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Irã novamente alvo de resolução da AIEA por atividades nucleares “preocupantes”

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Diplomatas ocidentais emitiram uma dura acusação contra o Irão na quinta-feira, 21 de Novembro, em Viena e adoptaram uma nova resolução crítica, com o risco de uma resposta de Teerão. O texto, elaborado por Londres, Paris e Berlim (E3) associadas a Washington, foi aprovado à noite por 19 dos 35 Estados-membros do Conselho de Governadores da Agência Internacional de Energia Atómica (AIEA), segundo fontes da Agence France. -Presse (AFP) e Associated Press.

A Rússia, a China e o Burkina Faso votaram contra, enquanto 12 países se abstiveram. Os Estados Unidos e os seus aliados europeus já tinham subido ao pódio para denunciar a escalada da República Islâmica. As suas actividades nucleares são “profundamente perturbador”lançou a embaixadora americana Laura Holgate, julgando “o nível de cooperação com o órgão da ONU está bem abaixo das expectativas”.

Berlim, Paris e Londres deixaram claro o ponto, lembrando que o Irão acumulou urânio altamente enriquecido suficiente para “quatro armas nucleares”. “Seu comportamento representa uma ameaça à segurança internacional” et “o sistema global de não proliferação”de acordo com sua declaração. Tal como a resolução anterior de Junho, o texto desta, consultado pela AFP, lembra ao Irão a sua “obrigações legais”ao abrigo do Tratado de Não Proliferação (TNP) ratificado em 1970.

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“É essencial e urgente” que o país oferece “respostas técnicas confiáveis” sobre a presença de vestígios inexplicáveis ​​de urânio em dois locais não declarados, escrevem os autores, apelando à AIEA “um relatório completo” até à primavera de 2025. Além desta disputa de longa data, o Irão restringiu severamente a sua cooperação com a Agência desde 2021, desligando câmaras de vigilância e retirar a acreditação de inspetores experientes.

Diferença entre as posições do Ocidente e de Rafael Grossi

Ao mesmo tempo, o seu programa nuclear continua a ganhar impulso, mesmo que Teerão negue querer adquirir a bomba. Mas desta vez a resolução surge num contexto particular, com uma lacuna entre a posição ocidental e a do chefe da AIEA, Rafael Grossi. Durante uma visita ao país na semana passada, obteve do Irão que concorda em iniciar os preparativos para impedir a expansão do seu stock de urânio enriquecido a 60%, perto dos 90% necessários para produzir uma arma nuclear.

“Este é um passo concreto na direção certa”ele insistiu na quarta-feira, e isso “pela primeira vez” desde que Teerão se libertou dos compromissos assumidos no âmbito do acordo celebrado em 2015 em Viena. Uma situação que o jornal governamental Irã não deixou de enfatizar quinta-feira, em manchete “as diferenças” em Viena. O chamado pacto JCPOA previa uma redução das sanções internacionais contra Teerão, em troca de garantias de que o Irão não pretende adquirir armas atómicas. Mas descarrilou depois da retirada dos americanos em 2018, sob a liderança de Donald Trump, então presidente, que restabeleceu as sanções.

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O Irão avisou que irá reagir “consequentemente e apropriadamente”. A votação “enfraquecerá” relações entre o órgão da ONU e Teerã, alertou o chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, ao dizer “determinado a trabalhar” com a AIEA. Para Héloïse Fayet, especialista nuclear do Instituto Francês de Relações Internacionais (IFRI), esta iniciativa pode de facto “prejudicou os esforços de Rafael Grossi”. “Mas as potências ocidentais estão frustradas pela falta de eficácia das suas manobras diplomáticas e procuram soluções mais firmes”disse ela à AFP.

Em resposta, o Irão poderia voltar atrás na sua última promessa ou “por exemplo, aumentando o nível de enriquecimento”prevê o especialista em política externa Rahman Ghahremanpour. Mas o analista não espera medidas drásticas porque “O Irão não quer agravar as tensões” antes do regresso à Casa Branca de Donald Trump, arquitecto de uma chamada política de “pressão máxima” durante seu primeiro mandato. Uma forma de manter a porta aberta para discussões com “aquele que estragou tudo” em 2018, mas “gosta de se posicionar como negociador-chefe”nota Mmeu Fayet.

