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Jovem com câncer no reto tem INSS negado; mesmo debilitado, perícia diz que ele pode trabalhar. Ajude na vaquinha!
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1 ano atrásem
“Eu só quero viver. Não é fácil não ter o que comer, não ter uma fruta para o intestino funcionar normalmente. Não é fácil passar por isso sem ajuda”. Essas palavras são de Enéas, um jovem de 24 anos, morador de Fortaleza (CE), que enfrenta uma batalha contra o câncer no reto.
Além da luta contra a doença, ele também trava um embate com a burocracia: mesmo debilitado e vivendo com uma bolsa de colostomia, o INSS negou seu benefício por incapacidade, alegando que ele pode voltar ao trabalho. Sem condições de exercer qualquer atividade laboral, Enéas vive uma situação crítica.
A mãe, a única provedora da família, tem se esforçado para manter a casa, mas os recursos são escassos. O jovem não consegue comprar alimentos adequados, medicamentos e itens essenciais para a higiene e tratamento. O maior sonho do Enéas é poder seguir os cuidados dele como deveria. Para isso, foi aberta uma vaquinha para ajudar com um mínimo de dignidade.
Diagnóstico e desafios diários
O diagnóstico de câncer no reto chegou no ano passado, e desde então a vida de Enéas mudou drasticamente. Ele precisou passar por diversas cirurgias e hoje vive com uma bolsa de colostomia permanente e uma fístula esfincteriana, condições que exigem cuidados constantes e materiais médicos específicos.
No entanto, mesmo com um quadro de saúde tão delicado, a perícia do INSS concluiu que ele poderia retornar ao trabalho. A decisão foi um duro golpe para Enéas e para a família, que já enfrentavam dificuldades financeiras antes da doença.
Sem o benefício, a situação se tornou ainda mais desesperadora. Ele está com um processo na Justiça do Ceará, mas não existe previsão para que o valor devido sejaa liberado.
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Falta de recursos e necessidades urgentes
Com a renda limitada da mãe, Enéas vive uma rotina de privação. Ele precisa de fraldas geriátricas diariamente, que são essenciais para evitar infecções, além de alimentos adequados para manter sua saúde estável. No entanto, sem o benefício do INSS, ele não tem como custear esses itens básicos.
A família tem buscado apoio, mas a ajuda ainda é insuficiente para cobrir todas as despesas. O jovem sonha com dias melhores, mas, no momento, precisa de solidariedade para garantir que possa continuar sua luta.
Como ajudar
A situação de Enéas é urgente! A vaquinha tem o objetivo de arrecadar recursos para garantir que ele possa se alimentar corretamente, comprar medicamentos e materiais essenciais para a saúde.
Qualquer quantia faz diferença na vida de Enéas!
Você pode contribuir através da chave Pix eneas@sovaquinhaboa.com.br ou pelo cartão de crédito diretamente no site do Só Vaquinha Boa, clicando aqui. Todas as doações são seguras e verificadas.
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Professora da Ufac faz visita técnica e conduz conferência em Paris — Universidade Federal do Acre
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30 de abril de 2026O professor Rafael Coll Delgado, do Centro de Ciências Biológicas e da Natureza, da Ufac, participou como coautor do artigo “Interações Clima-Vegetação-Solo na Predição do Risco de Incêndios Florestais: Evidências de Duas Unidades de Conservação da Mata Atlântica, Brasil”, o qual foi publicado, em inglês, na revista “Forests” (vol. 15, n.º 5), cuja dição temática foi voltada aos desafios contemporâneos dos incêndios florestais no contexto das mudanças climáticas.
O estudo também contou com a parceria das Universidades Federais de Viçosa (UFV) e Rural do Rio de Janeiro e foi desenvolvido no âmbito do Centro Integrado de Meteorologia Agrícola e Florestal, da Ufac, como resultado da dissertação da pesquisadora e geógrafa Ana Luisa Ribeiro de Faria, da UFV.
A pesquisa analisa a interação entre clima, solo e vegetação em unidades de conservação da Mata Atlântica, propondo dois novos modelos de índice de incêndio e avaliando sua capacidade preditiva sob diferentes cenários do fenômeno El Niño-Oscilação do Sul. Para tanto, foram integrados dados climáticos diários (2001-2023), índices de vegetação e seca, registros de focos de incêndio e estimativas de umidade do solo, permitindo uma análise dos fatores que influenciam a ocorrência de incêndios.
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Herbário do PZ recebe acervo de algas da Dr.ª Rosélia Marques Lopes — Universidade Federal do Acre
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23 de abril de 2026O Herbário do Parque Zoobotânico (PZ) da Ufac realizou cerimônia para formalizar o recebimento da coleção ficológica da Dr.ª Rosélia Marques Lopes, que consiste em 701 lotes de amostras de algas preservadas em meio líquido. O acervo é fruto de um trabalho de coleta iniciado em 1981, cobrindo ecossistemas de águas paradas (lênticos) e correntes (lóticos) da região. O evento ocorreu em 9 de abril, no PZ, campus-sede.
A doação da coleção, que representa um mapeamento pioneiro da flora aquática do Acre, foi um acordo entre a ex-curadora do Herbário, professora Almecina Balbino, e Rosélia, visando deixar o legado de estudos da biodiversidade em solo acreano. Os dados da coleção estão sendo informatizados e em breve estarão disponíveis para consulta na plataforma do Jardim Botânico, sistema Jabot e na Rede Nacional de Herbários.
Professora titular aposentada da Ufac, Rosélia se tornou referência no Estado em limnologia e taxonomia de fitoplâncton. Ela possui graduação pela Ufac em 1980, mestrado e doutorado pela Universidade de São Paulo.
Também estiveram presentes na solenidade a curadora do Herbário, Júlia Gomes da Silva; o diretor do PZ, Harley Araújo da Silva; o diretor do CCBN, José Ribamar Lima de Souza; e o ex-curador Evandro José Linhares Ferreira.
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