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Kristi Noem confirmada pelo Senado dos EUA para chefiar o Departamento de Segurança Interna | Kristi Noem

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Lauren Aratani and agencies

Kristi Noem garantiu a confirmação do Senado dos EUA como secretário de segurança interna no sábado, colocando o governador de Dakota do Sul no comando de uma agência em expansão que é essencial para a segurança nacional e os planos de Donald Trump para reprimir a imigração ilegal durante sua segunda presidência.

O Senado trabalhou no sábado enquanto os republicanos tentavam instalar com sucesso o mais recente membro da equipe de segurança nacional de Trump. Secretário de defesa Pete Hegseth foi confirmado em uma dramática votação de desempate por JD Vance na noite de sexta-feira, juntando-se ao secretário de Estado, Marco Rubio, e ao diretor da CIA, John Ratcliffe.

O Senado está programado para votar na próxima segunda-feira à noite a confirmação de Scott Bessent como secretário do Tesouro.

Os republicanos votaram por unanimidade para confirmar Noem e obtiveram o apoio de sete democratas, incluindo John Fetterman da Pensilvânia, Tim Kaine da Virgínia, Andy Kim de Nova Jersey, Gary Peters de Michigan, Jeanne Shaheen de New Hampshire, Margaret Hassan de New Hampshire e Elissa Slotkin de Michigan. A votação final foi 59-34.

Os democratas – ou aqueles que participaram de seu partido – que não votaram foram Angus King do Maine, Jeff Merkley do Oregon, Brian Schatz do Havaí, Tina Smith de Minnesota, Raphael Warnock da Geórgia e Ron Wyden do Oregon, de acordo com o New York Times.

Os apoiantes de Noem elogiaram a sua visão sobre a imigração e expressaram confiança na sua capacidade de dirigir o departamento.

“Resolver esta crise e restaurar o respeito pelo Estado de direito é uma das principais prioridades do presidente Trump e dos republicanos”, disse o líder da maioria republicana no Senado, John Thune, do Partido Republicano. Dakota do Suldisse na sexta-feira. “E isso exigirá um líder decidido e comprometido no Departamento de Segurança Interna. Acredito que Kristi tem tudo para realizar esta tarefa.”

Noem agradeceu a Trump por indicá-la para o cargo no sábado.

“Trabalharei para tornar a América SEGURA novamente”, escreveu ela nas redes sociais.

O secretário de segurança interna supervisiona a Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA, Imigração e Fiscalização Aduaneira e Serviços de Cidadania e Imigração. Além dessas agências, o departamento também é responsável por garantir o transporte aéreo, proteger dignitários, responder a desastres naturais e muito mais.

Noem, que ocupou a única cadeira do seu estado na Câmara dos EUA durante oito anos antes de se tornar governadora em 2019, ascendeu no Partido Republicano ao aproximar-se de Trump. A certa altura, ela chegou a ser considerada sua companheira de chapa.

Sua posição política sofreu uma queda momentânea, no entanto, quando ela lançou um livro no ano passado contendo um relato de ela matando seu cachorro de caçabem como uma falsa alegação de que ela uma vez conheci com o líder norte-coreano Kim Jong-un.

Noem não tem qualquer experiência em aplicação da lei, mas prometeu executar fielmente as ordens do presidente e copiou o seu discurso sobre uma “invasão” na fronteira dos EUA com o México.

“As políticas de fronteiras abertas de Biden estão facilitando a travessia ilegal de fronteiras. Esta invasão deve acabar”, Noem postado em X no ano passado.

Trump está a planear grandes mudanças no funcionamento do departamento, incluindo o envolvimento dos militares na fiscalização da imigração e a remodelação da Agência Federal de Gestão de Emergências (Fema). Esses planos poderiam colocar Noem imediatamente no centro das atenções depois que o novo presidente visitou locais de desastres recentes na Carolina do Norte e na Califórnia, na sexta-feira.

Trump fez campanha pela deportação em massa de imigrantes e, como segurança interna, Noem fará parte da equipe que executará a política de fronteiras de Trump. Trump também nomeou Tom Homan, um funcionário de longa data da agência de Imigração e Alfândega (Ice), que gere a segurança das fronteiras e as deportações, como seu “czar da fronteira”. Stephen Miller, vice-chefe de gabinete de política de Trump, é amplamente visto como o criador da política de separação de crianças vista durante o primeiro mandato de Trump.

