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John Mahama empossado como presidente de Gana promete ‘reiniciar’ o país | Notícias de política

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Com cerca de 20 líderes africanos presentes, o homem de 66 anos toma posse como presidente do Gana pela terceira vez.

John Mahama foi empossado para um segundo mandato como presidente do Gana numa cerimónia na capital, Acra, com a presença de cerca de 20 líderes africanos.

Mahama obteve 56 por cento dos votos nas eleições presidenciais do país em 9 de dezembro, derrotando o candidato do partido no poder e vice-presidente Mahamudu Bawumia, que obteve 41 por cento.

Mahama substitui o presidente cessante, Nana Akufo-Addo, que cumpriu dois mandatos no poder.

“Hoje deveria marcar a oportunidade de redefinir o nosso país”, disse o novo presidente de 66 anos, vestindo o traje nacional do país da África Ocidental, a uma multidão exultante vestida com os tons verde, vermelho, preto e branco do seu Congresso Nacional Democrático ( NDC) na terça-feira.

A energia irradiava da Praça Black Star de Acra, enquanto um mar de rostos entusiasmados agitava bandeiras do Gana e do NDC, cantava e iniciava uma dança espontânea ao som dos tambores e da buzina estridente das vuvuzelas.

Entre os presentes estavam o presidente nigeriano Bola Ahmed Tinubu, Bassirou Diomaye Faye do Senegal, o líder do Burkina Faso Ibrahim Traore, o presidente queniano William Ruto, o presidente Felix Tshisekedi da República Democrática do Congo e Brice Oligui Nguema do Gabão.

Mahama, 66 anos, tomou posse ao lado de Jane Naana Opoku-Agyemang, a primeira mulher a se tornar vice-presidente em Gana.

Pessoas se reúnem antes da cerimônia de posse de John Mahama para seu segundo mandato como presidente de Gana, em Acra, Gana (Francis Kokoroko/Reuters)

O regresso de Mahama à presidência encerra oito anos no poder do Novo Partido Patriótico (NPP) sob o presidente Nana Akufo-Addo, cujo último mandato foi marcado pela pior turbulência económica do Gana em anos, um resgate do Fundo Monetário Internacional e um incumprimento da dívida. .

Mahama, que liderou Gana de 2012 ao início de 2017, já havia falhado duas vezes em reconquistar a presidência. Mas nas eleições de Dezembro, ele conseguiu aproveitar as expectativas de mudança entre os ganenses.

Na Praça Black Star, os apoiadores do líder eleito exalavam alegria, esperança e otimismo.

“Nunca tive tanto orgulho de ser ganense”, disse Akosua Nyarko, 28 anos, professora da cidade de Cape Coast, no sul, à agência de notícias AFP. “A energia aqui é incrível… Este é o início de uma nova era!”

Mohammed Abubakar, um agricultor de 50 anos de Tamale, no norte do Gana, disse estar confiante de que Mahama dará prioridade ao desenvolvimento rural.

“Vir aqui a Accra para este evento histórico é um sonho tornado realidade”, disse o agricultor, acrescentando que “a liderança de Mahama dá-me esperança de que os meus filhos terão um futuro melhor”.

Escritor e devoto da música Afrobeat, Mahama escreveu em suas memórias – Meu primeiro golpe de Estado e outras histórias verdadeiras das décadas perdidas da África – que foi mudado por suas experiências de infância durante um golpe militar de 1966.

Ele nasceu no norte de Gana como uma criança privilegiada, sendo sua casa a única na aldeia com gerador a diesel.

O seu pai, que serviu como ministro júnior do governo, foi brevemente detido e interrogado pelos líderes do golpe de 1966, mas posteriormente libertado ileso.

Mahama também foi membro do parlamento e presidente do West Africa Caucus no Parlamento Pan-Africano em Pretória.

Com uma história de estabilidade política, os dois principais partidos do Gana, o NPP no poder e o NDC, têm-se alternado no poder de forma igual desde o regresso à democracia multipartidária em 1992.

O país de 33 milhões de habitantes é o maior exportador de ouro de África e o segundo maior produtor mundial de cacau.



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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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