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Israel ameaça a anexação após invasão de solo no norte, South Gaza | Notícias

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Israel ameaça a anexação após invasão de solo no norte, South Gaza | Notícias

As forças israelenses intensificam as operações terrestres no norte e sul de Gaza, enquanto o ministro da Defesa Katz alerta sobre o território de apreender se todos os cativos não forem liberados.

O ataque militar israelense à faixa de Gaza continuou pelo quarto dia quando suas forças terrestres invadiram Gaza do Norte e do Sul e o ministro da Defesa de Israel ameaçou apreender terras no enclave costeiro.

O ministro da Defesa Israel Katz disse na sexta -feira que seu país “intensificaria” sua campanha militar contra o Hamas e usaria “toda a pressão militar e civil, incluindo a evacuação da população de Gaza ao sul e a implementação da migração voluntária do presidente dos Estados Unidos Trump, Trump, Trump plano para residentes de Gaza ”.

Katz instruiu o exército “a apreender áreas adicionais em Gaza, evacuar a população e expandir zonas de segurança em torno de Gaza para proteger as comunidades israelenses e os soldados (exército israelense)”, disse a mídia local.

Ele também alertou que Israel apreenderia a terra de Gaza até que o grupo armado com sede em Gaza concorde em liberar todos os cativos ainda mantidos na faixa.

“Quanto mais o Hamas persiste em sua recusa em liberar os reféns, mais território perderá, que será anexado a Israel”, disse Katz ao jornal Jerusalem Post.

“Se os reféns não forem lançados, Israel continuará a tomar cada vez mais território na faixa para controle permanente”.

O desenvolvimento ocorre depois que as tropas israelenses invadiram a área de Shaboura em Rafah, a cidade mais ao sul de Gaza, perto da fronteira egípcia, e Beit Lahiya, no norte de Gaza, na quinta -feira.

No início desta semana, Israel disse que fechou a principal rota norte-sul do território, como parte de suas operações terrestres em expansão.

O Khoudary, da Al Jazeera, relatando de Gaza Central, disse que, segundo os moradores de Beit Lahiya e Rafah, as forças israelenses não deram nenhum aviso prévio de suas atividades.

Veículos militares israelenses dirigem ao longo da fronteira sul de Israel com a Faixa do Norte de Gaza em 20 de março de 2025 (Gil Cohen-Magen/AFP)

“Eles não jogaram folhetos ou soltaram nenhum aviso pedindo às pessoas que evacuassem essas áreas. De repente, os palestinos encontraram intermináveis ​​ataques aéreos e bombardeios de artilharia atacando -os”, disse ela.

As operações terrestres chegam quando Israel quebrou o cessar-fogo de quase dois meses em Gaza na terça-feira, matando mais de 590 palestinos, incluindo Cerca de 200 criançasdisse o Ministério da Saúde de Gaza.

Em outros lugares, os repórteres da Al Jazeera disseram que o bairro de Zeitoun, em Gaza City, no Norte, sofreu um ataque “pesado” de aeronaves israelenses na sexta -feira.

Os ataques aéreos também foram relatados em Khuza’a e Abasan, a leste da cidade de Khan Younis, no sul de Gaza.

Falta de ajuda, hospitais ‘oprimidos’

A UNRWA, a Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos, disse que a situação em Gaza é gravemente preocupante em meio a enormes reduções na distribuição de suprimentos de ajuda.

“Este é o período mais longo desde o início do conflito, em outubro de 2023, que nenhum suprimento entrou em Gaza”, disse Sam Rose, da UNRWA, a repórteres, falando do centro de Gaza. “O progresso que fizemos como sistema de ajuda nas últimas seis semanas do cessar -fogo está sendo revertido”.

Enquanto isso, Khoudary, da Al Jazeera, disse que os profissionais de saúde e hospitais na faixa estavam impressionados em meio a um ataque renovado de Israel.

