ACRE
Israel retoma sua guerra contra nós, o povo de Gaza | Notícias de conflito de Israel-Palestina
PUBLICADO
2 anos atrásem
Deir el-Balah, Gaza – Não foi um pesadelo, era real. A guerra havia voltado, assim, sem aviso prévio.
O relógio leu 2:10 da manhã quando acordamos aterrorizados com o som ensurdecedor de ataques aéreos. Um barulho violento abalou tudo ao nosso redor.
Minha filha, Banias, acordou gritando de medo: “Baba!
Ela estava bem ao meu lado, chorando de terror, mas eu não conseguia nem tranquilizá -la. Minha mente estava em completa caos.
Isso é bombardeio de novo? O que está acontecendo? Quem está nos atacando?
Em um momento de negação, pensei: esses mísseis iemenitas em Israel? Esse greve está nos atingindo?
Os sons inconfundíveis do genocídio
Oh meu Deus. As explosões se intensificaram e o som era inconfundível, um que conhecíamos muito bem – ataques aéreos israelenses em Gaza.
Meu marido segurou Banias, tentando acalmá -la.
Corri para o meu telefone, percorrendo grupos de jornalistas locais. Todo mundo estava perguntando: “O que está acontecendo?”
Ataques se passaram antes que as notícias começassem a chegar: uma casa direcionada em Deir el-Balah, uma greve em uma casa em Nuseirat.
Várias tendas para famílias deslocadas foram bombardeadas em al-Mawasi, Khan Younis, e houve bombardeios de artilharia em Rafah.
Um edifício residencial inteiro foi atingido em Jabalia, no norte de Gaza, e houve greves no bairro de Al-Karama. Um “cinto de fogo” desencadeado no centro de Gaza.
Então vieram os pedidos desesperados: “A família está presa sob os escombros”.
“Um bloco residencial foi nivelado.”
“Precisamos de ambulâncias.”
As pessoas gritaram por ajuda, pedindo equipes de defesa civil.
E ainda assim, o bombardeio continuou – violento, implacável.
Imagens de medo e morte
Fotos e vídeos inundados – corpos quebrados, mártires, os feridos preenchendo todos os centros médicos funcionais da faixa. Cenas que mal começamos a esquecer, devolvidas.
Momentos depois, Israel anunciou oficialmente que estava revogando o cessar -fogo e retomando sua guerra contra Gaza.
Parecia um golpe na cabeça.
“O que isto significa?” Minha irmã, que veio passar alguns dias comigo, gritou. “Não, Deus, não!
Todos nós olhamos para as notícias, olhos arregalados de choque. “Oh Deus, suficiente … suficiente.”
Ainda segurando meu telefone, eu rolei ainda mais – imagens de bebês mortos nas greves aéreas, tendas queimadas, blocos residenciais inteiros reduzidos a escombros.
Oh Deus, as mesmas imagens, o mesmo sofrimento, o mesmo pesadelo.
A guerra estava pegando exatamente de onde parou – sem enfeites, sem pretensão, sem disfarce. Apenas matando, bombardear, extermínio e uma inundação infinita de sangue.
Minha família ao meu redor perguntou: “E o norte?
Ficamos presos.
Em Gaza, você não pode planejar um amanhã
Na noite passada, convidei meu pai e minhas irmãs gêmeas, ambas na casa dos 20 anos, para um Ramadã Iftar em nossa casa em al-Zawayda, perto de Deir El-Balah, no centro de Gaza. Era uma reunião familiar simples, e eu os convenci a ficar a noite, planejando que todos nós seguissemos para o norte na manhã seguinte.
Planejamos algumas visitas ao Ramadã e algumas tarefas para comprar roupas para as crianças antes da chegada do Eid e do verão. Como sempre, toda visita ao norte também foi uma oportunidade de explorar novas histórias.
Agora, todos esses “planos” não tinham sentido. Em um único momento, a vida virou de cabeça para baixo. A guerra estava de volta.
