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Jesus Sérgio assume titularidade das Comissões de Desenvolvimento Econômico e da Amazônia

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O deputado Jesus Sérgio (PDT/AC) foi nomeado titular de duas Comissões na Câmara dos Deputados: a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e a de Serviços e a de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia. Ele também foi nomeado suplente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural.
O pedetista promete lutar para promover a igualdade entre as regiões do Brasil, em especial da Região Norte que sofre com a falta de investimentos que promovam o desenvolvimento econômico dos Estados que compõe a Amazônia, em especial o Acre.
“As comissões são de suma importância para o nosso trabalho na Câmara dos Deputados, pois é lá que analisamos todas as propostas para o desenvolvimento do Brasil, e como representante do Acre estarei atento na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia, para que possamos trabalhar em prol da equidade entre as regiões do Brasil. A Região Norte deve está no mesmo patamar de crescimento das outras regiões do país. E, por fazer parte da Comissão de Desenvolvimento Econômico, estarei também na luta para levar a geração de emprego e renda até o Acre. E, como membro também da Comissão de Agricultura irei defender o envio de recursos para a infraestrutura dos ramais visando o escoamento da produção agrícola do nosso Estado”, ressaltou Jesus Sérgio.
O parlamentar terá muito trabalho à frente das duas Comissões. Na de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços pretende-se discutir e votar propostas sobre a ordem econômica nacional. Na de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia, será debatido a formulação de Políticas Públicas de desenvolvimento e integração das diversas regiões brasileiras, em especial a da Região Norte.
Como titular da Comissão, o parlamentar pretende ainda tratar de assuntos relativos à região amazônica, especialmente sobre integração regional e limites legais; valorização econômica; assuntos indígenas; caça, pesca, desenvolvimento sustentável e integração da região amazônica e incentivo regional da Amazônia, entre outras pautas.
Ângela Rodrigues
Ascom Dep. Jesus Sérgio
(68) 99994-2551 (WhastApp)

POLÍTICA

Frase do dia: Ciro Gomes

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Frase do dia: Ciro Gomes

Matheus Leitão

Frase do dia: Ciro Gomes | VEJA

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“Estou muito envergonhado! Isto é uma indignidade inexplicável!” (Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda, usando as redes sociais para reclamar da troca de Carlos Lupi por Wolney Queiroz, seu desafeto no PDT, no comando do Ministério da Previdência Social) 


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Charge do JCaesar: 05 de maio

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Charge do JCaesar: 05 de maio

Felipe Barbosa

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A articulação para mudar quem define o teto de jur…

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A articulação para mudar quem define o teto de jur...

Nicholas Shores

O Ministério da Fazenda e os principais bancos do país trabalham em uma articulação para transferir a definição do teto de juros das linhas de consignado para o Conselho Monetário Nacional (CMN). 

A ideia é que o poder de decisão sobre o custo desse tipo de crédito fique com um órgão vocacionado para a análise da conjuntura econômica. 

Compõem o CMN os titulares dos ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento e da presidência do Banco Central – que, atualmente, são Fernando Haddad, Simone Tebet e Gabriel Galípolo.

A oportunidade enxergada pelos defensores da mudança é a MP 1.292 de 2025, do chamado consignado CLT. O Congresso deve instalar a comissão mista que vai analisar a proposta na próxima quarta-feira. 

Uma possibilidade seria aprovar uma emenda ao texto para transferir a função ao CMN.

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Hoje, o poder de definir o teto de juros das diferentes linhas de empréstimo consignado está espalhado por alguns ministérios. 

Cabe ao Conselho Nacional da Previdência Social (CNPS), presidido pelo ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, fixar o juro máximo cobrado no consignado para pensionistas e aposentados do INSS.

A ministra da Gestão e Inovação, Esther Dweck, é quem decide o teto para os empréstimos consignados contraídos por servidores públicos federais.

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Na modalidade do consignado para beneficiários do BPC-Loas, a decisão cabe ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Wellington Dias.

Já no consignado de adiantamento do saque-aniversário do FGTS, é o ministro do Trabalho, Luiz Marinho, que tem a palavra final sobre o juro máximo.

Atualmente, o teto de juros no consignado para aposentados do INSS é de 1,85% ao mês. No consignado de servidores públicos federais, o limite está fixado em 1,80% ao mês.

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Segundo os defensores da transferência da decisão para o CMN, o teto “achatado” de juros faz com que, a partir de uma modelagem de risco de crédito, os bancos priorizem conceder empréstimos nessas linhas para quem ganha mais e tem menos idade – restringindo o acesso a crédito para uma parcela considerável do público-alvo desses consignados.

Ainda de acordo com essa lógica, com os contratos de juros futuros de dois anos beirando os 15% e a regra do Banco Central que proíbe que qualquer empréstimo consignado tenha rentabilidade negativa, a tendência é que o universo de tomadores elegíveis para os quais os bancos estejam dispostos a emprestar fique cada vez menor.



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