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Inglaterra enfrentará a Sérvia nas eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2026 | Notícias de futebol

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A Inglaterra renovará amizade com a Sérvia nas eliminatórias europeias para a Copa do Mundo de 2026, após o sorteio realizado em Zurique, na sexta-feira, com a Albânia sorteada no mesmo grupo, estabelecendo um encontro politicamente carregado entre as nações dos Balcãs.

No entanto, muitas equipes permanecem no escuro sobre os adversários do grupo.

O procedimento de sorteio significa que oito grupos ainda não estão totalmente decididos, pois conterão os vencedores ou perdedores das quartas de final da Liga das Nações, que acontecem em março do próximo ano.

A Espanha enfrenta a Holanda nas quartas de final da Liga das Nações, e o vencedor se juntará a Turkiye, Geórgia e Bulgária no Grupo E, enquanto o time perdedor vai para o Grupo G ao lado de Polônia, Finlândia, Lituânia e Malta.

A França, vice-campeã da Copa do Mundo de 2022, também estará nas quartas de final da Liga das Nações, enfrentando a Croácia, e se vencer irá para o Grupo D com Ucrânia, Islândia e Azerbaijão.

A Inglaterra é um dos quatro países com melhor classificação que conhece o seu destino e, sob o comando do novo técnico Thomas Tuchel, que assume o comando em 1º de janeiro, enfrentará Sérvia, Albânia, Letônia e Andorra no Grupo K.

O técnico da Inglaterra, Thomas Tuchel, chega ao sorteio (Martin Meissner/AP)

No Campeonato Europeu deste ano, a Inglaterra venceu a Sérvia por 1 a 0 no jogo de abertura da fase de grupos, antes de chegar à final, onde perdeu por 2 a 1 para a Espanha.

O grupo contém um possível ponto crítico, com a Sérvia e a Albânia prestes a se enfrentarem duas vezes, depois que a rivalidade dos Balcãs voltou à tona na Euro 2024.

Por razões políticas, a Ucrânia e a Bielorrússia não puderam ser incluídas no mesmo grupo, como aconteceu com Gibraltar e Espanha. O Kosovo foi mantido separado da Sérvia e da Bósnia, mas tais restrições não foram impostas à Sérvia e à Albânia.

A Sérvia ainda não reconhece a independência do Kosovo, nação de etnia predominantemente albanesa, após uma das mais sangrentas guerras dos Bálcãs pós-Jugoslávia na década de 1990.

No jogo da Sérvia contra a Inglaterra, o jornalista Kosovar Arlind Sadiku fez um gesto de águia de duas cabeças – o símbolo da bandeira da Albânia – para os adeptos sérvios durante uma transmissão ao vivo, e teve as suas credenciais rescindidas pela UEFA.

A UEFA também impôs punições depois de os adeptos da Albânia e da Croácia se terem unido em gritos de “Matem os Sérvios” e os adeptos sérvios gritarem “Kosovo é o coração da Sérvia” e exibirem uma bandeira com o Kosovo dentro das fronteiras da Sérvia.

Uma bandeira semelhante resultou em multa da FIFA para a Sérvia na Copa do Mundo de 2022, depois que os jogadores penduraram a bandeira no vestiário para o jogo contra o Brasil.

Em 2014, uma partida de qualificação para o Euro entre a Sérvia e a Albânia foi abandonada após uma briga entre jogadores depois que uma bandeira, representando a chamada Grande Albânia, uma área que cobre todas as partes dos Bálcãs onde vivem os albaneses étnicos, foi hasteada sobre o estádio.

No mês passado, a Roménia obteve uma vitória por 3-0 sobre o Kosovo quando o jogo foi abandonado depois de os jogadores do Kosovo terem deixado o campo ao ouvirem gritos pró-sérvios dos adeptos da casa.

O técnico da França, Didier Deschamps, atende à mídia durante o sorteio preliminar da UEFA para a Copa do Mundo FIFA de 2026, na sede da FIFA em Zurique, Suíça, sexta-feira, 13 de dezembro de 2024. (AP Photo/Martin Meissner)
O técnico da França, Didier Deschamps, fala com a mídia no sorteio (Martin Meissner/AP)

A Copa do Mundo de 2026 será disputada nos EUA, Canadá e México, com início em 11 de junho e final em 19 de julho, e será a primeira a incluir 48 seleções, ampliadas de 32.

A Europa terá 16 vagas no torneio, contra 13 na última Copa do Mundo, e os 12 vencedores dos grupos se classificam automaticamente.

Os 12 segundos classificados dos grupos vão para os playoffs juntamente com os quatro vencedores dos grupos mais bem classificados da UEFA Nations League 2024/25 que não terminaram em primeiro ou segundo lugar na fase de grupos da Qualificação Europeia.

Grupo A

Vencedor das quartas de final da Liga das Nações Alemanha/Itália, Eslováquia, Irlanda do Norte, Luxemburgo

Grupo B

Suíça, Suécia, Eslovênia, Kosovo

Grupo C

Perdedor das quartas de final da Liga das Nações Portugal/Dinamarca, Grécia, Escócia, Bielorrússia

Grupo D

Vencedor das quartas de final da Liga das Nações França/Croácia, Ucrânia, Islândia, Azerbaijão

Grupo E

Vencedor das quartas de final da Liga das Nações Espanha/Holanda, Turkiye, Geórgia, Bulgária

Grupo F

Vencedor das quartas de final da Liga das Nações Portugal/Dinamarca, Hungria, Irlanda, Armênia

Grupo G

Perdedor das quartas de final da Liga das Nações Espanha/Holanda, Polônia, Finlândia, Lituânia, Malta

Grupo H

Áustria, Roménia, Bósnia, Chipre, São Marino

Grupo I

Perdedor das quartas de final da Liga das Nações Alemanha/Itália, Noruega, Israel, Estônia, Moldávia

Grupo J

Bélgica, País de Gales, Macedônia do Norte, Cazaquistão, Liechtenstein

Grupo K

Inglaterra, Sérvia, Albânia, Letónia, Andorra

Grupo L

Perdedor das quartas de final da Liga das Nações França/Croácia, República Tcheca, Montenegro, Ilhas Faroe, Gibraltar

As partidas de qualificação começarão em março do próximo ano e serão disputadas até novembro, e as equipes jogarão entre si em casa e fora.



Leia Mais: Aljazeera

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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