O planejamento se tornou um crime neste lugar. Planejar o seu dia, não importa quão mundano, até algo tão simples como fazer compras ou passar um tempo com a família é um luxo imperdoável.
Aqui, você é culpado por esperar normalidade, está condenado a viver em constante estado de alerta – a cada segundo, a cada minuto, a cada hora, todos os dias, todos os anos.
Minha irmã, que trabalha na mídia para uma organização humanitária, de repente percebeu: “Oh Deus!
A culpa me consumiu. Fui eu quem os convenceu a ficar, isso foi minha culpa.
E se eles fecharem as estradas? Como será a próxima fase da guerra? A guerra começará no norte? Ou eles invadirão a área central?
Só resta apenas o El-Balah agora. Oh Deus, que tipo de armadilha é essa?
Minha mente entrou em espiral, passando por pensamentos – teremos que usar nossos coletes de imprensa de proteção novamente? Voltar a trabalhar em hospitais?

Mas já tínhamos desmantelado nosso espaço de trabalho da tenda lá. Os jornalistas se retiraram, espalhados entre o norte e o sul, tentando começar de novo.
Espere, e a escola de Banias? Acabara de registrá -la em uma escola na semana passada, certamente que acabou agora. Estávamos de volta à guerra.
Meu coração doía. Quando o cessar -fogo começou, sentimos algum alívio, mas nunca a segurança. Medo, hesitação e confusão nos apegam a nós.
Não sabíamos por onde começar, não ousamos planejar e, toda vez que fizemos, os mísseis nos lembravam nosso erro.
O armário
Dois dias atrás, meu marido e eu fomos às compras e, pela primeira vez, ousei comprar um único tapete, uma mesa e cadeiras, pratos e colheres e alguns itens essenciais da cozinha.
Desde que se mudamos para cá, tudo o que tínhamos eram quatro colchões, quatro cobertores, quatro pratos, quatro colheres e uma panela pequena para cozinhar.
Ao longo da guerra, nos recusamos a conseguir qualquer outra coisa. Nossas roupas estavam empilhadas em um lençol espalhado no chão em uma sala designada, dividida em seções para cada um de nós, brincamos de “o camarim”.
Sempre foi uma bagunça, organizar as roupas no chão era uma batalha diária e toda vez que entramos na sala, meu marido e eu dizíamos: “Precisamos de um armário”.
Um armário era um grande luxo, foi preciso um cessar -fogo para pensarmos em comprar um, embora estivéssemos hesitando em ficar no sul ou nos mudar para o norte. Sempre optamos por viajar leve, pronta para fugir a qualquer momento.
Mas ontem de manhã, finalmente peguei nossas roupas de inverno e disse ao meu marido: “Vamos comprar um armário”.
Agora eu tive minha resposta. Esse bombardeio renovado significava que o armário não era mais uma opção, o caos aguardava … o caos dos meus pensamentos, meus planos quebrados, o caos de uma vida que eu não podia mais controlar, por mais que tentasse.
E, apesar de toda a destruição e arruinar ao nosso redor, como se já não fosse suficiente, sabemos que não podemos mais sonhar, não planejar mais, não desejar mais nada, não aguardando mais nada.
Tudo o que queremos é fazer para sobreviver.
Relacionado
VOCÊ PODE GOSTAR
ACRE
Estudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
6 horas atrásem
16 de outubro de 2026Estudantes do curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac) realizaram oficinas de audiovisual na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira. A iniciativa ensinou técnicas de produção de vídeos a moradores da reserva, com atividades de roteiro, gravação e edição, para incentivar o registro da história, da cultura e do cotidiano das comunidades.
As oficinas começaram em 6 de outubro e ocorreram em duas escolas: José Siqueira dos Santos, na comunidade Cazumbá, e Francisco Siqueira Moura, no Seguro. As atividades tiveram duração de um dia e meio em cada local e reuniram 20 participantes por comunidade, entre crianças, adolescentes e adultos.
