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Jão encerra turnê em SP neste sábado (18) – 15/01/2025 – Shows
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1 ano atrásem
Laura Lopes, Francielle Souza
Entre os dias 17 e 23 de janeiro, São Paulo recebe uma agenda musical com muitos destaques. No sábado (18) e domingo (19), o finalista do The Voice Brasil, Ayrton Montarroyos, apresenta seu novo espetáculo no Sesc Pompeia. Enquanto Jão encerra a “Super Turnê”, no Allianz Parque e a banda Fresno revive clássicos da carreira, além de mostrar novas composições no Terra SP.
Confira os principais shows da semana a seguir:
Shows
Ayrton Montarroyos
Finalista do The Voice Brasil, o recifense apresenta “A Lira do Povo”, seu novo espetáculo. O cantor explora a cultura do homem brasileiro, além de suas relações com o sertão, a cidade e o mar. No palco, traz o folclore, a oralidade e histórias de pescador.
Sesc Pompeia – r. Clélia, 93, Água Branca, região oeste. Sáb. (18), às 21h. Dom. (19), às 18h. Ingr.: a partir de R$ 18 em Sescsp
Claudette Soares Canta Chico
O repertório abrange décadas da obra de Chico, pela voz da cantora. Traz composições importantes, como “Carolina”, “Todo Sentimento” e “Futuros Amantes”, além de “Realejo”, uma música que Claudette lançou nos anos 60 e nunca mais cantou.
Casa de Francisca- r. Quintino Bocaiúva, 22, Sé, região central. Sáb. (18), às 22h. Ingre.: a partir de R$ 80 em Pixel Ticket
Fresno
A banda de rock brasileira, formada por Lucas Silveira, Gustavo Mantovani e Thiago Guerra, toca clássicos da carreira e canções do álbum “Eu Nunca Fui Embora” (2024). “Quando o Pesadelo Acabar”, “Quebre as Correntes” e “Camadas” podem aparecer no setlist.
Terra SP – av. Salim Antônio Curiati, 160, Campo Grande, região sul. Sáb. (18), à 0h. Ingr.: a partir de R$ 85 em Fever
Humamente Lvcas
Lucas Inutilismo, conhecido por produzir vídeos de retrospectivas musicais no YouTube, toca seu álbum de estreia “Humanamente” (2024), que traz referências de metal. O repertório deve incluir “Sem Controle”, “No Foco” e “Te espero Aqui”.
Audio – av. Francisco Matarazzo, 694, Água Branca, região oeste. Qui. (23), às 21h. Ingr.: a partir de R$ 85 em Ticket360
Jão
O cantor encerra a “Super Turnê”, que percorreu o país em arenas, e traz canções de todas as fases de sua carreira, com os albuns “Lobos” (2018), “Anti-Herói” (2019), “Pirata” (2021) e “Super” (2023). No setlist, devem aparecem as músicas “A Rua”, “Essa Eu Fiz para o Nosso Amor”, “Meninos e Meninas” e “Alinhamento Milenar”.
Allianz Parque – av. Francisco Matarazzo, 1.705, Água Branca, região oeste. Sáb. (18). Camarotes a partir de R$ 1.470 em Backstage Mirante
Lil Darkie
O americano, nome artístico de Joshua Jagan Hamilton, vem ao Brasil pela primeira vez no Cine Joia. Em São Paulo, o artista, também fundador dos grupos Gunk Rock e Spider Gang, traz músicas que misturam rap, trap, punk e metal.
Cine Joia – pça. Carlos Gomes, 82, Liberdade, região central. Dom. (19), às 20h30. Ingr.: a partir de R$ 320 em Sympla
Nayra Lays
No espetáculo, a artista canta músicas do primeiro álbum, “Feita de Samba”, e releituras de grandes referências. A apresentação mescla a música preta paulistana contemporânea, com destaque ao pagode e ao samba rock.
Sesc Ipiranga- r. Bom Pastor, 822, Ipiranga, região sul. Sex. (17), às 20h. Ingr.: a partir de R$ 18 em Sescsp
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Estudo indica limitações de conhecimento sobre leishmaniose — Universidade Federal do Acre
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17 de junho de 2026A Ufac é parceira em pesquisa desenvolvida no município de Sena Madureira (AC), a qual identificou limitações no conhecimento sobre a leishmaniose cutânea entre pacientes e profissionais da saúde, além de barreiras geográficas e estruturais que dificultam o acesso ao diagnóstico e ao tratamento precoce em áreas rurais endêmicas.
Os resultados do estudo foram publicados, em maio, na revista eletrônica “Acervo Saúde”, vol. 26(5), com o título “Leishmaniose Cutânea na Amazônia Ocidental: Lacunas no Conhecimento e Barreiras de Acesso Assistencial em Áreas Endêmicas”. O artigo tem coautoria de pesquisadores da Ufac.
A pesquisa foi realizada com 50 pacientes com suspeita clínica de leishmaniose cutânea e 51 agentes de saúde, sendo 63% agentes comunitários de saúde e 37% agentes de combate às endemias.
“Em nosso trabalho, identificamos que tanto os profissionais da saúde quanto os pacientes possuem informações limitadas sobre a doença. Conhecer as limitações para acesso ao diagnóstico e tratamento precoce é uma das principais estratégias para a implementação de programas de controle e de educação em saúde que contemplem o perfil epidemiológico e social das populações de áreas endêmicas”, disse o autor do estudo, Leandro Siqueira de Souza, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
A região Norte é responsável por mais da metade dos casos da doença no Brasil; o Acre conta com mais de 11 mil casos notificados na última década. Em 2025, os municípios acreanos de Xapuri, Marechal Thaumaturgo, Assis Brasil, Sena Madureira e Brasileia foram classificados pelo Ministério da Saúde como áreas de risco intenso para transmissão da doença.