“Estamos falando de 18 dias de zero caminhões de ajuda entrando na faixa de Gaza. Nenhum caminhão de suprimentos médicos está entrando na faixa de Gaza”, disse ela.

“Conversando com os médicos, eles estão dizendo que a maioria dessas lesões é muito grave e a maioria dos feridos são crianças, mulheres e idosos”.

Além disso, a falta de combustível no enclave costeiro estava piorando a situação. “A maioria dos hospitais de Gaza corre o risco de desmoronar e desligar se não receber combustível nos próximos dias”, disse Khoudary.

Em 2 de março, Israel bloqueou toda a ajuda humanitária em Gaza após a primeira fase do cessar -fogo expirou, cortando alimentos, remédios e combustível.

Isso aumentou a condenação global, com os países europeus alertando o bloqueio pode violar o direito humanitário internacional.



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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

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Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.

A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.

Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.

O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade



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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

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Ufac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre

A Universidade Federal do Acre (Ufac) inaugurou, na manhã desta terça-feira, 13, o Núcleo Integrado de Apoio às Coordenações (NIAC), instalado na Pró-Reitoria de Graduação (Prograd). A iniciativa tem como objetivo oferecer suporte administrativo aos cursos de graduação, neste momento com atendimento prioritário a oito coordenações que estão sem servidores técnico-administrativos. A proposta prevê também o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações no âmbito do núcleo. A solenidade contou com a participação do reitor Josimar Ferreira, da vice-reitora Almecina Balbino, da pró-reitora de Graduação, Danila Torres, e da pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas substituta, Juliana Queirós.

O reitor destacou a importância da iniciativa para o funcionamento dos cursos e reconheceu a colaboração dos servidores envolvidos. “Quero parabenizar toda a equipe da Prograd, reconhecer o voluntariado dos nossos secretários de curso e o apoio das coordenações”, afirmou Josimar. Segundo ele, o serviço dará suporte especialmente às coordenações que estão sem secretários, mas também poderá atender aos demais coordenadores de curso.

A criação do NIAC é uma iniciativa da Prograd e da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Prodgep), que contou também com a participação inicial do Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca). O espaço foi organizado nas instalações da Prograd para facilitar o acompanhamento das atividades e o apoio aos servidores.

Segundo a pró-reitora Danila Torres, a proposta surgiu da necessidade de atender coordenações que enfrentam dificuldades na execução das atividades administrativas. Algumas delas estão há mais de oito meses sem servidores técnicos, deixando os coordenadores responsáveis também pelas rotinas administrativas. “A gente vai tentar apoiar as coordenações naquilo que elas precisam”, explicou.

O núcleo funciona por meio de uma escala de revezamento de servidores técnico-administrativos de outras coordenações. Atualmente, sete profissionais participam voluntariamente da iniciativa, com autorização das chefias imediatas, dedicando dois dias por semana ao atendimento compartilhado, sem deixar suas atividades nas unidades de origem.

A meta é ampliar a equipe para dez servidores, permitindo a presença de dois profissionais no turno da manhã e dois à tarde. “O serviço deles é padrão, é comum, então não tem um técnico para uma coordenação. Todos trabalham em todas essas oito coordenações”, explicou Danila.

Entre as primeiras demandas do NIAC está o lançamento das ofertas de disciplinas do semestre letivo 2026.2 no sistema acadêmico, considerando o início das solicitações de matrícula pelos estudantes nesta quinta-feira, 15. A medida busca assegurar o andamento dos procedimentos acadêmicos nas coordenações que não dispõem de técnicos para executar essas atividades.

Além do atendimento inicial às oito coordenações, a proposta é ampliar gradualmente a atuação do núcleo para oferecer suporte às demais unidades acadêmicas, incluindo o auxílio a novos coordenadores nas rotinas administrativas dos cursos e o desenvolvimento de outras ações de apoio às coordenações.



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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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