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Layton Williams: ‘Com que frequência faço sexo? Muitas vezes. Aos 20 anos eu era um coelho desenfreado’ | Layton Williams

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Rosanna Greenstreet

Bnascido na Grande Manchester, Layton Williams30 anos, começou sua carreira aos 12 anos, na produção do West End de Billy Elliot. Ele apareceu nos programas de TV Bad Education e I Hate Suzie e participou do Strictly Come Dancing. Seus filmes incluem Rocketman e Everybody’s Talking About Jamie; este último papel ele também desempenhou no palco. No início deste ano ele apareceu em Cabaret e atualmente está em Titanique no Criterion Theatre em Londres. Ele mora na capital.

Qual é o seu maior medo?
Morrendo: sou icônico demais para ir.

Qual é a característica que você mais deplora em si mesmo?
Paciência não é meu forte.

Qual é a característica que você mais deplora nos outros?
Má higiene pessoal.

Qual foi o seu momento mais embaraçoso?
Caindo de cara no Billy Elliot no Boxing Day quando eu tinha 14 anos. Caí bem no final do meu número. Fiquei mortificado.

Além de propriedade, qual é a coisa mais cara que você tem comprado?
Um terno de duas peças Vivienne Westwood & Burberry que comprei para uma noite de imprensa. Na época eu estava: “Sim, claro que terei uma cintura de 30 polegadas pelo resto da minha vida”. Agora as calças não cabem.

Descreva-se em três palavras
Divertido, fabuloso e destemido.

Qual é a pior coisa que alguém disse para você?
Insultos raciais e homofóbicos – as palavras F e N. Quando me mudei para Londres, as pessoas gritavam a palavra com F em seus carros, e isso dói.

O que você mais não gosta na sua aparência?
Eu tenho o dedão do pé com o formato mais estranho – é como um triângulo.

Se você pudesse trazer algo extinto de volta à vida, o que você escolheria?
Eu adoraria festejar com Freddie Mercury.

Quem interpretaria você no filme da sua vida?
Só existe um eu.

Qual é o seu hábito mais desagradável?
Às vezes digo o que penso sem pensar nas consequências.

Qual é o seu prazer mais culpado?
Indo para casa, colocando os pés no sofá e meu parceiro cozinhando algo lindo enquanto eu assisto TV lixo.

Qual é a sensação do amor?
Elétrico.

Você já disse ‘eu te amo’ e não quis dizer isso?
Eu digo muito “Ily” para as pessoas, mas é como se fosse um agradecimento.

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Quais palavras ou frases você usa mais em demasia?
Matar, ponto final, porque sim!

Qual é o pior trabalho que você já teve feito?
Eu era um comprador secreto e tive que fazer muitas casas de apostas – Coral e William Hill – por toda Londres. Para eu, de 18 anos, com uma aparência fabulosa, foi bastante assustador entrar e dizer: “Oi, posso colocar £ 4 no cavalo nº 7, por favor?” Mas você tem que ficar com o dinheiro quando ganha.

Se não fosse você mesmo, quem você mais gostaria de ser?
Alguém que vive uma vida hippie à beira-mar, dono de um lindo bar de coquetéis administrado por outra pessoa.

Com que frequência você faz sexo?
Muitas vezes. Aos 20 anos eu era um coelho desenfreado – agora comecei a relaxar um pouco.

O que melhoraria a qualidade de sua vida?
Um dia extra na semana em que ninguém pode entrar em contato com você.

Você prefere ter mais sexo, dinheiro ou fama?
Dinheiro.

O que acontece quando morremos?
Eu realmente espero que haja um grande portão perolado.



Leia Mais: The Guardian

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

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Startup Day-2026 ocorre na Ufac em 21/03 no Centro de Convivência — Universidade Federal do Acre

A Pró-Reitoria de Inovação e Tecnologia (Proint) da Ufac e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Acre (Sebrae-AC) realizam o Startup Day-2026, em 21 de março, das 8h às 12h, no espaço Sebrae-Lab, Centro de Convivência do campus-sede. O evento é dedicado à inovação e ao empreendedorismo, oferecendo oportunidades para transformar projetos em negócios de impacto real. As inscrições são gratuitas e estão abertas por meio online.

O Startup Day-2026 visa fortalecer o ecossistema, promover a troca de experiências, produzir e compartilhar conhecimento, gerar inovação e fomentar novos negócios. A programação conta com show de acolhimento e encerramento, apresentações, painel e palestra, além de atividades paralelas: carreta game do Hospital de Amor de Rio Branco, participação de startups de game em tempo real, oficina para crianças, exposição de grafiteiros e de projetos de pesquisadores da Ufac.