Estudantes do ensino médio, professoras, funcionárias e bolsistas participaram da capacitação na escola José Siqueira dos Santos, localizada no núcleo da reserva.
- Foto: Beatriz Guedes
A formação foi ministrada por sete estudantes do 4º período de Jornalismo da Ufac, que desenvolveram atividades teóricas e práticas de produção audiovisual. Durante as aulas, os participantes aprenderam técnicas de elaboração de roteiros, captação de áudio e imagem, gravação e edição de vídeos. Na etapa prática, dividiram-se em grupos para produzir conteúdos sobre temas relacionados à comunidade.
A equipe foi formada pela professora Aleta Dreves e pelos estudantes Beatriz Oliveira, Islana Wiciuk, Railan Costa, Gabriela Guedes, Lauana Brito, Beatriz Guedes e Joás Linhares.

A atividade integra uma ação de extensão do curso de Jornalismo, desenvolvida em parceria com o projeto Tecendo Teias de Aprendizagem e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Demanda da comunidade
A oficina surgiu a partir de uma solicitação dos próprios moradores da reserva. Segundo a professora Aleta Dreves, responsável pela ação de extensão, a proposta inicial era oferecer uma atividade voltada à fotografia, mas a comunidade manifestou interesse em aprender também técnicas de produção audiovisual.
A intenção é ampliar o acesso ao conhecimento na área e incentivar os moradores a produzir registros sobre a própria realidade. A formação também busca contribuir para a criação de agentes comunicadores na reserva, capazes de compartilhar histórias, tradições e experiências sem precisar sair do território para adquirir esse conhecimento.
“Os objetivos são qualificar a população da Resex para despertar conhecimento nessa área, para que, somada a outras qualificações, possamos formar agentes comunicadores, visando à possibilidade de esses jovens e adultos não precisarem sair de dentro da reserva para obter o conhecimento”, explicou Aleta.
Para adaptar as aulas à realidade dos participantes, a equipe priorizou conteúdos básicos e ferramentas acessíveis, como celulares e tablets.

- Foto: Beatriz Guedes
A proposta também considerou a possibilidade de os moradores utilizarem a internet para aprimorar o aprendizado e divulgar as próprias produções.
Durante as oficinas, os estudantes da Ufac utilizaram exemplos próximos da rotina dos participantes para facilitar a compreensão das técnicas. A produção dos vídeos também permitiu que os moradores escolhessem temas ligados à cultura, ao trabalho e às experiências vividas na reserva.
Beatriz Guedes, uma das universitárias que ministraram as aulas, explicou que o foco foi ensinar a produção de vídeos curtos, desde a gravação até a edição. A proposta é que os participantes utilizem o conhecimento para registrar acontecimentos do cotidiano e desenvolver novas produções por conta própria.
“Estamos trabalhando com produção de audiovisual e tendo uma troca de conhecimento com os alunos. Ensinamos outros modelos, mas o nosso foco é vídeos curtos, para que eles registrem o seu cotidiano e publiquem nas redes sociais”, explicou Beatriz.
Entre os temas escolhidos pelos grupos estão a castanha e as lendas da comunidade. A estudante afirmou que a escolha de assuntos conhecidos pelos moradores ajuda a aproximar o conteúdo das oficinas das experiências de cada participante.
Um dos participantes da oficina é Kairo Siqueira, de 17 anos, que integra um grupo responsável pela produção de um vídeo sobre a seringueira, o látex e o artesanato. Para ele, a oficina permitiu conhecer novas técnicas de gravação e pensar em outras possibilidades de produção de conteúdo.
“Está sendo engraçado e bem produtivo. Nós estamos aprendendo mais sobre as filmagens, sobre as nossas formas de filmagem e sobre várias outras coisas”, relatou o estudante.
Kairo Siqueira, de 17 anos, participou da oficina de audiovisual e pretende utilizar o aprendizado para produzir vídeos próprios.

Kairo pretende aproveitar o aprendizado para criar vídeos sobre jogos, experiências pessoais e atividades realizadas na floresta. Segundo ele, a vontade de gravar já existia, mas a oficina apresentou conhecimentos que podem ajudar a desenvolver essas produções.