“A região amazônica é uma área endêmica para a leishmaniose cutânea, uma doença negligenciada que afeta principalmente populações de comunidades tradicionais”, contou o pesquisador Reginaldo Peçanha Brazil, do IOC. “Conhecer as limitações no conhecimento tanto dos pacientes como de profissionais da saúde de áreas endêmicas é fundamental para o sistema de saúde do Estado do Acre e para o controle mais efetivo da doença.”
A investigação integra um projeto de pesquisa coordenado por Brazil. Além da Ufac, são parceiros na pesquisa a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade de Brasília, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e a Secretaria de Estado de Saúde do Acre.
Pela Ufac, são coautores do artigo os pesquisadores Andréia Luísa Peixinho da Silva Guimarães, Francisca Alana Costa de Souza, Marcos Bruno Zacarias Campelo, Breno Kalyl Freitas Nascimento, Andreia Fernandes Brilhante e Francisco Glauco de Araújo Santos. Os estudos contam com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e apoio de instituições parceiras.
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Ufac e TCE-AC apresentam pesquisa de vitimização em Rio Branco — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026
A Ufac e o Tribunal de Contas do Estado do Acre (TCE-AC) realizaram o Seminário de Apresentação da Pesquisa de Vitimização na Cidade de Rio Branco. O evento, que ocorreu nesta terça-feira, 16, no Plenário do TCE-AC, consistiu em exposições e debate no sentido de contribuir para um diagnóstico da segurança pública e para o aprimoramento das políticas voltadas à população.
A pesquisa foi apoiada por emenda parlamentar do senador Sérgio Petecão (PSD-AC), destinada em 2025 à Ufac. “Quero agradecer a disponibilidade do senador em ajudar a universidade sempre com emendas necessárias para o desenvolvimento da educação e da pesquisa, com retorno garantido para a sociedade acreana”, disse a reitora Guida Aquino.
O seminário teve como público-alvo a comunidade acadêmica, servidores do TCE-AC e do Ministério Público de Contas do Acre, servidores públicos em geral, gestores da área de segurança pública, justiça criminal e direitos humanos e sociedade civil. A pesquisa buscou compreender como a população percebe a segurança, quais situações de violência e criminalidade afetam os cidadãos e como os serviços de segurança pública são avaliados pelas pessoas.
O trabalho provém do grupo de pesquisa Sujeitos, Ações e Percepções: Estudos em Violência e Conflitualidade, coordenado pelo professor da Ufac, Ermício Sena. Ele informou que os produtos da pesquisa foram banco de dados, mapas descritivos de Rio Branco, relatórios de campo, geral e sintético/executivo.
Em seu discurso, Sena agradeceu aos envolvidos na realização da pesquisa e a Fundação de Apoio e Desenvolvimento ao Ensino, Pesquisa e Extensão Universitária no Acre, que foi a intermediária para contratação do Instituto de Opinião Pública para execução da pesquisa.
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Ufac e Fiocruz fazem oficina sobre leishmaniose em Sena Madureira — Universidade Federal do Acre
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16 de junho de 2026A Ufac e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) realizaram a oficina Epidemiologia, Vigilância e Controle da Leishmaniose Cutânea. O evento ocorreu em 1 de junho, no auditório do Instituto Federal do Acre, em Sena Madureira (AC), reunindo 110 agentes comunitários de saúde e 20 agentes de combate às endemias.
A programação contou com palestras e discussões sobre aspectos epidemiológicos, clínicos e diagnósticos da doença, abordando ciclos de transmissão, vetores e reservatórios envolvidos na manutenção da chamada “ferida brava”, nome popular da leishmaniose cutânea. Além disso, foram realizadas atividades práticas com o uso de lupas e microscópios, permitindo aos profissionais a observação de características dos vetores e compreensão dos métodos laboratoriais utilizados no diagnóstico da doença.
Com mais de 11 mil casos registrados na última década, o Acre ocupa posição de destaque no cenário nacional da doença. Em 2025, o município de Sena Madureira foi classificado pelo Ministério da Saúde como área de risco intenso para transmissão da leishmaniose cutânea, apresentando média anual de 64 casos.
A oficina integra as atividades do projeto de ensino, pesquisa e extensão EpiLeish-Acre, que na Ufac é coordenado pelo professor Francisco Glauco de Araujo Santos, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza. Para o pesquisador Leandro Siqueira, do Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz, ações educativas para enfrentar a doença são fundamentais. “Profissionais bem capacitados conseguem orientar de forma mais eficaz a população, contribuindo para o diagnóstico e tratamento precoce”, ressaltou.
O secretário municipal de Saúde de Sena Madureira, Willisson Viana, destacou a relevância das parcerias institucionais. “Buscamos fortalecer parcerias com instituições de referência, como a Fiocruz e a Ufac, que contribuem significativamente para o desenvolvimento técnico das nossas equipes.”
O diretor da Vigilância em Saúde de Sena Madureira, Serginey Amorim, disse que a capacitação fortalece ações de saúde pública. “Com conhecimento atualizado e capacitação contínua, ampliamos a prevenção, melhoramos o diagnóstico precoce e fortalecemos as ações de controle da doença em nosso município.”
A iniciativa foi organizada pelos Laboratórios de Patologia e Biologia Parasitária e de Entomologia Médica, da Ufac, e pelo Laboratório de Pesquisa Clínica e Vigilância em Leishmanioses, da Fiocruz.
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