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Israel ataca o sul de Beirute enquanto o Líbano aguarda propostas de cessar-fogo | Israel ataca o Líbano Notícias
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O exército israelense anunciou que seis de seus soldados foram mortos durante combates com o Hezbollah no sul do Líbano.
Os ataques aéreos israelenses atingiram os subúrbios ao sul de Beirute pelo segundo dia consecutivo, enquanto os negociadores libaneses aguardavam uma potencial nova proposta de cessar-fogo de Washington.
Desde a manhã de quarta-feira, ataques aéreos israelitas destruíram meia dúzia de edifícios em Dahiyeh e mataram pelo menos oito pessoas em Dawhit Aramoun, uma aldeia a sul da capital.
Três mulheres e três crianças estavam entre os mortos, disse o Ministério da Saúde Pública libanês.
Os militares de Israel intensificaram os seus ataques ao Líbano em Setembro, após quase um ano de troca de tiros transfronteiriços com o grupo armado libanês Hezbollah, que começou a disparar foguetes contra Israel no que diz ser “solidariedade” com os palestinianos em Gaza.
O Ministério da Saúde do Líbano disse que desde 8 de outubro, 3.365 pessoas no Líbano foram mortas por ataques israelenses e outras 14.344 ficaram feridas.
Os militares israelenses disseram que sua força aérea destruiu nove instalações de armazenamento de armas e centros de comando do Hezbollah na área de Beirute. Também disse que o Hezbollah disparou 40 projéteis contra Israel.
Mais tarde, o exército anunciou que seis dos seus soldados foram mortos durante combates no sul do Líbano. Desde que Israel lançou a sua ofensiva terrestre no sul do Líbano, pelo menos 47 soldados israelitas foram mortos.
O Hezbollah disse que disparou mísseis balísticos contra o quartel-general do exército israelense. Num comunicado, o grupo disse que atacou o local, que alberga o Ministério da Defesa e o quartel-general das forças armadas israelitas, com mísseis Qader-2.
Anteriormente, o grupo disse que tinha como alvo o mesmo local com drones explosivos e, mais tarde, disse ter disparado uma salva de mísseis contra outro local perto da capital israelita, Tel Aviv. Ele disse que o local era propriedade do fabricante de armas Israel Weapons Industries (IWI), que fornece o exército.
Negociações de cessar-fogo
O enviado da Casa Branca, Amos Hochstein, o funcionário dos EUA que liderou várias tentativas infrutíferas de mediar um cessar-fogo ao longo do ano passado, disse à Axios que pensava que “há uma oportunidade” de uma trégua no Líbano em breve. “Tenho esperança de que possamos conseguir.”
Os seus comentários sugerem uma possível tentativa de última hora da administração cessante do Presidente dos EUA, Joe Biden, para garantir um cessar-fogo no Líbano.
O Presidente do Parlamento Libanês, Nabih Berri, que o Hezbollah apoiou como seu negociador, foi citado como tendo dito na Quarta-feira que o Líbano estava à espera de propostas concretas de cessar-fogo.
“O que está sobre a mesa é apenas a Resolução 1701 e as suas disposições, que devem ser implementadas e cumpridas por ambos os lados, não apenas pelo lado libanês”, disse Berri ao jornal Asharq Al-Awsat.
Na segunda-feira, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, disse que houve “um certo progresso” nas negociações de cessar-fogo no Líbano, embora o principal desafio seja a aplicação.
O ministro da defesa de Israel, Israel Katz, disse aos comandantes militares que Israel não iria “tirar o pé do pedal e não permitiremos qualquer acordo que não inclua a realização dos nossos objectivos de guerra”.
Katz acrescentou que os objectivos de guerra de Israel incluem desarmar o Hezbollah e empurrá-lo para além do rio Litani, que atravessa o sul do Líbano.
