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Isolamento de pacientes diagnosticados com hanseníase no Acre é mito?

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Há 51 anos , o aposentado José Gomes, morador de Rio Branco, foi diagnosticado com hanseníase. Com 16 anos à época e poucos recursos, foi levado pela família para uma antiga colônia de isolamento. Antigamente, esse tipo de internação era visto como a única medida capaz de conter o avanço da doença, uma vez que não se sabia como ocorria a transmissão. Por conta da desinformação, os pacientes, em alguns casos, eram levados à força para esses locais, o que reforçava ainda mais o preconceito social sobre a doença.
“Fiz o tratamento, e hoje tem 40 anos que recebi a alta. Fiquei com sequelas, um pouco nas mãos e um pouco nos pés, mas ando para todos os lados e não tenho perna amputada. Naquela época o preconceito era demais, hoje a gente ainda encontra um pouco desse preconceito em muitas pessoas. Porque as pessoas confundem as coisas, as pessoas ainda hoje pensam que por eu estar com a mão deficiente ou com o pé deficiente, ou com a perna amputada, eu ainda estou transmitindo a doença.”
A boa notícia é que hoje o tratamento e a medicação evoluíram, além da comprovação científica de que não é necessário isolamento do paciente diagnosticado com hanseníase. Vale lembrar também que a partir do momento em que se inicia o tratamento, a transmissão da doença é interrompida. É o que explica a hansenóloga do Programa de Controle da Hanseníase do Acre, Leia Borges.
“Se o diagnóstico é tardio, hoje a nossa preocupação é o diagnóstico precoce. Sempre foi, porque quanto mais precoce, menos complicações e incapacidades pode apresentar o paciente. Entretanto, importante ressaltar que após o tratamento, mesmo que haja presença de sequelas associadas ao diagnóstico tardio, restam as incapacidades e deformidades, porque a doença é curada.. Todas as formas de hanseníase têm cura.”
Por isso, o importante é ficar atento aos sinais do seu corpo. Ao surgimento de qualquer mancha em que você perceba a perda ou diminuição da sensibilidade ao toque, calor ou frio, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menores as chances de sequelas. A hanseníase tem cura e o tratamento está disponível gratuitamente no SUS. Por isso, não esqueça: identificou, tratou, curou. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/hanseniase

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

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SAE-CZS — Universidade Federal do Acre

A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.

 



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Gestão da Ufac realiza visita ao laboratório Charles Mérieux — Universidade Federal do Acre

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2026.09.24 Visita ao laboratório Charles Mérieux (2).jpg

A Ufac realizou uma visita institucional ao Centro de Infectologia Charles Mérieux (CICM). A agenda reuniu a gestão superior da universidade, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e representantes do centro para alinhar propostas de cooperação que permitam o desenvolvimento de pesquisas avançadas e projetos de inovação em saúde pública nas instalações do laboratório. O encontro ocorreu nessa quinta-feira, 24.

O coordenador de Gestão e Infraestrutura do CICM, George Dobré, apresentou as propostas operacionais para viabilizar o uso da infraestrutura laboratorial por equipes de pesquisadores e estudantes da Ufac. A iniciativa visa unificar o potencial de pesquisa acadêmica da universidade com a capacidade tecnológica e de vigilância do centro.

A reunião contou com a presença do reitor Josimar Ferreira; do pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Dionatas Meneguetti; do diretor de Pesquisa da Ufac, Thiago Augusto da Cunha; do diretor-geral da Fiocruz-RO, Jansen Medeiros; e dos pesquisadores da Fiocruz, Gabriel Melim e Deusilene Vieira, que também atua como coordenadora de Pesquisa, Vigilância e Educação do CICM.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre

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2026.09.25 Visita da Academia Acreana de Letras (2).JPG

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.

As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.

“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”

O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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