NOSSAS REDES

ACRE

Justiça mantém condenação de policiais que agrediram e fizerem vítima se jogar em rio no AC

PUBLICADO

em

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre manteve a condenação dos três policiais militares que deram socos, chutes e golpes de cassetete e ainda fizeram a vítima se jogar no rio, mesmo após ela ter dito que não sabia nadar. A pena é de mais de 19 anos e deve ser cumprida inicialmente em regime semiaberto.

O crime ocorreu em fevereiro de 2018, no bairro Aeroporto Velho, em Rio Branco. Segundo a denúncia, do Ministério Público, os policiais militares Ângelo Gleiwitz Moreira Siriano, Leonardo Lima e Lima e Nilando da Silva Diniz mantiveram a vítima às margens do rio, desferiram os golpes e ainda o obrigaram a se deitar na lama.

Eles chegaram a ser presos em maio de 2019 e foram condenados pela justiça, mas entraram com pedido de reforma da sentença da 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar da Comarca de Rio Branco. As defesas dos réus argumentaram pela desclassificação do crime de tortura para lesão corporal e também pediram redução da pena-base, segundo informações do TJ-AC.

A manutenção da sentença foi publicada na terça-feira (2), no Diário da Justiça. O advogado de defesa, Wellington Silva, disse ao G1 que prefere não comentar o caso.

Relembre o caso

A informação é que a vítima é usuária de drogas e estava na rua quando foi abordada pelos militares, que iniciaram as agressões. Os golpes teriam resultado em lesões graves e fraturas pelo corpo.

Na denúncia, o MP-AC pediu a instauração da ação penal militar, as condenações dos agentes públicos por crime de tortura, a fixação de valor mínimo a título de reparação dos danos causados à vítima pelos denunciados e decretação da perda do cargo.

Um dos militares denunciados responde por três outras ações penais – duas pela acusação de crime de tortura, além de posse ilegal de arma de uso restrito – e já estava preso preventivamente pelas ações penais.

ACRE

PPG em Letras promove seminário para discutir internacionalização — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

2026.09.18 Seminário PPGLI (2).jpg

O programa de pós-graduação em Letras: Linguagem e Identidade (PPGLI), da Ufac, realizou seminário para compartilhamento de experiências de internacionalização de seu curso de doutorado e apresentação dos relatórios de estágio e relatos de vivência de cinco doutorandas que retornaram de universidades no exterior. O evento ocorreu na sexta-feira, 18, no auditório do Bloco dos Mestrados, campus-sede.

Professores e estudantes discutiram a consolidação da política de internacionalização do PPGLI, visando à busca pela nota de excelência acadêmica junto à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A avaliação da pós-graduação no país varia em uma escala de 1 a 7, na qual os extratos 6 e 7 representam programas de nível internacional.

As cinco doutorandas realizaram intercâmbios de pesquisa em instituições de referência na Europa e na América Latina, abrangendo universidades de Portugal, da França, do México e do Chile. O coordenador do PPGLI, Gerson Albuquerque, disse que isso consolida a produção bibliográfica e técnica em esfera global, incentivando outros alunos a perseguirem o estágio no exterior.

“Para alcançar a excelência, exige-se maturidade temporal, que completaremos em 2027 com oito anos de formação de doutores e uma inserção internacional consolidada”, acrescentou. “O doutorado sanduíche é fundamental para o amadurecimento intelectual dos pesquisadores e para a celebração de convênios que promovam a mobilidade docente e discente.”

A professora e pesquisadora Raquel Ishii ressaltou que a internacionalização do PPGLI dialoga diretamente com as características territoriais e culturais da Amazônia Sul-Ocidental. “Nosso programa atua fortemente com literatura, oralidade e a pluralidade linguística da região, que abriga 16 povos indígenas. Internacionalizar e nacionalizar a produção acadêmica feita no Acre fortalece a agenda científica nacional sobre a diversidade cultural e linguística amazônica.”

(Fhagner Soares, estagiário Ascom/Ufac)



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Painel do Inova Amazônia aborda empreendedorismo feminino — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Painel Empreendedorismo Feminino, Summit-2026 (2).jpeg

O painel “Empreendedorismo Feminino: Mulheres que Movem a Amazônia” ocorreu no âmbito da programação do  Inova Amazônia Summit-2026, nessa quinta-feira, 17, no auditório Curupira, campus-sede da Ufac. Empreendedoras e pesquisadoras debateram inovação, perspectivas de mercado na Amazônia, superação de barreiras estruturais e liderança feminina na consolidação de negócios sustentáveis.

A discussão foi moderada pela analista Valéria Vidal, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) nacional. Participaram do painel Mareílde Freire (Saboaria Rondônia), Pâmela Pimentel (Amazonzyme), Márcia Werle (Bioassu Bioindústria), Valda Gonçalves (Engenho), Clarice Maia (Antibiose) e Ana Euler (diretora da Embrapa).

O Summit-2026 é promovido pelo Sebrae-AC, com palestras e oficinas em diversos espaços do campus-sede. O evento começou na quinta-feira, 17, e prossegue até sábado, 19.

(Camila Barbosa, estagiária Ascom/Ufac)



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

ACRE

Do Luto à Luta’ em 22/10 — Universidade Federal do Acre

PUBLICADO

em

Doc Autismo-Do Luto à Luta (2).jpg

O programa “Mãepeutas: Vozes Plurais, vinculado à Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Ufac, lança, em 22 de outubro, às 18h, na Biblioteca Pública Estadual, o documentário “Autismo: Do Luto à Luta”, dirigido por Felipe Almeida.

O filme foi feito a partir da coleta de depoimentos de histórias reais de luta, dor e superação. Pretende dar voz a mães atípicas do contexto acreano e mostrar seus desafios em meio à luta que é cuidar e educar uma criança com transtorno do espectro autista.



Leia Mais: UFAC

Continue lendo

MAIS LIDAS