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Fundape tem nova sede inaugurada no campus da Ufac na capital — Universidade Federal do Acre
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26 de junho de 2026A reitora da Ufac, Guida Aquino, participou da solenidade de inauguração da nova sede da Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre (Fundape), da qual ela é presidente do Conselho Curador. O evento ocorreu nesta sexta-feira, 26, no campus-sede, local em que se localiza o espaço administrativo e operacional da fundação.
Guida destacou a importância da Fundape para a Ufac e para outras instituições da Região Norte. Para ela, a fundação passou por um processo de fortalecimento nos últimos anos. “A Fundape hoje nos faz realizar, na verdade, todas as parcerias de formação de docentes, de ensino, de pesquisa, de extensão, de inovação”, afirmou.
Segundo a reitora, a fundação ampliou sua atuação para além do Acre, atendendo também instituições de Rondônia, Amapá e Roraima. “Olha a grandeza disso. E nós, enquanto Universidade Federal do Acre, temos que nos orgulhar”, pontuou.
O diretor-presidente da Fundape, Ismar Bernardo de Araújo, disse que a inauguração da sede própria representa uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe e visão de futuro. “Hoje não celebramos apenas a abertura de um novo espaço físico; celebramos uma conquista construída com dedicação, trabalho em equipe, visão de futuro e confiança.”

Ismar lembrou que a Fundape foi instituída em 22 de junho de 1998 e completa 28 anos em 2026. Atualmente, a fundação conta com 38 colaboradores, representa quatro universidades federais, três institutos federais e um hospital universitário, estando presente em quatro Estados da região Norte.
Membro fundador da Fundape e pró-reitor de Planejamento da Ufac, Alexandre Hid, relembrou a criação da fundação e os desafios enfrentados ao longo da trajetória institucional. “Hoje a fundação está aí forte e firme para maiores e melhores desafios.”

Também participaram da solenidade a reitora da Unir, Marília Pimentel; o procurador-geral adjunto para Assuntos Administrativos e Institucionais do MP-AC, Carlos Roberto da Silva Maia, representando o procurador-geral Oswaldo Lima Neto; o diretor técnico da Fundape, Camilo Gouveia; o diretor administrativo-financeiro da Fundape, Dionel de Araújo; Gemil Júnior, suplente do senador Alan Rick (Republicanos-AC); a pró-reitora de Inovação, Pesquisa e Pós-Graduação do Ifac, Alana Chocorosqui, representando o reitor Fábio Storch; o ex-reitor da Ufac, Minoru Kinpara; além de dirigentes, coordenadores de projetos, colaboradores e representantes de instituições parceiras.
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Seminário na Ufac tematiza planejamento e governança pública — Universidade Federal do Acre
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23 de junho de 2026O programa de pós-graduação em Planejamento e Governança Pública, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), no âmbito do mestrado interinstitucional para técnico-administrativos da Ufac e do Instituto Federal do Acre (Ifac), realiza o 12º Seminário de Boas Práticas em Planejamento e Governança Pública, de 14 a 16 de julho, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede da Ufac. As inscrições são gratuitas e estão abertas até 16 de julho, por meio online.
O evento será transmitido pelo YouTube e terá como tema “Governança, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia: Desafios Estruturais para o Acre”, propondo um debate sobre questões territoriais, sociais, ambientais, urbanas, institucionais e econômicas que atravessam a realidade amazônica e acreana.
A programação científica será organizada em quatro eixos temáticos: governança urbana, mobilidade e direito à cidade na Amazônia; infraestrutura, saneamento e resiliência em contextos de enchentes e queimadas; governança ambiental, desenvolvimento sustentável e capacidade estatal na Amazônia; e educação e empreendedorismo na Amazônia.
O seminário tem como público-alvo a comunidade universitária e gestores públicos, contando com a participação de autoridades locais, pesquisadores da UTFPR, docentes da Ufac e do Ifac, bem como especialistas convidados de diferentes áreas.
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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