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Israel amplia fechamento do escritório da Al Jazeera na Cisjordânia ocupada | Notícias do conflito Israel-Palestina
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2 anos atrásem
A medida segue-se a um ataque realizado em Setembro passado pelas forças israelitas que fecharam o escritório da Al Jazeera em Ramallah durante 45 dias.
As autoridades israelenses renovaram a ordem de fechamento do escritório da Al Jazeera na Cisjordânia ocupada, dias depois de a Autoridade Palestina ter suspendido as transmissões da rede por quatro meses.
Soldados israelenses afixaram uma ordem de ampliação na entrada do prédio que abriga os escritórios da Al Jazeera no centro de Ramallah, uma cidade na Cisjordânia ocupada sob controle da Autoridade Palestina (AP), na manhã de terça-feira. O documento renova o fechamento a partir de 22 de dezembro por 45 dias.
Segundo o canal árabe Al Jazeera, o comandante do exército israelita na Cisjordânia ocupada, Avi Balut, disse que a ordem era justificada porque o gabinete estava a ser utilizado para “incitamento e apoio a actos de terrorismo”.
Em Setembro passado, as forças israelitas atacado Escritório da Al Jazeera em Ramallah e emitiu uma ordem inicial de fechamento de 45 dias.
Os funcionários foram orientados a deixar o local e levar seus pertences pessoais. Mais tarde, o governo de Israel anunciou que também estava revogando as credenciais de imprensa dos jornalistas da Al Jazeera no país.
A medida seguiu-se a uma decisão tomada em maio de proibir a Al Jazeera de transmitir a partir de Israel. Os escritórios da rede também ficaram fechados por 45 dias; uma ordem que foi prorrogada várias vezes.
O governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu há muito que está em desacordo com a Al Jazeera. Desde o início da guerra de Israel em Gaza, em Outubro passado, a rede tem enfrentado repetidas tentativas de silenciar as suas reportagens através de detenções, prisões e ataques aos seus jornalistas.
A Al Jazeera condenou e denunciou as ordens de Israel sobre o seu escritório em Ramallah.
Num comunicado em setembro, a rede disse: “A invasão ao escritório e a apreensão do nosso equipamento não é apenas um ataque à Al Jazeera, mas uma afronta à liberdade de imprensa e aos próprios princípios do jornalismo.”
“Estas medidas opressivas destinam-se claramente a impedir que o mundo testemunhe a realidade da situação nos territórios ocupados e a guerra em curso em Gaza e o impacto devastador sobre civis inocentes.”
A AP também suspendeu todas as transmissões da Al Jazeera a partir da Cisjordânia ocupada e impôs restrições a qualquer pessoa que trabalhe para a rede, alegando que o canal viola as leis palestinianas e que a Al Jazeera está a interferir e a interferir nos assuntos internos palestinianos.
A Al Jazeera tem bateu a decisão, classificando-a como uma medida “em linha com as ações da ocupação (israelense) contra o seu pessoal”.
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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre
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3 dias atrásem
2 de outubro de 2026A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.
“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.
Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.
A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.
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Consu aprova comissão para destinar cotas a pessoas transgênero — Universidade Federal do Acre
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4 dias atrásem
1 de outubro de 2026O Conselho Universitário (Consu) da Ufac aprovou a criação de uma comissão para elaborar a proposta de cotas de acesso à graduação para pessoas transgênero, que é uma pauta da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), recentemente criada com o objetivo de expandir políticas de inclusão na universidade. A aprovação ocorreu nessa quarta-feira, 30, na 5ª Reunião Ordinária do Consu, realizada no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, campus-sede.
A Ufac já possui regulamentação que garante o acesso por cotas à comunidade transgênero na pós-graduação desde 2023. A proposta aprovada pelo Consu busca ampliar esse direito para a graduação, assegurando não apenas a entrada, mas também o acompanhamento para permanência de estudantes até a conclusão dos cursos.
A comissão terá prazo de 90 dias para realizar os estudos e apresentar a minuta final do projeto. O grupo terá formação intersetorial, reunindo representantes das três categorias acadêmicas: docentes, técnico-administrativos e discentes, além de representantes de entidades e movimentos sociais da sociedade civil voltados aos direitos da população transgênero no Acre.
“Reafirmamos nosso compromisso ao instituir a comissão que vai deliberar sobre as cotas trans”, disser o reitor Josimar Ferreira. “Trata-se de uma ação demandada pela sociedade para incluir populações historicamente invisibilizadas, garantindo que as ações afirmativas façam parte da história do nosso conselho.”
Segundo a pró-reitora de Ações Afirmativas e Equidade, Letícia Mamed, a política visa transformar a realidade de um dos grupos mais marginalizados socialmente. “Precisamos atentar para a garantia de acesso, permanência e dignidade para que essa comunidade possa construir seus projetos de vida com mais oportunidades”, comentou. “No Brasil, cerca de 30 universidades já adotam políticas semelhantes, e a Ufac dá um passo essencial para consolidar essa transformação.”
Integrante do Consu, a professora Raquel Ishii ressaltou que a comissão foi criada para ir além da gestão superior da universidade. “Considero essa aprovação uma grande vitória para a sociedade civil e para a universidade. A comissão amplia o debate da pós-graduação para a graduação. Trata-se de um grupo bem amplo, constituído não só pela gestão, mas com convites abertos ao Diretório Central dos Estudantes e a movimentos sociais externos à universidade.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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A Diretoria Geral do Campus Floresta (DG-Camp), por meio do Setor de Assistência Estudantil (SAE-CZS), comunica a suspensão do Restaurante Universitário nesta segunda-feira, 28, para o Campus Floresta, em decorrência do ponto facultativo decretado pela Reitoria por meio da Portaria n.º 3.914, de 24/09/2026, em virtude da celebração do Aniversário do município de Cruzeiro do Sul (AC).
Contamos com a compreensão de toda a comunidade acadêmica.
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