ele está machucado). Era descolado no T20, mas parece um luxo aqui, mesmo através das lentes do Bazball.
“Eu sei que alguns batedores estão em casa e devem estar se perguntando o que precisam fazer. Penny pelos excelentes pensamentos de Sam Hain… Mesmo assim, vamos Inglaterra/críquete/Índias Ocidentais!”
Sam Hain pode ter outra coisa em sua mente esta noite. Muito obrigado a Steven Lynch de Wisden por apontar isso.
1º saldo: Inglaterra 5-0 (Salt 4, Jacks 0) Em um campo como um biscoito, Forde começa bem com uma perna larga. Phil Salt se joga cuidadosamente por duas bolas, depois acerta a terceira nas cobertas por quatro. “Alguma grama bem alta por aí”, diz Mark Butcher. “Poderia estar tomando a rota aérea.”
Matthew Forde está com a bola nova e está pronto para entrar na ponta de Sir Curtly Ambrose. Fins, como arquibancadas e até estádios, soam melhor sem o título de cavaleiro, não é?
As equipes se alinham, acompanhadas por alguns alunos um tanto perplexos. As Índias Ocidentais são em marrom com detalhes em amarelo, a Inglaterra em azul celeste com calças azul marinho. Os hinos soam, um com mais vigor que o outro. Se fosse um concurso de canto, as Índias Ocidentais teriam vencido.
Equipes na íntegra
As Índias Ocidentais fazem apenas uma mudança, trazendo de volta Shimron Hetmyer. Tal como a Inglaterra, estiveram em acção no outro lado do mundo há poucos dias (no Sri Lanka); ao contrário da Inglaterra, eles jogavam esta forma de jogo.
As emissoras, TNT, têm Phil Salt como guarda-postigo da Inglaterra, mas também se tem falado muito sobre Jordan Cox, então vou com um ou dois pontos de interrogação.
Inglaterra 1 Phil Salt (sem?), 2 Will Jacks, 3 Jordan Cox (sem?), 4 Jacob Bethell, 5 Liam Livingstone (capitão), 6 Sam Curran, 7 Dan Mousley, 8 Jamie Overton, 9 Jofra Archer, 10 Adil Rashid , 11 John Turner.
Índias Ocidentais 1 Evin Lewis, 2 Brandon King, 3 Keacy Carty, 4 Shai Hope (capitão, semana), 5 Sherfane Rutherford, 6 Shimron Hetmyer, 7 Roston Chase, 8 Gudakesh Motie, 9 Alzarri Joseph, 10 Matthew Forde, 11 Jayden Seales.
Quatro estreantes pela Inglaterra
“Também teríamos lançado primeiro”, diz Liam Livingstone. “Mas parece um bom argumento.” Questionado sobre como se sente sendo capitão, ele diz “incrivelmente orgulhoso”. Ele revela que sua equipe inclui quatro estreantes no ODI – Jordan Cox, Dan Mousley, Jamie Overton e John Turner.
Sorteio: Vitória e lançamento das Índias Ocidentais
Shai Hope vence o sorteio e opta por lançar primeiro, caso “fique um pouco molhado” mais tarde.
Preâmbulo
Boa noite a todos. Mais uma semana, outro continente, como The Only Ones quase cantou. Cinco dias depois de desabar no Paquistão, a Inglaterra agora tem a chance de fazê-lo novamente em um formato diferente no Caribe. Eu ia dizer um formato mais curto, mas isso agora é discutível. Eles esperam permanecer um pouco mais do que os 37 saldos que conseguiram no outro dia. Como Brian Johnston costumava observar, é um jogo engraçado.
Faz menos de um ano que as Índias Ocidentais e a Inglaterra se encontraram pela última vez em um ODI no Viv. Deveríamos realmente ter um prêmio para quem se lembrar do que aconteceu. Uma olhada em o placar mostra que a Inglaterra venceu, com Liam Livingstone e Rehan Ahmed assumindo os postigos e Will Jacks, Harry Brook e Jos Buttler eliminando as corridas.
Buttler está lesionado e Brook descansado, mas os outros estão na equipe e Livingstone está prestes a se tornar o sexto capitão da Inglaterra no ano, o que deve pelo menos impedi-lo de reclamar por estar muito abaixo na ordem.
A escalação da Inglaterra pode muito bem ser uma miscelânea. Os seleccionadores parecem ter reagido à ausência dos suspeitos do costume recusando-se a incluir quaisquer batedores especializados. A ordem superior pode ser uma curiosa mistura de guarda-postigos e jogadores versáteis de boliche lento, embora o ataque compense qualquer falta de experiência com Jofra Archer, Reece Topley, Sam Curran e o grande Adil Rashid.
As Índias Ocidentais, por outro lado, podem colocar em campo um time estável, capitaneado por Shai Hope e estrelado pelo explosivo Evin Lewis. O jogo começa às 18h GMT, se o tempo permitir – há alguns trovões no ar. Vejo vocês logo depois das 17h30 com notícias do sorteio e (espero) das equipes.
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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre
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9 de outubro de 2026Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.
Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.
Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).
Aprendizagem no território
Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.
A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.
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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre
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8 de outubro de 2026A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.
A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.
Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”
O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.
Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.
Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.
A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”
Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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1 semana atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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