A experiência também pode ampliar o uso do audiovisual por quem já tinha contato com a fotografia e a gravação de vídeos. Keven dos Santos, de 19 anos, conta que acompanha registros da reserva desde a infância, quando o pai participava de projetos com fotógrafos de Brasília. Com o tempo, ele próprio passou a gravar momentos do cotidiano e publicar vídeos em uma conta privada.
Para Keven, o audiovisual também pode ajudar a apresentar diferentes perspectivas sobre a vida na comunidade, especialmente as diferenças entre as gerações.

- Foto: Beatriz Guedes
Troca de experiências
Além dos moradores, os estudantes da Ufac também aproveitam a experiência para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação. Para Railan Costa, as oficinas aproximam os conteúdos teóricos das situações que os futuros jornalistas encontram fora da universidade.
“A gente espera que fiquem boas sementes, pessoas interessadas em ser comunicadoras na questão de reproduzir tudo aquilo que a comunidade tem a oferecer. E que, assim como nós viemos ensiná-los a fazer, eles também possam ensinar as outras crianças, os outros jovens, que também possam somar junto com eles aqui na comunidade”, declarou.
A ação também prevê novas etapas de formação. Segundo Aleta Dreves, estão planejados um curso mais aprofundado de audiovisual em Rio Branco, oficinas de podcast e fotografia, além de uma atividade de fotografia na comunidade, voltada ao registro do artesanato local e à produção de fotografia artística.
Tecendo Teias de Aprendizagem
A oficina de audiovisual faz parte de uma iniciativa mais ampla de extensão universitária desenvolvida na Reserva Extrativista Cazumbá-Iracema. O projeto Tecendo Teias de Aprendizagem surgiu a partir de demandas da própria comunidade por ações nas áreas de educação, saúde e oportunidades para jovens e trabalhadores extrativistas.
Segundo a pedagoga Socorro Siqueira, que atua na coordenação local, o projeto foi elaborado em 2025 e assumido pela Ufac no fim do mesmo ano, como um programa de extensão. As ações começaram a ser executadas no início de 2026 e incluem atividades de apoio à educação, preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e produção de materiais pedagógicos para as escolas da reserva.
Para Socorro, a oficina de audiovisual contribui para aproximar os jovens da comunidade dos universitários e incentivar a expressão de suas próprias ideias. A convivência entre os grupos também permite a troca de conhecimentos entre pessoas com experiências diferentes.
“Um dos objetivos é fazer com que os jovens da comunidade se sintam em pé de igualdade, apesar de terem saberes diferentes. Perder a timidez, conseguir expressar-se como eles querem. Então, a comunicação é de fundamental importância para eles poderem conquistar os objetivos que têm”, afirmou a pedagoga.
A pedagoga Socorro Siqueira destaca a importância da comunicação para que os jovens da comunidade expressem suas ideias.

- Foto: Beatriz Guedes
Participantes da primeira etapa do projeto na escola Francisco Siqueira Moura.

Relacionado
ACRE
Ufac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
8 horas atrásem
16 de outubro de 2026A Ufac, por meio da Pró-Reitoria de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas (Progep) e da Diretoria de Saúde e Qualidade de Vida (DSQV), realizou nesta sexta-feira, 16, no estacionamento H (bloco de Medicina) do campus-sede, uma ação de prevenção e cuidado à saúde da mulher em alusão à campanha Outubro Rosa. Com o tema “A rotina pode esperar um pouco. Cuidar de você também é prioridade”, a iniciativa disponibilizou exames preventivos do colo do útero (PCCU) e testes rápidos para toda a comunidade acadêmica.
