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Jovem participa do JUBs com torcida organizada particular

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Mauricio Costa – Repórter da EBC

Imagine disputar a sua primeira edição dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) com uma torcida organizada só para você? A jogadora de basquete Isabela Kist sabe como é. Aos 18 anos, a atleta do basquete da Universidade de Fortaleza (Unifor) nunca entra sozinha em quadra. Além das companheiras de equipe, Luciano Martins e Elizete Kist saíram da capital cearense apenas para apoiar Isabela. Eles são os pais da estudante.

Luciano e Elizete acompanham a jovem praticamente em todos os lugares. Aos 10 anos, Isabela foi descoberta pelo professor em um torneio interno do colégio. Com boa estatura para a idade, logo começou a competir e se destacar em jogos escolares. Uma mudança rápida que fez os pais adotarem precaução. Desde então, eles se tornaram os maiores torcedores da filha.

Mas aí vem a pergunta. Será que Isabela fica incomodada com o assédio do seu fã clube? “A verdade é que fico muito feliz e grata por ter meus pais aqui comigo. Eles sempre me apoiaram. Eles estão em todas as competições das quais participo. Então dá outra energia além de uma confiança vê-los na arquibancada para o meu primeiro jogo”, declara a atleta da Unifor.

Luciano e Elizete estão hospedados em Águas Claras, que fica a cerca de 25 quilômetros de Brasília. Eles não querem atrapalhar a vivência da filha, muito menos a concentração. “Nunca ficamos no mesmo hotel que ela. Estamos como torcedores mesmo, dando apoio à Bela. Temos orgulho da nossa filha e vamos para valorizar o trabalho dela e de toda equipe”, afirma Luciano.


Isabela Kist, jubs
Isabela Kist, jubs

Luciano Martins e Elizete Kist torcendo pela filha Isabela Kist no JUBs – Célio Júnior/CBDU/Direitos Reservados

Isabela cursa medicina veterinária e, desde os tempos de colégio, divide as atenções do estudo com o basquete. Mas isso atrapalhou? “Pelo contrário. O basquete sempre foi um aliado para ela. A Bela sempre estudou muito e o esporte é uma válvula de escape. Mesmo antes de entrar para a faculdade, ela já treinava com a equipe da universidade”, disse o pai.

Luciano é de Brasília, Elizete do Rio Grande do Sul. Eles moravam em São Paulo quando decidiram se mudar para Fortaleza em busca de uma vida mais tranquila, com mais tempo para se dedicarem aos filhos, o que fez toda a diferença.

“Nós dois trabalhávamos muito, então éramos limitados. Agora, tenho tempo integral para as minhas filhas. Como a Isabela passou a se destacar e vi que o esporte agregou muito à vida dela, entendemos que deveríamos ajudá-la a não perder o entusiasmo. Eu mesma não entendia muito bem de basquete quando a Bela começou, então transformou totalmente a minha vida também. Hoje sou apaixonada pelo basquete, assisto a todos os jogos da NBA [Liga Profissional de Basquete dos Estados Unidos] e nas partidas dela não podia ser diferente”, afirma Elizete.

Confiantes, os pais de Isabela cravaram que a Unifor levará o título do basquete feminino no JUBs e arriscaram uma diferença de pontos na estreia: Luciano disse que seria de 11 pontos, enquanto Elizete apostou em nove pontos. Porém, a equipe de Fortaleza mostrou muita força para bater a UniRV-GO por 90 a 31.



Leia Mais: Agência Brasil

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Membros da Academia Acreana de Letras visitam a Ufac — Universidade Federal do Acre

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2026.09.25 Visita da Academia Acreana de Letras (2).JPG

O reitor da Ufac, Josimar Ferreira, recebeu membros da Academia Acreana de Letras (AAL), que vieram parabenizá-lo pelo mandato e iniciar as tratativas para fortalecimento da parceria institucional, com incentivo à cultura, à literatura e à extensão acadêmica no Estado. A visita de cortesia ocorreu nesta sexta-feira, 25, na sala de reuniões da Reitoria, campus-sede.

As instituições definiram como encaminhamento a elaboração de um termo de cooperação técnica para aproximar as ações da AAL dos cursos de graduação e das pró-reitorias, com destaque para a Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. A parceria busca integrar a universidade aos projetos culturais da academia, além de apoiar a realização de um grande evento comemorativo ao aniversário da AAL, previsto para este ano, entre 29 de outubro e 17 de novembro.

“Recebo a Academia Acreana de Letras com muita gratidão. Vamos aproximá-la dos nossos processos formativos e das nossas ações de extensão”, disse o reitor Josimar Ferreira. “A universidade já planeja lançar um edital na área de cultura por meio da Agência de Inovação e a academia terá um papel central nesse contexto.”

O presidente da AAL, José Dourado de Souza, ressaltou a relevância da aproximação com a Ufac. “Ficamos muito felizes em prestar essa homenagem ao reitor Josimar, uma pessoa de muita experiência e aberta ao diálogo. A academia busca esse apoio institucional e de materiais para continuar promovendo eventos culturais e ações nas escolas.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre

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1º Evento Cultural Entresentidos-2026 (2).jpg

O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.

A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.

“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”

Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”

Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)

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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre

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X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC

A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano

Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026

Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026

Chamada de trabalhos



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