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Joe Biden emite aviso antes de Donald Trump chegar à Casa Branca
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Fala sombria, tom sério, olhar severo. A despedida à nação do presidente americano Joe Biden na quarta-feira, 15 de janeiro, ressoou como um aviso, cinco dias antes da transferência do poder para Donald Trump.
O futuro ex-inquilino da Casa Branca estava preocupado em ver a América cair nas mãos de um “oligarquia”visando sem nomear o seu sucessor e os multibilionários da tecnologia agora alinhados atrás do republicano.
“Quero alertar o país para certas coisas que me preocupam muito”lançou o democrata de 82 anos. “Trata-se da perigosa concentração de poder nas mãos de muito poucas pessoas ultra-ricas” e “consequências perigosas se o seu poder for deixado sem limites”explicou ele no Salão Oval.
“Uma oligarquia está tomando forma na América” e ela “ameaça concretamente toda a nossa democracia, os nossos direitos e liberdades fundamentais”continuou Joe Biden, numa óbvia alusão a Donald Trump, bilionário, bem como aos patrões tecnológicos extremamente ricos, em primeiro lugar Elon Musk.
“Uma avalanche de desinformação”
O chefe da Tesla, da SpaceX e da televisão americana NBC. Esses “três pessoas hoje possuem mais riqueza do que a metade mais pobre da sociedade americana”Bernie Sanders, uma figura da esquerda nos Estados Unidos, protestou na terça-feira.
“Os americanos estão enterrados sob uma avalanche de desinformação que permite o abuso de poder”lamentou novamente Joe Biden, apelando a “ser responsável” às redes sociais e configurar “guarda-corpos” sobre inteligência artificial. Lá “A concentração de riqueza e de poder (…) mina o sentido de unidade e o bem comum. Causa desconfiança e divisão”disse o 46 novamentee presidente dos Estados Unidos.
Abandonando o optimismo que muitas vezes marcava os seus discursos, ficou também alarmado com “forças poderosas” quem gostaria “eliminar as medidas que tomamos para enfrentar a crise climática. »
Estas advertências muito fortes relegaram para segundo plano, no seu discurso, o desejo de defender o seu historial, em particular o lançamento de gigantescos planos de investimento e o restabelecimento das principais alianças internacionais dos Estados Unidos.
Humilhação
Quando devolver ao seu rival republicano, na segunda-feira, as chaves da Casa Branca, que lhe tirou numa dura luta há quatro anos, Joe Biden experimentará uma forma de humilhação. Em 2019, o democrata garantiu que Donald Trump “permaneceria na história como uma aberração passageira”. Mas é a presidência do Democrata que poderá permanecer como a última de uma era passada, num país abalado por violentas mudanças políticas, culturais e económicas.
Joe Biden foi empossado duas semanas após o assalto ao Capitólio por apoiantes de Donald Trump, que se recusaram a reconhecer a derrota do seu campeão nas eleições presidenciais. Presidente impopular, nunca conseguiu afastar as preocupações sobre a sua idade ou contrariar o apelo da retórica populista republicana. Apenas 36% dos americanos têm uma visão positiva da sua presidência e 33% têm uma opinião favorável sobre ele, segundo uma sondagem publicada quarta-feira pela CNN.
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O presidente democrata tinha decidido na primavera de 2023 concorrer novamente contra Donald Trump, mas desistiu da corrida em julho, dando lugar à vice-presidente Kamala Harris, claramente derrotada em 5 de novembro. Se Joe Biden deixar o seu sucessor com um crescimento robusto e um desemprego muito baixo, o seu mandato continua a ser sinónimo de famílias americanas com um aumento muito acentuado do custo de vida.
Após cinquenta anos de vida política, Joe Biden concluiu o seu discurso com uma forte nota de responsabilidade. “Sua vez de ficar de guarda”disse ele aos seus compatriotas.
O mundo com AFP
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Ufac participa de lançamento de projeto na Resex Cazumbá-Iracema — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026A Ufac participou do lançamento do projeto Tecendo Teias na Aprendizagem, realizado na reserva extrativista (Resex) Cazumbá-Iracema, em Sena Madureira (AC). O evento ocorreu em 28 de março e reuniu representantes do poder público, comunidade acadêmica e moradores da reserva.
Com uma área de aproximadamente 750 mil hectares e cerca de 500 famílias, a Resex é território de preservação ambiental e de produção de saberes tradicionais. O projeto visa fortalecer a educação e promover a troca de conhecimentos entre universidade e comunidade.
O presidente da reserva, Nenzinho, destacou que a iniciativa contribui para valorizar a educação não apenas no ensino formal, mas também na qualidade da aprendizagem construída a partir das vivências no território. Segundo ele, a proposta reforça o papel da universidade na escuta e no reconhecimento dos saberes locais.