O mundo com AFP

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Atletas que participarão dos Jubs em GO recebem bandeira da Ufac — Universidade Federal do Acre

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Entega bandeira Jubs (3).jpg

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, entregou a bandeira institucional aos atletas que participarão dos Jogos Universitários Brasileiros (Jubs), que ocorrem de domingo, 23, a 5 de setembro, em Goiânia e Trindade (GO), com organização da Confederação Brasileira do Desporto Universitário. A entrega ocorreu nessa quinta-feira, 20, no hall da Reitoria, campus-sede.

“As oportunidades nascem a partir do momento em que dialogamos e temos compromisso. Quero transmitir a toda a equipe o nosso empenho de trabalhar o fortalecimento do esporte”, disse Josimar. “Eu estou neste momento como reitor por vocês, estudantes, e é com vocês que eu quero honrar esse compromisso todos os dias da minha vida, com o sentimento de união e diálogo.”

Entrega bandeira Jubs (2).jpg

Também participaram do ato o pró-reitor de Extensão e Cultura, Marco Amaro; e o diretor de Arte, Cultura e Integração Comunitária, Givanildo Pereira Ortega.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Participe da Autoavaliação do Curso de ciências contábeis — Universidade Federal do Acre

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QRCODE - Autoavaliação

 

Olá, estudante!

Este instrumento foi elaborado com o objetivo de ouvir você e conhecer a sua percepção sobre o Curso de Ciências Contábeis. Sua participação é muito importante para que possamos identificar os pontos positivos, as dificuldades e as principais demandas dos estudantes, contribuindo para o processo de avaliação e melhoria contínua do curso.

O questionário aborda diferentes aspectos da sua experiência acadêmica, como disciplinas e organização curricular, metodologias de ensino, atuação dos professores, infraestrutura, biblioteca, laboratórios, acessibilidade, apoio aos estudantes, estágio, pesquisa, extensão, monitoria, iniciação científica, eventos e comunicação com a Coordenação.

As respostas serão utilizadas de forma responsável e, preferencialmente, de maneira agregada, com a finalidade de subsidiar ações e decisões voltadas ao aprimoramento da qualidade do curso e da formação acadêmica e profissional dos estudantes.

🗣️ Este é um espaço para você ser ouvido! Por isso, responda com sinceridade, apresentando sua percepção, críticas, sugestões e demandas. Não existem respostas certas ou erradas: o mais importante é que sua opinião represente verdadeiramente a sua experiência como estudante.

Agradecemos sua participação e contribuição para a construção de um Curso de Ciências Contábeis cada vez melhor, mais inclusivo, acolhedor e alinhado às necessidades dos estudantes e às demandas da sociedade e do mercado profissional.

Sua opinião é fundamental para construirmos juntos o futuro do nosso curso!

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Ufac retoma reuniões presenciais dos conselhos superiores após 6 anos — Universidade Federal do Acre

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Reunião Cepex (2).jpg

A Ufac retomou as sessões presenciais dos seus órgãos colegiados após quase seis anos. O retorno foi marcado pela 2ª reunião ordinária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepex) de 2026, a qual ocorreu nesta quarta-feira, 19, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede.

As sessões passaram a ser remotas devido à pandemia da covid-19, em 2020. Depois, foram impactadas por paralisações dos servidores, crise no transporte público de Rio Branco e greve dos estudantes. “É um recomeço e o cumprimento de um dos principais compromissos assumidos durante nossa campanha eleitoral”, disse o reitor Josimar Ferreira. “Este anfiteatro foi arena de grandes lutas do movimento sindical e dos próprios conselhos universitários.”

Segundo o servidor Jairo Nogueira, que atuou na intermediação do encontro com a Reitoria, a volta do formato presencial é fundamental para resgatar a interação direta entre os colegas e destravar os processos acumulados do Cepex. A sessão serviu de preparo para a reunião do Conselho Universitário (Consu), agendada para esta quinta-feira, 20.

Entre as propostas para a sessão do Consu, destacam-se reformulações no organograma da universidade, como a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade, a reestruturação da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação, que passará a incorporar ações de inovação e o fortalecimento da autonomia do campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, com a criação da figura do diretor do campus e de duas diretorias administrativas de suporte.

Por conta dos custos operacionais para o deslocamento dos 21 conselheiros de Cruzeiro do Sul, o modelo no campus do interior seguirá de forma híbrida temporariamente. A gestão está estruturando uma sala com suporte tecnológico para garantir a transmissão em tempo real, sem prejuízos aos participantes remotos. Paralelamente, nos próximos cem dias, a Reitoria pretende adaptar um espaço definitivo para as reuniões dos órgãos colegiados no campus-sede.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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