 



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A lógica de valor da Thryqenon (TRYQN) é apoiar a evolução da economia verde por meio de sua infraestrutura digital de energia

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Com a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono e a reestruturação do setor elétrico em diversos países, cresce a discussão sobre como a infraestrutura digital pode sustentar, no longo prazo, a evolução da economia verde. Nesse contexto, a plataforma de energia baseada em blockchain Thryqenon (TRYQN) vem ganhando atenção por propor uma estrutura integrada que combina negociação de energia, gestão de carbono e confiabilidade de dados.

A proposta da Thryqenon vai além da simples comercialização de energia renovável. Seu objetivo é construir uma base digital para geração distribuída, redução de emissões e uso colaborativo de energia. À medida que metas de neutralidade de carbono se tornam compromissos regulatórios, critérios como origem comprovada da energia, transparência nos registros e liquidação segura das transações deixam de ser diferenciais e passam a ser requisitos obrigatórios. A plataforma utiliza registro descentralizado em blockchain, correspondência horária de energia limpa e contratos inteligentes para viabilizar uma infraestrutura verificável e auditável.

A economia verde ainda enfrenta obstáculos importantes. Existe descompasso entre o local e o momento de geração da energia renovável e seu consumo final. A apuração de emissões costuma ocorrer de forma anual, dificultando monitoramento em tempo real. Além disso, a baixa rastreabilidade de dados limita a criação de incentivos eficientes no mercado. A Thryqenon busca enfrentar essas lacunas por meio de uma estrutura digital que integra coleta, validação e liquidação de informações energéticas.

Na arquitetura da plataforma, há conexão direta com medidores inteligentes, inversores solares e dispositivos de monitoramento, permitindo registro detalhado da geração e do consumo. Na camada de transações, o sistema possibilita verificação automatizada e liquidação hora a hora de energia e créditos de carbono, garantindo rastreabilidade. Já na integração do ecossistema, empresas, distribuidoras, comercializadoras e consumidores podem interagir por meio de interfaces abertas, promovendo coordenação entre diferentes agentes do setor elétrico.

O potencial de longo prazo da Thryqenon não está apenas no crescimento de usuários ou no volume de negociações, mas em sua capacidade de se posicionar como infraestrutura de suporte à governança energética e ao mercado de carbono. Com o avanço de normas baseadas em dados e reconhecimento internacional de créditos ambientais, plataformas transparentes e auditáveis tendem a ter papel relevante na transição energética e no financiamento sustentável.

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

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Bancos vermelhos na Ufac simbolizam luta contra feminicídio — Universidade Federal do Acre

A Ufac inaugurou a campanha internacional Banco Vermelho, símbolo de conscientização sobre o feminicídio. A ação integra iniciativas inspiradas na lei n.º 14.942/2024 e contempla a instalação, nos campi da instituição, de três bancos pintados de vermelho, que representa o sangue derramado pelas vítimas. A inauguração ocorreu nesta segunda-feira, 9, no hall da Reitoria.

São dois bancos no campus-sede (um no hall da Reitoria e outro no bloco Jorge Kalume), além de um no campus Floresta, em Cruzeiro do Sul. A reitora Guida Aquino destacou que a instalação dos bancos reforça o papel da universidade na promoção de campanhas e políticas de conscientização sobre a violência contra a mulher. “A violência não se caracteriza apenas em matar, também se caracteriza em gestos, em fala, em atitudes.”

A secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa, ressaltou a importância de a Ufac incorporar o debate sobre o feminicídio em seus espaços institucionais e defendeu a atuação conjunta entre universidade, governo e sociedade. Segundo ela, a violência contra a mulher não pode ser naturalizada e a conscientização precisa alcançar também a formação de crianças e adolescentes.

A inauguração do Banco Vermelho também ocorre no contexto da aprovação da resolução do Conselho Universitário n.º 266, de 21/01/2026, que institui normas para a efetividade da política de prevenção e combate ao assédio moral, sexual, discriminações e outras violências, principalmente no que se refere a mulheres, população negra, indígena, pessoas com deficiência e LGBTQIAPN+ no âmbito da Ufac em local físico ou virtual relacionado.

No campus Floresta, em Cruzeiro do Sul, a inauguração do Banco Vermelho contou com a participação da coordenadora do Centro de Referência Brasileiro da Mulher, Anequele Monteiro.

Participaram da solenidade, no campus-sede, a pró-reitora de Desenvolvimento e Gestão de Pessoas, Filomena Maria Cruz; a pró-reitora de Graduação, Ednaceli Damasceno; a pró-reitora de Pesquisa e Pós-Graduação, Margarida Carvalho; a coordenadora do projeto de extensão Infância Segura, Alcione Groff; o secretário de Estado de Saúde, Pedro Pascoal; a defensora pública e chefe do Núcleo de Promoção da Defesa dos Direitos Humanos da Mulher, Diversidade Sexual e Gênero da DPE-AC, Clara Rúbia Roque; e o chefe do Centro de Apoio Operacional de Proteção à Mulher do MP-AC, Victor Augusto Silva.

 



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