O coordenador do projeto, Rodrigo Perea, sintetizou a relação entre universidade e comunidade. “A floresta ensina, a comunidade ensina, os professores aprendem e a Ufac aprende junto.”
Também estiveram presentes no lançamento os professores da Ufac, Alexsande Franco, Anderson Mesquita e Tânia Mara; o senador Sérgio Petecão (PSD-AC); o prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP); e o agente do ICMBio, Aécio Santos.
(Fhagner Silva, estagiário Ascom/Ufac)
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Educação Física homenageia Norma Tinoco por pioneirismo na dança — Universidade Federal do Acre
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7 de abril de 2026Os professores Jhonatan Gomes Gadelha e Shirley Regina de Almeida Batista, do curso de Educação Física da Ufac, realizaram a mostra de dança NT: Sementes de uma Pioneira, em homenagem à professora aposentada Norma Tinoco, reunindo turmas de bacharelado e licenciatura, escolas de dança e artistas independentes. O evento ocorreu na noite de 25 de março, no Teatro Universitário, campus-sede, visando celebrar a trajetória da homenageada pela inserção e legitimação da dança no curso.
Norma recebeu uma placa comemorativa pelos serviços prestados à universidade. Os alunos do curso, André Albuquerque (bacharelado) e Matheus Cavalcante (licenciatura) fizeram a entrega solene. Segundo os organizadores, os anos de dedicação da professora ao curso e seu pioneirismo jamais serão esquecidos.
“A ideia, que ganhou corpo e emoção ao longo de quatro atos, nasceu do coração de quem viveu de perto a influência da homenageada”, disse Jhonatan Gomes Gadelha, que foi aluno de Norma na graduação. Ele contou que a mostra surgiu de uma entrevista feita com ela por ocasião do trabalho dele de conclusão de curso, em 2015. “As falas, os ensinamentos e as memórias compartilhadas por Norma naquele momento foram resgatadas e transformadas em movimento”, lembrou.
Gadelha explicou que as músicas que embalaram as coreografias autorais foram criadas com o auxílio de inteligência artificial. “Um encontro simbólico entre a tradição plantada pela pioneira e as ferramentas do futuro. O resultado foi uma apresentação carregada de bagagem emocional, autenticidade e reverência à história que se contava no palco.”
Mostra em 4 atos
A professora de Educação Física, Franciely Gomes Gonçalves, também ex-aluna de Norma, foi a mestre de cerimônias e guiou o público por uma narrativa que comparava a trajetória da homenageada ao crescimento de uma árvore: “A Pioneira: A Raiz (ato I), “A Transformadora: O Tronco” (ato II), “O Legado: Os Frutos” (ato III) e “Homenagem Final: O reconhecimento” (ato IV).
O ato I trouxe depoimentos em vídeo e ao vivo, além de coreografias como “Homem com H” (com os 2º períodos de bacharelado e licenciatura) e “K Dance”, que homenageou os anos 1970. O ex-bolsista Kelvin Wesley subiu ao palco para saudar a professora. A escola de dança Adorai também marcou presença com as variações de Letícia e Rayelle Bianca, coreografadas por Caline Teodoro, e o carimbó foi apresentado pelo professor Jhon e pela aluna Kethelen.

O ato II contou com o depoimento ao vivo de Jhon Gomes, ex-aluno que seguiu carreira artística e acadêmica, narrando um momento específico que mudou sua trajetória. Ele também apresentou um solo de dança, seguido por coreografias da turma de licenciatura e uma performance de ginástica acrobática do 4º período.
No ato III foi exibido um vídeo em que os atuais alunos do curso de Educação Física refletiram sobre o que a dança significa em suas formações. As apresentações incluíram o Atelier Escola de Dança com “Entre o que Fica e o que Parte” (Ana Fonseca e Elias Daniel), o Estúdio de Artes Balancé com “Estrelas” (coreografia de Lucas Souza) e a Cia. de Dança Jhon Gomes, com outra versão de “Estrelas”. A escola Adorai retornou com “Sarça Ardente”, coreografada por Lívia Teodoro; os alunos do 2º período de bacharelado encerraram o ato.
No ato IV, após o ministério de dança Plenitude apresentar “Raridade”, música de Anderson Freire, a professora Shirley Regina subiu ao palco para oferecer palavras à homenageada. Em seguida, a mestre de cerimônias convidou Norma Tinoco a entrar em cena. Ao som de “Muda Tudo”, os alunos formaram um círculo ao redor da professora, cantando o refrão em coro.
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I FÓRUM ESTADUAL "Autismo, Cultura, Mercado de Trabalho e Políticas Públicas no Acre."
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6 de abril de 202609 e 10 de ABRIL
Local: Teatro Universitário da UFAC
11 de ABRIL
Local: Anfiteatro Garibaldi Brasil UFAC






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