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Irmãs separadas na 2° Guerra se reencontram já idosas; 96 e 100 anos

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Essas irmãs, separadas e levadas para um campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial, tiveram um lindo encontro para celebrar todos os desafios superados!

Helena e Barbara Perendyk passaram três anos sob as lentes dos nazistas depois que a Alemanha invadiu a Polônia, terra natal delas. A separação ocorreu em 1939. Primeiro Helena foi levada, anos depois, foi a vez de Barbara.

Agora, as irmãs se reuniram graças a um trabalho de uma organização que realiza sonhos de pessoas idosas. Frente a frente, as duas se emocionaram, relembraram tudo que passaram e comemoraram a vida.

Infância interrompida

Quando a guerra começou, a rotina de Helena e Barbara mudou.

Além de perderem a mãe ainda pequenas, elas tiveram que suportar o frio e a fome.

Enviadas pelo pai para um convento em Varsóvia, as irmãs acabaram capturadas e separadas.

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Sobrevivendo ao terror

Durante três anos, cada uma delas enfrentou diferentes desafios. Para Barbara, os dias eram marcados pela falta de alimento. Já Helena, lembra que as condições dos dormitórios eram as piores possíveis.

Em busca de recomeçar a vida, as irmãs se mudaram para os Estados Unidos. Elas até chegaram a se encontrar no país, mas depois que mudaram para costas opostas, o contato se perdeu mais uma vez.

Agora, com a ajuda da Wish of a Lifetime (desejo de uma vida) conseguiram se reencontrar!

Encontro emocionante

No banco em uma praça de Nova Iorque, Barbara e Helena se emocionaram e celebraram o reencontro.

“A vida é assim e de alguma forma, nós sobrevivemos”, disse Barbara em entrevista à People.

Quando se veem confrontadas com o passado, ainda não acreditam por tudo que passaram.

“Eu nunca pensei, nunca, que deixaria o campo de trabalho”, completou.

Mas no final, mesmo com todas as barreiras, a resiliência e perseverança da dupla venceu.

No reencontro, Barbara e Helena, ao centro, relembraram tudo que passaram. - Foto: A Wish of a Lifetime No reencontro, Barbara e Helena, ao centro, relembraram tudo que passaram. – Foto: A Wish of a Lifetime Barbara e Helena tiveram a vida totalmente afetada pela Guerra. - Foto: Arquivo pessoal Barbara e Helena tiveram a vida totalmente afetada pela Guerra. – Foto: Arquivo pessoal



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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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