Noem juntou-se a outros governadores republicanos que enviaram tropas da guarda nacional ao Texas para ajudar a Operação Lone Star, que procurava desencorajar os migrantes. Sua decisão foi especialmente criticada porque ela aceitou uma doação de US$ 1 milhão de um bilionário do Tennessee para cobrir parte dos custos de implantação.

Noem disse que optou por enviar tropas da guarda nacional “por causa desta invasão”, acrescentando que “lá em baixo é uma zona de guerra”.

Seis pessoas foram secretárias de segurança interna durante os primeiros quatro anos de mandato de Trump. O seu primeiro secretário de segurança interna, John Kelly, acabou por se tornar o seu chefe de gabinete, cargo que ocupou em 2019. Kelly é agora um crítico proeminente de Trump, a quem chamou de fascista.

Trump conta com a ajuda dos republicanos no Congresso, que têm maioria em ambas as câmaras, para levar a cabo as suas políticas de imigração linha-dura.

No início desta semana, os republicanos aprovaram seu primeiro projeto de lei de imigração do ano, exigindo a detenção de imigrantes indocumentados acusados ​​de roubo. Embora a maioria dos Democratas tenha argumentado contra o projecto de lei, dizendo que iria levar à discriminação racial e ao fomento do medo entre os imigrantes, algumas dezenas de representantes Democratas votaram com os Republicanos no projecto de lei.

Maggie Goodlander, uma caloura democrata de New Hampshire, disse o projeto de lei dá “às autoridades as ferramentas necessárias para manter nossas comunidades seguras”.

Durante sua audiência de confirmação, Noem enfrentou dúvidas sobre se ela enfrentaria Trump se ele tentasse reter dinheiro de ajuda humanitária de certos estados que sofrem desastres naturais.

Noem não respondeu diretamente à pergunta, mas disse: “Vou entregar os programas de acordo com a lei e isso será feito sem preconceito político”.

A Associated Press contribuiu com reportagens



Leia Mais: The Guardian

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Alunas da Ufac criam biblioteca de grafismos do povo Huni Kuin — Universidade Federal do Acre

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Alexandra Deitos e Txima Huni Kuin.jpg

Alunas de graduação e mestrado do campus Floresta da Ufac criaram, em 2024, o projeto Biblioteca de Kene, que reúne tecelagem em algodão, pintura corporal, registros audiovisuais e uma plataforma digital acessível por celular. A iniciativa surgiu do trabalho de conclusão de curso de Txima Huni Kuin, em Licenciatura Indígena, e da pesquisa para a dissertação de Alexandra Deitos no programa de pós-graduação em Ensino de Humanidades e Linguagens.

Txima investigou a tecelagem como expressão dos conhecimentos, da arte e da espiritualidade de seu povo, sob orientação do professor Amilton Pelegrino de Mattos. Alexandra, artista visual e atualmente doutoranda, colaborou na construção do projeto por meio de uma pesquisa de autoria coletiva, desenvolvida com as mulheres da comunidade.

Desse encontro surgiu a proposta de criar um espaço onde os mais de 60 grafismos praticados pelas mulheres pudessem ser consultados, ensinados e aprendidos por jovens e mestras tecelãs. O projeto terá uma nova etapa entre 10 e 16 de outubro, com a realização da 2ª Oficina de Kene da Aldeia Arco-Íris, na terra indígena Seringal Independência, no município de Jordão (AC).

Aprendizagem no território

Durante os sete dias de oficina, mestras tecelãs e jovens aprendizes participarão de atividades de preparação de fios, cantos rituais, aplicação do Bawe e tecelagem de painéis com grafismos. Os processos serão documentados para compor o acervo da biblioteca na aldeia e seu site colaborativo, com gestão do conhecimento pelas próprias mulheres.

A proposta dialoga com a expressão “a universidade é na aldeia”, do professor e pesquisador Yube Huni Kuin, também acadêmico da Licenciatura Indígena da Ufac. A experiência reconhece o território e as práticas da comunidade como espaços de produção e transmissão de conhecimento.

Mestras e aprendizes tecelãs.jpg

A 2ª Oficina de Kene é realizada por Txima Huni Kuin, Alexandra Deitos e pela Aldeia Arco-Íris, com apoio do curso de Licenciatura Indígena, da Fundação de Cultura Elias Mansour, do governo do Acre, da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, do Ministério da Cultura e do governo federal.

