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JUBs 2024 chega ao final e deixa lembranças e ensinamentos
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Maurício Costa – Repórter da EBC
Brasília recebeu a maior competição universitária da história da América Latina. Foram 12 dias de competição da edição 2024 dos Jogos Brasileiros Universitários (JUBs) na capital federal. Depois de muito esforço, suor e dedicação dos atletas para alcançar o lugar mais alto do pódio, ficam as lembranças e ensinamentos para os próximos compromissos esportivos de cada atleta. Mas também ficam os números.
A 71ª edição dos JUBs recebeu mais de 7 mil participantes de todos os estados do país e do Distrito Federal. Foram 31 modalidades, 18 hotéis utilizados, 13 locais de competição e um total de 2.661 medalhas entregues em todo o evento. Os JUBs cresceram e tiveram de ser divididos em duas etapas: a primeira semana com modalidades individuais e a segunda, majoritariamente, com disputas coletivas.
O resultado final foi comemorado pela Confederação Brasileira do Desporto Universitário (CBDU), mas ele exige ainda mais para os próximos eventos. Para o presidente da entidade, Luciano Cabral, quanto maior a exigência, melhor: “Costumamos dizer que nossa obrigação é sempre fazer maior e melhor. O maior tem sido natural, à medida que vamos qualificando os jogos, vai trabalhando muito na base, nos jogos estaduais, os jogos estaduais vão se fortalecendo, as delegações vão aumentando e o quantitativo final acaba sendo maior. Portanto, ser maior acaba sendo natural pela qualidade do processo. Isso causa um problema na fase final, que é o desafio de fazer melhor. Mas gostamos de desafios e planejamos para oferecer condições melhores em todos os aspectos, sem esquecer das condições técnicas. Procuramos melhorar muito a oferta do esporte, mas também pela estrutura, que surpreende cada vez mais”.
Além da hospedagem, dos locais de competição, das rotas circulares de transporte pela cidade, do refeitório, quem comparecia ao Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), sede administrativa dos JUBs Brasília 2024, também tinha acesso ao Boulevard dos Atletas. Uma área dividida em dois andares com 12 stands interativos de patrocinadores, espaço para socialização e instalações como uma pista de kart elétrico. Aberto das 9h às 21h, o local foi o ponto de encontro de atletas e ficava lotado entre as competições.
“Criamos uma logística otimizada, permitindo que todos os locais do evento fossem acessados em até 20 minutos para atletas, equipes e público. O Boulevard dos Atletas, principal ponto de concentração, reuniu grande parte das modalidades esportivas, proporcionando um ambiente vibrante, repleto de experiências esportivas, ativações estratégicas de marcas patrocinadoras e momentos de lazer. Entre os destaques, montamos uma pista de hoverkart para oferecer uma experiência diferenciada aos participantes. E, em parceria com o Governo do Distrito Federal, promovemos city tours, incluindo sorteios de passeios de balão. Foi uma edição marcada pela excelência em cada detalhe”, afirmou o gerente de logística e marketing da CBDU, Paulo Souza.
Os JUBs Brasília 2024 encerraram o ciclo de competições universitárias no país neste ano. Em 2025, os atletas terão pela frente o maior desafio esportivo universitário, os Jogos Mundiais Universitários, que serão disputados na Alemanha entre 16 e 27 de julho.
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NAI da Ufac realiza evento cultural sobre arte, corpo e inclusão — Universidade Federal do Acre
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25 de setembro de 2026O Núcleo de Apoio à Inclusão (NAI), da Ufac, realizou a abertura do 1º Evento Cultural Entresentidos: Arte, Corpo e Inclusão, nessa quinta-feira, 24, na modalidade online. Nesta sexta-feira, 25, o evento teve sua etapa presencial no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede. A iniciativa faz alusão ao Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro.
A Ufac conta com mais de 700 estudantes com deficiência matriculados nos campi sede e Floresta, em Cruzeiro do Sul. O evento marca a transição institucional do NAI, que, a partir da recente reestruturação administrativa da universidade, passou a integrar a Pró-Reitoria de Ações Afirmativas e Equidade (Proafe), criada há pouco mais de um mês, tendo como pró-reitora a professora Letícia Mamed.
“A intenção da Proafe é justamente considerar esse público como o centro da nossa política institucional, que estamos organizando, consolidando e ampliando na Ufac”, disse Letícia. “Queremos garantir que esses estudantes não apenas ingressem na universidade, mas tenham uma trajetória de qualidade no ensino, na pesquisa e na extensão até a sua diplomação.”
Professora da rede estadual e mestranda de Matemática da Ufac, Sthefhanie Vidal tem deficiência visual. “Quando você vai a um show sem acessibilidade, você só ouve a multidão e o cantor. Mas quando há audiodescrição e você compreende as expressões faciais, o figurino e a movimentação no palco, você se sente parte real do evento”, pontuou. “Ver o NAI e a Proafe incentivando a cultura acessível é extremamente satisfatório e nos motiva a colaborar para que essa inclusão seja efetiva.”
Assistente social da Ufac, Carla Peres enfatizou o caráter reflexivo da programação. “Este é um momento único e significativo para compreendermos a diversidade que atravessa a nossa universidade. O espaço acadêmico é um aprendizado diário entre diferentes sujeitos e culturas.” Ela agradeceu o trabalho dos intérpretes de língua brasileira de sinais e a parceria com o projeto “Mão em Cenas”, que contribuiu com exposições e apresentações teatrais sobre a expressividade e a identidade dos corpos.
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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Curso de Música divulga chamada para Jornada Acadêmica — Universidade Federal do Acre
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24 de setembro de 2026X JORNADA ACADÊMICA DE MÚSICA DA UFAC
A Música como Realidade no Currículo Escolar: Mudanças de Paradigma e Práticas Integrativas no Desenvolvimento Humano
Período do evento: 09 a 15 de outubro de 2026
Período para submissão: 01 a 30 de setembro de 2026
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PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre
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21 de setembro de 2026O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.
Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.
As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.
“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”
A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”
(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)
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