A diretora de Saúde e Qualidade de Vida da Ufac, Ane Kelly Severino Salvino, destacou a importância de facilitar o atendimento no próprio ambiente de trabalho para servidoras e terceirizadas. “A ideia é que elas parem por um momento, deixem o trabalho um pouquinho de lado e passem a se cuidar. Oferecer essa facilidade é muito gratificante”, afirmou. Ela ressaltou ainda as parcerias com a Uninorte, o sindicato e a Residência em Enfermagem Obstétrica para ampliar a ação.
A coordenadora de Vigilância à Saúde do Servidor, Priscila Miranda, ressaltou a importância de uma abordagem integral da saúde feminina e chamou a atenção para a sobrecarga da rotina das mulheres. “Trazemos esse olhar para mostrar que a mulher precisa se conscientizar sobre a prioridade de cuidar de si mesma e de sua saúde física e mental, não apenas no Outubro Rosa. Trazer esses exames para dentro da universidade dá a elas o tempo necessário para o autocuidado”, pontuou.
Conscientização e prevenção
Durante a ação, residentes do programa de Enfermagem Obstétrica da Ufac atuaram no acolhimento e na orientação das mulheres atendidas, reforçando a importância da prevenção do câncer do colo do útero, apontado como o segundo tipo com maior mortalidade feminina no mundo.
A enfermeira residente Francisca da Silva enfatizou que a campanha é um momento estratégico de mobilização. “Nós temos todos os 12 meses do ano para orientar, mas o mês de outubro é quando toda a rede intensifica ações para chamar as mulheres a realizarem seus exames o quanto antes”, ressaltou.
A enfermeira residente Vitória Amorim alertou que o câncer do colo do útero é assintomático no início, mas pode ser prevenido por meio do rastreamento e do tratamento de lesões precursoras. “Com o rastreamento periódico pelo PCCU, é possível diagnosticar e tratar lesões pré-cancerígenas anos antes que a doença se desenvolva. Por isso, promover essa educação em saúde no campus é vital para estimular o cuidado rotineiro”, explicou.
A iniciativa contou com a parceria do programa de Residência em Enfermagem Obstétrica da Ufac, dos cursos de Medicina e Enfermagem da Uninorte e do sindicato da categoria, que contribuíram para o suporte técnico e o atendimento às participantes.
Relacionado
ACRE
Ufac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
PUBLICADO
1 dia atrásem
15 de outubro de 2026A Universidade Federal do Acre (Ufac), por meio do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática (MPECIM), reuniu-se com representantes da Secretaria de Estado de Educação do Acre (SEE) na manhã desta terça-feira, 13, para discutir possibilidades de parceria para disponibilizar produtos educacionais desenvolvidos no programa de pós-graduação aos professores da rede estadual de ensino. O encontro ocorreu na sede da secretaria.
A proposta busca ampliar o acesso dos professores aos materiais produzidos no âmbito do MPECIM, contribuindo para o fortalecimento das práticas pedagógicas e da formação continuada dos docentes.
Participaram da reunião o coordenador do MPECIM, Pierre André Garcia Pires; a secretária adjunta de Ensino, Gleicicleia Gonçalves de Souza; e a assessora técnico-pedagógica da Diretoria de Ensino, Fabiany Soares Mamed.
O encontro permitiu discutir possibilidades de cooperação entre as instituições para viabilizar o acesso dos professores da rede estadual aos produtos educacionais desenvolvidos pela universidade
Relacionado
PESQUISE AQUI
MAIS LIDAS
ACRE3 dias agoUfac inaugura núcleo de apoio administrativo às coordenações de curso — Universidade Federal do Acre
ACRE1 dia agoUfac e SEE discutem disponibilização de produtos educacionais para professores da rede estadual — Universidade Federal do Acre
ACRE8 horas agoUfac promove ação de prevenção à saúde da mulher durante o Outubro Rosa — Universidade Federal do Acre
ACRE6 horas agoEstudantes de Jornalismo da Ufac ensinam audiovisual a moradores da Reserva Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre



Warning: Undefined variable $user_ID in /home/u824415267/domains/acre.com.br/public_html/wp-content/themes/zox-news/comments.php on line 48
You must be logged in to post a comment Login