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Ufac sedia encontro regional sobre residência e preceptoria no SUS — Universidade Federal do Acre

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2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no SUS (2).jpg

A Ufac sediou o 2º Encontro Regional do Projeto de Desenvolvimento da Gestão de Programas de Residência e da Preceptoria no Sistema Único de Saúde (SUS). O evento ocorreu nesta quinta-feira, 8, no anfiteatro Garibaldi Brasil, campus-sede, e reuniu profissionais e representantes de instituições de saúde para a apresentação dos resultados de sete projetos de intervenção desenvolvidos ao longo de dois anos de formação.

A iniciativa é promovida pelo Hospital Sírio-Libanês, em parceria com o Ministério da Saúde, no âmbito do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do SUS, com participação da Ufac.

Para o reitor Josimar Ferreira, cerca de 80% das atividades dos residentes são realizadas nas unidades de saúde. Ele ressaltou o compromisso da gestão com a valorização dos profissionais que atuam na formação dos residentes. “Temos desenvolvido uma política para que os nossos preceptores possam participar dos nossos programas de pós-graduação, de forma a ter vagas garantidas para sua qualificação também.”

O encontro marcou a apresentação dos projetos de intervenção dos cursos de especialização em Gestão de Programas de Residência em Saúde e Educação na Saúde para Preceptores no SUS. Os trabalhos abordaram temas como formação e avaliação de preceptores, definição de perfis de competências, saúde mental dos residentes, reestruturação curricular e melhoria dos processos de trabalho nos serviços de saúde.

Segundo a coordenadora da Residência Multiprofissional Integrada em Saúde da Família e Comunidade da Ufac, Mariane Ribeiro, as iniciativas buscam qualificar tanto a formação dos residentes quanto as atividades desenvolvidas nos campos de prática. “Esses resultados que temos hoje proporcionam uma integração com o ensino, serviço e a comunidade, porque também têm um retorno para o usuário”, disse.

Para a representante do Hospital Sírio-Libanês e facilitadora de ensino e aprendizagem, Célia Márcia Birchler, a conclusão dos cursos representa uma etapa de um trabalho que deve continuar nas instituições de saúde. “Toda vez que fazemos um movimento de fortalecimento dos programas de residência, na realidade estamos falando de um processo de qualificação do SUS”, afirmou.

A presidente da Fundação Hospitalar Governador Flaviano Melo (Fundhacre), Sóron Angélica Steiner, disse que a formação estimula mudanças na organização do trabalho e no atendimento da população. “Essa força motriz que faz com que o serviço ande de acordo com a formação é o que faz com que o gestor seja provocado a melhorar o ambiente de trabalho, o fluxo de serviço.”

Também participaram da mesa de honra do encontro o presidente do Conselho Estadual de Saúde do Acre, Osvaldo de Souza Leal Júnior; e Pedro Henrique Macedo Leitão, representando o secretário municipal de Saúde de Rio Branco, Rennan Biths.



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Ufac faz cerimônia de entrega de diplomas médicos do Revalida — Universidade Federal do Acre

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Nathalia Oliveira, Ufac 2026.10.02.jpeg

A Ufac realizou a cerimônia de entrega da revalidação de diplomas médicos expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras, referentes à edição 2025.2 do Revalida. O Núcleo de Registro e Controle Acadêmico (Nurca) relaciona 67 certificados disponíveis para retirada. O ato ocorreu nesta sexta-feira, 2, no Nurca, campus-sede, e contou com a participação do reitor Josimar Ferreira.

“É inédito para nossa universidade fazer um ato que representa a entrega dos diplomas”, disse Josimar. Ele ressaltou a rapidez com que o processo foi concluído pela equipe do Nurca e pediu aos médicos que retribuam à sociedade com ética e acolhimento no atendimento, além de afirmar que a entrega demonstra o papel da universidade no reconhecimento daqueles que se formaram fora do Brasil.

Segundo o diretor do Nurca, Lucas de Araújo Moura, a Ufac realiza revalidações há alguns anos, mas as entregas dos certificados aconteciam de forma avulsa. Ele explicou que a proposta do ato simbólico foi atender os profissionais e valorizar o momento vivido por eles e por suas famílias. Os documentos são entregues juntamente com os originais apresentados pelos interessados, que devem assinar o termo de recebimento do certificado de revalidação.

A médica Nathalia Bragança de Oliveira, que recebeu o diploma revalidado 30 dias após dar entrada no processo na Ufac, disse ter escolhido a universidade pela organização e pelo prazo de entrega. “Foi muito rápido, um processo muito organizado também, desde o momento do início até agora.” Ela relatou que foi recebida com atenção pela equipe, que explicou todas as etapas do procedimento, disse esperar ingressar no mercado de trabalho e atender os pacientes com cuidado.



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