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Israel quer duplicar a população nas Colinas de Golã, ocupadas desde 1967

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Um veículo do exército israelense nas Colinas de Golã anexadas por Israel, perto da aldeia drusa Majdal Shams, 21 de dezembro de 2024.

Benjamin Netanyahu quer consolidar a presença de Israel nas Colinas de Golã, ocupadas desde 1967 e anexadas em 1981. Em 15 de dezembro, o Primeiro Ministro declarou: “Fortalecer o Golã significa fortalecer o Estado de Israel, e isso é particularmente importante neste momento. Continuaremos a agarrá-lo, a fazê-lo florescer e a estabelecer-se nele. » A partir de 9 de dezembro, um dia após a queda do presidente sírio, Bashar Al-Assad, e quando o exército israelense acabava de invadir, de forma inédita, a zona tampão criada em 1974 após a Guerra do Yom Kippur entre os territórios controlados por Israel e aqueles detidos pela Síria, ele afirmou: “O Golã fará parte do Estado de Israel por toda a eternidade. »

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“Esta é outra forma de Netanyahu mostrar o seu poder, afirmar uma narrativa de vitória e demonstrar a importância estratégica do domínio de Israel no Golã”explica Mairav ​​​​Zonszein, especialista em Israel e Palestina do think tank International Crisis Group.

Um planalto basáltico que se eleva a uma altitude de 1.000 metros, uma reserva de água numa região sob pressão hídrica, o Golã fazia parte da Síria quando conquistou a independência do mandato francês em 1946. Israel apodera-se dos dois terços durante a Guerra dos Seis Dias em 1967, e repeliu a ofensiva do exército sírio em 1973, durante a Guerra do Yom Kippur. O Knesset declarou a sua anexação em 1981, uma decisão considerada “nulo e sem efeito e sem efeito jurídico internacional” pela Resolução 497 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, adotada por unanimidade no mesmo ano.

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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

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2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

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Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



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Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

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Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



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