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Inferno e maré alta: Gaza espera por um cessar-fogo próprio | Notícias do conflito Israel-Palestina
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2 anos atrásem
As famílias que vivem na devastação de Gaza encharcada pela chuva descrevem ter assistido à notícia de um cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah no Líbano com sentimentos de alívio, esperança e, para alguns, a sensação de terem sido totalmente abandonados.
Uma frustração geral instalou-se na cidade central de Deir el-Balah, onde as pessoas estão exaustas devido aos quase 14 meses de ataque implacável de Israel.
Várias pessoas que falaram à Al Jazeera na quarta-feira disseram que embora estivessem satisfeitos com os seus “irmãos no Líbano por terem alcançado uma trégua”, estão à espera da sua própria trégua.
As pessoas em Gaza, disseram eles, suportaram centenas de vezes mais do que podem suportar.
‘E quanto a nós?’
Maysaa Khalil, deslocada do bairro de Zeitoun, na cidade de Gaza, para Khan Younis, no sul de Gaza, há um ano, disse que quando ouviu a notícia do seu marido, perguntou imediatamente: “E nós?”
“Por que não parar ambas as guerras juntas, desde que o mesmo partido as lance: Israel?” ela perguntou.
“Estamos felizes pelo Líbano, é claro”, acrescentou ela, “mas sentimos que fomos esquecidos”.
Enquanto isso, Hamedi, natural de Beit Hanoon, no norte, disse estar otimista
“Acho que os estágios iniciais (de um cessar-fogo em Gaza) podem começar nos próximos três, talvez quatro dias”, disse ele, do abrigo rústico de uma tenda em um campo que as Nações Unidas administram para alguns dos dois milhões de habitantes de Gaza. pessoas deslocadas em Deir el-Balah.
O seu amigo Fadi repetiu o seu humor optimista: “(Primeiro Ministro israelita Benjamin) Netanyahu obteve a sua vitória. Ele tem um cessar-fogo com o Hezbollah. O próximo passo será Gaza.”
“Ele pode negociar com mais facilidade agora”, disse ele sobre as hesitantes negociações de paz no Cairo e em Doha, que decorreram quase durante toda a guerra. “Não tenho certeza se veremos algum progresso nos próximos dias, mas talvez em semanas.”
Hussein, que trabalha para uma agência humanitária e é originário de uma aldeia no norte de Gaza, foi mais comedido.
“Não sei”, disse ele. “Nunca imaginamos como seria a guerra. Nunca imaginamos o quão ruim poderia ser. Não acho que estejamos prontos para adivinhar quando isso poderá acabar.”
“É verdade que muitos têm agora esperança de que um cessar-fogo em Gaza possa ser possível. No entanto, outros sentem-se totalmente abandonados”, disse ele sobre a suspensão das operações do Hezbollah lançadas em apoio a Gaza.
“Alguns sentem-se totalmente sozinhos, como se o mundo os tivesse esquecido”, disse ele, à medida que as condições no enclave bloqueado continuam a deteriorar-se.
‘A realidade de Gaza é diferente’
Durante a noite de quarta-feira, enquanto eram dados os últimos retoques no cessar-fogo, Israel ataca uma escola e bairros em Gaza matou pelo menos 15 pessoas e feriu muitos mais.
“Durante toda a noite passada, os sons dos ataques israelitas na região central e em várias áreas de Gaza não pararam. Isto significa que Israel continua a sua guerra em Gaza”, disse Mohammed Ismail, um dos milhares de deslocados do norte de Gaza para Deir el-Balah.
Ele acrescentou que temia que o anúncio de um cessar-fogo no Líbano pudesse sinalizar uma nova escalada em Gaza.
“A realidade para Gaza é completamente diferente”, disse ele. “Israel ainda quer implementar mais planos e não parece haver uma vontade política e internacional real para parar a guerra, especialmente por parte dos Estados Unidos.”
À medida que as temperaturas descem, a chuva começa a cair sobre Gaza, encharcando as tendas de tecido dos deslocados amontoados em campos mal equipados. Outras pessoas que foram forçadas a abandonar as suas casas vivem em escolas transformadas em abrigos, muitos dos quais são geridos pela Agência das Nações Unidas de Assistência e Obras aos Refugiados da Palestina (UNRWA).
“Não se consegue encontrar plástico”, disse Hussein, explicando que Israel impediu a sua entrada em Gaza, alegando que poderia ser usado para fins militares.
Hussein não conseguia imaginar que aplicações militares as lonas plásticas poderiam ter.
“Se você conseguir encontrar, uma (folha) custará cerca de 500 shekels (US$ 136). Uma tenda precisa de três ou quatro lonas de plástico, por isso as famílias têm que usar pano, que oferece pouca ou nenhuma proteção contra o frio ou a chuva”, disse ele.
No norte de Gaza, que sofre um cerco israelita desde o início de Outubro, as condições foram descritos por funcionários da ONU como “apocalípticos”.
Excremento nas ruas
Com quase todas as infra-estruturas de Gaza destruídas por Israel durante os primeiros seis meses da sua guerra, as pessoas deslocadas não tiveram outra opção senão enterrar os esgotos no que é agora o solo encharcado.
“Você pode sentir o cheiro em todos os lugares”, disse Hussein sobre os excrementos que, segundo ele, agora correm livremente pela rua.
“As crianças têm que brincar nele. É incrível.”
Numa visita a Gaza em meados de Novembro, Netanyahu, que actualmente está sujeito a um mandado de captura internacional sob a acusação de crimes de guerranão deu nenhuma indicação de que a guerra de Israel iria diminuir.
“Estamos destruindo as capacidades militares (do Hamas) de uma forma muito impressionante”, disse ele num vídeo publicado após a visita.
Ofereceu então uma recompensa de 5 milhões de dólares pela recuperação de cada um dos restantes prisioneiros detidos em Gaza, algo que o assassinato de mais de 44 mil pessoas em Gaza pelos militares israelitas ainda não produziu.
Entre as acusações citadas no mandado de detenção emitido pelo Tribunal Penal Internacional para Netanyahu e o seu antigo ministro da Defesa, Yoav Gallant, está “o crime de guerra da fome como método de guerra”.
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Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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6 horas atrásem
16 de outubro de 2026Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.
As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.
Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva.
- Foto: Beatriz Guedes
A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.
A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares.

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Demanda da comunidade
A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.
A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.
“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.
Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets.

- Foto: Beatriz Guedes
A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.
Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.
Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.
“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.
Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.
Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.
“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.
Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.
A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.
Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.

- Foto: Beatriz Guedes
Troca de experiências
Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.
“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.
A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.
Tecendo Teias de Aprendizagem
A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.
Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.
Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.
“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.
A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

- Foto: Beatriz Guedes
Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura.

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Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
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16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
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15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
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